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  • Extensões online têm ampla oferta nos próximos meses


    Fonte: Escola Nacional de Seguros

    Uma das maneiras mais eficientes de adquirir conhecimentos direcionados e de forma dinâmica é por meio da educação continuada. Seguindo esta premissa, a Escola Nacional de Seguros (ENS) está com oferta, nos meses de junho e julho, para oito cursos de extensão online.

    Os programas contam com a vantagem de unir o conteúdo e a qualidade das versões presenciais à praticidade e à flexibilidade que só a plataforma digital oferece. As opções abordam assuntos como Cultura e Poder nas Organizações, Gestão de Pessoas e Equipes, Ética e Responsabilidade Social Corporativa, Cenários Econômicos, entre outros.

    Por fazerem parte da grade dos MBAs oferecidos pela ENS, as extensões permitem aos aprovados solicitar aproveitamento dos respectivos créditos em caso de ingresso no MBA com matéria equivalente.

    De acordo com o curso escolhido, a duração varia entre 16 e 32 horas/aula e o investimento de R$ 500,00 a R$ 983,00. Há diferentes opções de parcelamento e desconto de 5% para pagamentos à vista no boleto.

    Outras informações podem ser acessadas no site ens.edu.br, onde também é possível realizar inscrições.

  • Ter um carro mais barato torna o seguro auto mais em conta?


    Fonte: Revista Apólice

    Antes de comprar um carro é importante levar em consideração outros fatores além do valor do veículo, como o IPVA, combustível e o valor do seguro. Nem sempre o carro mais barato terá o seguro mais em conta e isso pode pesar no orçamento na hora de pagar as contas mensalmente. Para esclarecer algumas dúvidas, a ComparaOnline realizou o levantamento dos valores cobrados pelas seguradoras para os carros mais baratos do Brasil em 2019.

    “Carros com menor preço tendem a ser populares, ou seja, podem ser alvo de criminosos com a intenção de desmanchá-los e vender as peças no mercado clandestino, onde a liquidez é alta. Isso faz com que as seguradoras sejam mais cautelosas na hora da precificação e os seguros fiquem mais caros do que veículos de maior valor”, explica Paulo Marchetti, CEO da empresa no Brasil.

    Entre os carros mais baratos no mercado brasileiro estão o Ônix, UP!, Picanto, Mobi e Kwid, sendo o último o veículo com o menor preço. Se levarmos em consideração o seguro para um homem solteiro, fora da faixa de risco, ou seja, acima de 25 anos, o valor chega a R$ 4.489,40 para o Ônix e R$ 3.089,69 para o UP!. Pensando no perfil feminino, também fora da faixa de risco e solteira, a diferença entre os valores é ainda maior, chegando a R$ 5.739,03 para o Picanto e R$ 3.516,21 para o Mobi.

    “Apesar da ocorrência de roubos e furtos, as seguradoras também levam em consideração o valor do veículo, já que quanto mais caro o carro, maior será o valor a ser indenizado pela seguradora na ocorrência de um sinistro. A dica é sempre colocar na ponta do lápis todos os valores a serem gastos, não apenas o da compra e comparar os preços dos seguros em várias seguradoras antes de bater o martelo”, finaliza o executivo.

  • Seguradoras buscam deixar o ambiente mais diversificado


    Fonte: Revista Apólice

    A diversidade é um tema em alta no mercado, porém, enfrenta dificuldades para ser colocado em prática. Algumas seguradoras observam não somente o retorno financeiro que a diversidade pode proporcionar, mas a oportunidade de passar a enxergar o mundo com um olhar diferente.

    Instituições como o IDIS (Instituto pela Diversidade e Inclusão no Mercado de Seguros) e AMMS (Associação das Mulheres do Mercado de Seguros) realizam ações para conscientizar sobre a importância de haver mais pluralidade nas empresas do setor.

    A AIG seguros apareceu na lista da Diversity Inc como uma das 50 melhores empresas em práticas de diversidade e inclusão. Além do retorno financeiro, a seguradora visa agregar valor humano em seus processos, conforme relata Vinicius Mercado, subscritor de Linhas financeiras. “Este movimento traz para o mercado de seguros mais inovação. Um ambiente plural agrega,, além de tudo, valor humano. Em uma empresa nesse molde o trabalhador pode ser quem ele é”, comenta.


    Vinicius Mercado, subscritor de Linhas financeiras
    O executivo destaca que o trabalho de conscientizar as seguradoras é diário, sendo necessário para quebrar tabus. “O trabalho é construindo aos poucos, como formiguinhas, através de palestras dentro das corporações para mostrar outra realidade. Transexuais já vieram mais de uma vez. Existem pessoas que nunca nem viram uma, então existe muito estereótipo”, complementa.

    Mesmo caminhando a passos curtos para a diversidade, o mercado segurador se mostra resistente em relação a algumas mudanças. As apólices de seguro, por exemplo, ainda não possuem o “Nome social” como opção. “Possuímos um órgão regulador que deve dispor dessas alterações. Para que estejam em documentos oficiais, elas devem passar pela Susep”, relata Mercado.

    Os desafios são muitos. Colocar o tema de uma empresa mais plural, desafiar o status quo, exige muito no dia a dia. É necessário observar que a diversidade não agrega somente valor financeiro, mas capital humano. “O setor de seguros é um mercado conservador, mas não podemos colocar isso como desculpa, porque o mercado de TI e o financeiro também são conservadores. Isso não pode ser um empecilho, porque isso não é uma peculiaridade do nosso mercado”, conclui o executivo.

    Indo pelo mesmo caminho, a Metlife ganhou o prêmio da empresa Great Place to Work como uma das melhores empresas para o público feminino. “A seguradora segue na promoção de discussões relacionadas à diversidade, em especial, sobre pessoas com deficiências, orientação sexual e empoderamento feminino. Nosso objetivo é buscar o fortalecimento das diferenças, na abertura de diálogos para que os colaboradores exerçam suas habilidades com maestria e atinjam todo o seu potencial”, afirma Daniela Dall´Acqua, diretora de RH.

    A executiva alerta sobre os desafios que a seguradora enfrenta ao pautar um ambiente mais diverso. “Hoje temos várias gerações no mercado de trabalho e precisamos de um olhar atento para rever a forma como organizamos o negócio e conduzimos a relação com nossos colaboradores. A pauta precisa estar ativa em todos os fóruns, não apenas em iniciativas internas de diversidade. Com isso, conheceremos melhor as necessidades dos nossos clientes e parceiros para atuarmos de forma mais ativa”, aponta.

    Daniela conclui e ressalta a importância do ambiente diverso. “É mais agradável trabalhar com a multiplicidade do que se rodear de pessoas que são exatamente iguais a você. Proporcionar um local de trabalho no qual as pessoas se sentem mais à vontade para serem elas próprias traz um enorme impacto motivacional. É bom para o indivíduo, para os negócios e para a sociedade”.

  • Sompo apresenta na Reatech seguro inédito no Brasil


    Fonte: Revista Apólice

    A Sompo Seguros leva à Reatech, Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade, o único seguro que tem como objetivo atender Pessoas com Deficiência (PcD) ou mobilidade reduzida, a exemplo de idosos, que necessitam de equipamentos de tecnologia assistiva.

    A companhia vai receber os visitantes em seu estande para apresentar o Seguro Equipamentos de Mobilidade, que indeniza o custo com reparos ou reposição de equipamentos tais como cadeiras de rodas, triciclos com propulsão pelas mãos e próteses em caso de ocorrências de causa externa, a exemplo de quedas, impactos, colisões, atropelamentos, assaltos à mão armada etc.

    “A seguradora tem como missão ‘Gerar bem-estar e proteção à sociedade e prover serviços da mais alta qualidade’. Com base nessa premissa, nossa área de Inovação desenvolveu o produto, que já foi reconhecido com premiações em nosso segmento de atuação”, lembra Marcio Martinati, superintendente responsável pela área de Equipamentos de Mobilidade.

    Além de ser o primeiro seguro com esse tipo de cobertura no Brasil, o produto também é o primeiro da empresa em todo o mundo com essas características.

    Além das coberturas, o produto conta com um Plano de Assistência 24 horas com serviços voltados a atender às necessidades específicas de PcDs ou com mobilidade reduzida. Entre os serviços estão: Táxi Emergencial, Despesas Médicas por Acidente, Rede de Cuidadores, Recolocação Profissional, Concierge especializado no atendimento de Pessoas com deficiência, Courrier, entre outros.

  • Zurich lança seguro para carros elétricos e híbridos


    Fonte: Revista Apólice

    A Zurich anuncia oficialmente que passa a oferecer seguro para carros elétricos e híbridos (tecnologia que combina motor a combustão com elétrico) com cobertura em todo território nacional. Na Europa a seguradora já comercializa em Portugal, Suíça e Inglaterra, por exemplo.

    “Usamos a expertise que o Grupo já tem na Europa para desenvolver um produto local. Estamos em constante contato com os demais países onde atuamos. Em Portugal, nossa inspiração principal, a cobertura foi lançada em 2018”, conta Priscilla Magni, superintendente de Automóvel.

    “O uso de veículos elétricos e híbridos vem aumentado no Brasil e sabemos que esse é o futuro. O novo seguro vai de encontro com a estratégia de inovação e as visões de longo prazo e de sustentabilidade da companhia”, completa. A novidade foi anunciada no CQCS Insurtech & Inovação 2019, que conta com patrocínio e participação da Zurich. O evento começou hoje (12) e segue até amanhã (13), em São Paulo.

    A superintendente de Automóvel explica que as coberturas têm alguns diferenciais, entre eles assistência 24 horas; parceria com rede de oficinas especializadas em carros elétricos e híbridos; e cobertura para os cabos de carregamento (opcional). Já as demais coberturas para casos de colisão, roubo e incêndio são semelhantes às do seguro de automóvel convencional (abastecidos com combustível).

    Ela também conta que o preço do seguro para carro elétrico é competitivo e bem similar ao valor do seguro para veículo convencional, e pode variar de acordo com o perfil do cliente e o modelo do automóvel. “Os carros elétricos e híbridos são pequenos, ágeis e têm boa aceitam na geração millennial”, afirma Priscilla. Sobre a expectativa de procura por esse novo seguro, o executivo está confiante que haverá uma grande procura conforme amplie a frota de carros elétricos no país.

    Frota de carro elétrico e híbrido no Brasil

    Segundo dados do Denatran, circulam cerca de 7.120 carros elétricos e híbridos hoje no Brasil. E dados da Anfavea – Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores mostram que a venda de carros elétricos ou híbridos representa 0,05% do total de veículos comercializados no país. A previsão é que esse índice passe para 2,5% em 2026, quando a expectativa é a de ter 100 mil elétricos nas ruas brasileiras.

    Com isso, essa frota brasileira seguirá uma tendência mundial. Um recente levantamento da Bloomberg New Energy Finance (BNEF) aponta que os veículos elétricos devem passar de 2 milhões para 56 milhões de unidades até 2040, o que constituirá mais da metade da frota de veículos no mundo. No ano passado, a projeção da BNEF era de que os modelos movidos a eletricidade pudessem representar 55% das vendas dos veículos de passeio. Já neste ano, a estimativa é de que esse número passe para 57% em duas décadas.

  • Contra a preguiça: seguradoras promovem ações em prol da prática esportiva


    Fonte: Revista Apólice

    A Copa do Mundo no Brasil passou e as Olimpíadas, também. O legado que ficaria após a realização dos eventos esportivos pelo Brasil, pouco se viu. Seja no projeto urbano, no trânsito de pessoas ou até mesmo na utilização das arenas multiuso. O subaproveitamento, alinhado à má gestão de recursos, respingam naqueles que deveriam ser os mais beneficiados disso, a população.

    Na contramão, o mercado de seguros é campeão na promoção de eventos que valorizam a prática esportiva. A SulAmérica, por exemplo, promove a Up Night Run. “Acreditamos que a democratização do acesso ao lazer e à cultura são fundamentais para o desenvolvimento do bem-estar e da cidadania, dois temas de extrema importância para a seguradora”, comenta a superintendente de Eventos da companhia, Ana Marmo.

    Famosa por patrocinar times de futebol, vôlei e basquete, a Unimed passa a tradição para as filiais da rede. A sucursal de Londrina segue os mesmos passos da matriz: além de incentivar os colaboradores a assistirem a Copa do Mundo de Futebol Feminino, colabora com desenvolvimento do esporte na região. “A Unimed Londrina sempre preza pelo bem-estar e a adoção de hábitos saudáveis e o esporte contribui muito para valorizar esses dois pilares da marca. Por isso, desenvolvemos ações para os nossos públicos que estimulam a prática de esporte e atividade física”, relata Omar Genha Taha, diretor-presidente da empresa.

    Na promoção do Circuito da Longevidade, uma corrida de rua que passa por várias cidades brasileiras, o Grupo Bradesco Seguros não fica para trás na questão esportiva. A intenção do evento esportivo é levar um outro olhar sobre a melhor idade. “Para o Grupo, a longevidade tem a ver com estar bem, aprender constantemente, ter qualidade nas relações sociais e se preparar financeiramente para os muitos anos de vida que teremos pela frente. Tem a ver com o presente, com o agora, e não com o distante fim da vida”, revela Alexandre Nogueira, diretor de Marketing do Grupo.

    Segundo a Sociedade Europeia de Cardiologia, a atividade física entre os mais velhos produz vários benefícios, inclusive a diminuição em 50% do risco de problemas do coração em quem tem mais de 65 anos. “Este projeto busca sensibilizar a população brasileira sobre a importância da atividade, com provas de corrida (6km) e caminhada (3km), Fórum da Longevidade e o Diálogos da Longevidade, eventos que estimulam o debate sobre a longevidade e discussões de como conquistar um envelhecimento ativo”, alega Nogueira.

    Sedentarismo

    Um oponente difícil de ser batido nessa competição tem sido o sedentarismo. Segundo uma pesquisa do IBGE, pouco mais de 45% da população brasileira não pratica esportes. O número é ainda mais assustador quando analisamos por gênero, pois mais da metade das mulheres, 50,4%, não praticam esporte.

    A mudança de hábitos na rotina pode acontecer nas coisas simples, como começar a andar mais a pé, descer um ponto de ônibus antes, ir de escadas ao invés de tomar o elevador etc. Tudo isso, ajuda na manutenção da condição física e das pazes com a balança. “A realização de exercícios físicos pode ser uma atividade prazerosa, basta você se arriscar e conhecer os que mais se encaixam em seu perfil e em sua rotina. Mudar um hábito pode parecer difícil, mas basta se esforçar um pouco que tudo é possível”, relata Taha.

  • Inscrições para o 10º Prêmio Melhores do Seguro vão até 30 de junho


    Fonte: Revista Apólice

    Estão abertas as inscrições para 10ª Edição do Prêmio Melhores do Seguro. O objetivo da premiação é reconhecer as ações e empresas que colaboram para o desenvolvimento do mercado de seguros.

    Podem participar corretoras de seguros, brokers de resseguros, administradoras de benefícios, consultorias e grupos de corretores. A inscrição é gratuita e pode ser feita no site www.premiomelhoresdoseguro.com.br. O prazo é até o dia 30 de junho. Para participar, o corretor deve apresentar um case de sucesso da sua corretora. Ele pode ser referente à divulgação de um produto ou a um novo serviço implantado para melhorar a satisfação do cliente.

    “Em 2018, os cases vencedores tratavam de temas diversos, como inovação e gerenciamento de carteira de clientes, passando pelo envolvimento dos colaboradores até a criação de produtos exclusivos”, enumera Francisco Pantoja, diretor executivo da Revista Apólice, promotora da premiação.

    Os cases inscritos serão avaliados por uma comissão julgadora formada por profissionais da comunicação em seguros. Em 2018, foram premiadas 32 empresas, de diversos segmentos. “Para a edição 2019, acreditamos que haverá muitas histórias interessantes a serem contadas pois, em um ano complicado para a economia sempre surgem ideias para driblar as dificuldades”, ressalta Pantoja.

  • Cresce busca por seguros para proteção pessoal no Brasil


    Fonte: Revista Apólice

    Seguro de vida é o que mais registrou procura dentro dessa modalidade de produto e esteve entre as coberturas mais contratadas, com um total de 39% dos prêmios arrecadados.

    Ainda é pequena a parcela de brasileiros que se preocupam em fazer algum tipo de seguro antes de sofrer um sinistro. A verdade é que ninguém gosta de pensar no pior ou que algum acontecimento infeliz poderá acontecer. Porém, seguros de proteção pessoal, residencial e automóvel são fundamentais nos dias de hoje com o cenário crescente de roubos e desemprego e devem ser inseridos no planejamento financeiro de qualquer família.

    Segundo dados recentes apontados pela FenaPrevi, em 2018 as contratações de seguros para proteção pessoal (seguro de vida, seguro de acidentes pessoais, prestamista, entre outras modalidades) somaram R$41,4 bilhões. Esse valor é 9,4% maior aos R$37,9 bilhões registrados em 2017.

    No mesmo período as indenizações pagas pelas seguradoras totalizaram R$9 bilhões contra R$8,7 bilhões em 2017. “Os seguros de pessoas são instrumentos importantes de proteção social e ajudam a preservar as conquistas materiais e financeiras das famílias”, diz Jorge Nasser, presidente da entidade.

    O seguro de vida é o que mais registrou procura dentro dessa modalidade de produto e esteve entre as coberturas mais contratadas com 39% dos prêmios arrecadados (valor pago pelos segurados para contratar a proteção dos seguros). Na categoria vida individual os prêmios foram de R$3,5 bilhões, alta de 24% em comparação aos R$2,8 bilhões de 2017. Já o seguro de vida em grupo movimentou R$11,5 bilhões no ano passado, resultado 6% superior aos R$10,9 bilhões em 2017.

    “A cada dia que passa os seguros pessoais crescem. A nova geração de consumidores tem uma percepção melhor da grande necessidade de se obter um seguro deste tipo. A preocupação na busca por seguros aumenta principalmente após o casamento e nascimento do primeiro filho. Atualmente, com o grande índice de violência urbana, surgimento de novas doenças, acidentes de trânsito e de trabalho, as pessoas sentem uma necessidade maior em se obter uma proteção financeira que resguarde contra riscos de acidentes, invalidez, doenças e até mesmo contra a morte”, avalia Henrique Mol, diretor executivo da rede de franquias Quisto Corretora de Seguros.

    Mol pontua que há uma demanda maior por seguros de proteção pessoal nos meses de outubro e novembro devido ao grande apelo para as campanhas do “Outubro Rosa” e “Novembro Azul”, no qual as seguradoras criam campanhas de vendas para produtos de vida personalizados para homens e mulheres incluindo coberturas específicas para doenças como câncer de mama e de próstata.

    Com o desemprego de mais de 13 milhões de brasileiros, o diretor executivo acredita que esse fato tem impulsionado a procura por seguros de proteção pessoal, pois as pessoas teriam medo de ficarem desamparadas. “O desemprego é um “fantasma” que preocupa diariamente milhões de trabalhadores brasileiros. Atualmente, temos vários produtos que garantem indenizações em caso de desemprego, o que faz com que as pessoas se sintam atraídas pelos mesmos. O valor do seguro é tão pequeno se levarmos em conta que é possível deixar garantias de que a família se reestruturará em eventuais dívidas em caso de morte do beneficiário”, afirma.

    O número alarmante de mortes por acidente no início deste ano despertou o interesse das pessoas em contratarem o seguro de vida. “Trata-se de uma forma de garantir que a família do segurado tenha apoio financeiro para se restabelecer, em casos de uma fatalidade. É uma forma de proteger a família e trazer mais tranquilidade. Inclusive, o próprio segurado poderá receber indenização em caso de invalidez ocasionada por acidente ou doença. Claro, que ninguém gosta de ficar imaginando algo do tipo, porém fatalidades podem acontecer e ter a consciência desse tipo de proteção traz mais segurança para que o cônjuge e os filhos não tenham preocupação financeira”, avalia Mol.

    Alta expressiva

    Assim como o seguro de vida, o seguro prestamista (que cobre o pagamento de prestações de compras no varejo no caso de morte, invalidez ou perda involuntária do emprego do titular da apólice) e que representa 30% do setor também apresentou evolução. A modalidade movimentou R$11,3 bilhões no ano passado, resultado 19% maior ao alcançado em 2017 quando registrou R$9,5 bilhões.

    Já o seguro de acidentes pessoais teve a terceira maior representatividade do total de prêmios (15%) somando R$5,6 bilhões, enquanto que em 2017 o acumulado foi de R$5,3 bilhões.

    O seguro auxílio funeral também esteve entre os seguros mais procurados. Durante o ano de 2018 os prêmios foram de R$602,2 milhões com alta de 10,4%. No ano anterior, os prêmios foram de R$ 545,3 milhões.

  • Conheça as diferenças entre seguro aluguel, fiador e caução


    Fonte: Revista Apólice

    Na hora de alugar um imóvel, é importante esclarecer as principais dúvidas sobre as opções disponíveis de garantias locatícias para não haver prejuízos.

    Para quem está procurando ou anunciando um imóvel para alugar, é comum ficar em dúvida na hora de escolher a melhor opção de garantia que vai assegurar o cumprimento do contrato. O seguro aluguel, o fiador e a caução são as principais formas de garantia disponíveis que possibilitam o pagamento do aluguel ao proprietário do imóvel e a tranquilidade para o inquilino na hora de alugar. Para esclarecer as dúvidas a respeito desse tema, Marcos Silva, diretor comercial da sucursal Rio de Janeiro da Porto Seguro, explica as diferenças entre as três opções de garantias locatícias.

    Fiador

    É a pessoa que está disposta a pagar pelo aluguel em caso de uma emergência. Não é exigido grau de parentesco, mas o fiador deve comprovar renda e possuir um imóvel em seu nome e na mesma cidade onde o inquilino deseja alugar.

    Devido à dificuldade de encontrar uma pessoa para ser fiadora e pelo fato de haver necessidade de análise e aprovação da documentação do fiador, esse processo costuma ser um pouco mais lento do que os outros. Além disso, neste caso, em situações de inadimplência, o pagamento é realizado somente após um processo judicial, no qual o proprietário precisa fazer uma notificação sobre a falta de pagamento para poder receber os valores em atraso.

    Caução

    Nesta opção o inquilino deve realizar um pagamento adiantado na hora de alugar o imóvel, o valor combinado pode ser equivalente a até três meses de aluguel e deve estar previsto em contrato. Ao término do contrato, caso não haja danos no imóvel e nenhuma necessidade de reparos, o valor pago para a garantia é devolvido ao inquilino.

    Seguro Aluguel

    O seguro aluguel substitui a figura do fiador e transfere a responsabilidade do pagamento do aluguel para a seguradora, em caso de inadimplência. O processo é mais ágil e desburocratizado e não há necessidade de comprovação de renda e envio de documentação. Além disso, o segurado conta com uma série de coberturas adicionais que ampliam as garantias para inquilino, proprietário e imobiliária.

    Garantia de Aluguel (nota da redação)

    Este é um produto de capitalização contratado pelo locatário tendo como beneficiário o locador do imóvel, para ser acionado em caso de inadimplência. Além o valor de face do título de capitalização, ele oferece sorteio de prêmios em dinheiro. Os produtos desta linha já oferecem serviços de assistência 24h para o imóvel.

  • Curso para formação de Corretores de Vida e Previdência em todo o País


    Fonte: Escola Nacional de Seguros

    Para comercializar Seguros de Vida e Planos de Previdência Complementar, o corretor de seguros deve estar tecnicamente preparado com conhecimentos específicos sobre esses dois segmentos. Somente assim saberá oferecer o melhor atendimento aos seus segurados, aconselhando-os com as coberturas mais adequadas.

    A formação do corretor de seguros é atribuição da Escola Nacional de Seguros (ENS), que, no momento, oferece vagas para o Curso para Habilitação de Corretores de Seguros na modalidade Vida e Previdência. Vale lembrar que a formação completa exige conhecimentos também nas áreas de Capitalização e Demais Ramos do Seguro.

    As aulas têm início marcado entre 20 e 30 de maio, dependendo de onde o aluno for estudar. Anápolis (GO), Araguaína (TO), Cascavel (PR), Cuiabá (MT), João Pessoa (PB), Manaus (AM), Mogi das Cruzes (SP), Salvador (BA), Teresina (PI) e Uberlândia (MG) são algumas dentre as 34 localidades que receberão o curso.

    O programa tem duração de 96 horas/aula e tem como pré-requisito o curso de Capitalização. Informações como investimento e conteúdo programático podem ser obtidas no endereço sercorretor.com.br.

    As matrículas devem ser efetuadas diretamente nas secretarias das Unidades da Escola, os endereços estão disponíveis no site ens.edu.br.

  • Mercado incentiva atuação dos corretores de planos de saúde


    Fonte: Revista Apólice

    Em momento oportuno, corretoras de benefícios e operadoras de saúde apostam na formação profissional de corretores e interessados em iniciar no ramo.

    O corretor de planos de saúde é o profissional habilitado, que possui entre suas atribuições, a função de intermediar a contratação dos planos de saúde e odontológicos. Comprometido em prestar uma consultoria completa de custo-benefício, oferece para o cliente um serviço de qualidade, atendendo às suas necessidades e expectativas, além de aconselhar e dar suporte técnico após a concretização da venda.

    “A forma de atuação é variada podendo ser exercida em regime CLT ou de forma autônoma através de RPA ou CNPJ, sendo este último o modelo mais comum, em virtude da remuneração ser mais atraente. Portanto, os corretores de planos de saúde, em sua grande maioria, não cumprem horário nem estão obrigados a manter fidelidade a uma única plataforma de vendas”, relata Rosa Antunes, presidente da Acoplan e diretora da Viacorp Corretora de Seguros. Segundo ela, é bastante comum, inclusive, corretores que desempenham essa função paralelamente a outra atividade, como forma de ganhar um dinheiro extra no fim do mês. “Mas há também aqueles especialistas, que se dedicam exclusivamente à corretagem de planos de saúde”, diz.

    É o corretor quem vai até o cliente, conversa sobre as necessidades e apresenta as opções de planos de saúde mais adequadas. “O corretor também auxilia o cliente no preenchimento das propostas físicas ou online e os leva ou transmite para a corretora, como a empresa faz, por exemplo. A corretora realiza uma revisão do contrato para posterior implantação na operadora. Assim que o contrato é cadastrado, é gerado um boleto diretamente para o cliente, que ao pagar, faz com que a operadora identifique a plataforma e proceda o devido repasse para o corretor, que recebe seu comissionamento”, conta a especialista.

    Esse mercado pode ser muito promissor para o corretor. A remuneração é por comissionamento com base na produtividade. De acordo com Rosa, cada operadora paga um comissionamento diferente, com base nos seus custos comerciais e, dependendo da necessidade de cada uma em volume de vendas, quanto maior a comissão, mais será atrativa e despertará o interesse do corretor em promover aquele determinado plano de saúde. “Os ganhos podem variar dependendo também do tempo de carreira do profissional. Corretor iniciante consegue ganhar em torno de R$ 2.500,00 podendo faturar até R$ 50.000,00 em virtude da experiência e do volume da carteira”, afirma.

    Para a presidente da Rosa, as vantagens de atuar como corretor de planos de saúde é que o profissional é o seu próprio chefe, possuindo horários flexíveis e trabalhando de forma independente; tem rotina desafiadora, devendo usar sua persuasão, carisma e organização para prospectar seus clientes, pois dele depende o sucesso do negócio; e é financeiramente gratificante, podendo obter uma sólida carreira no setor.

    “Com os períodos de crise, grande parte da população deixou de ter planos de saúde, mas agora o mercado está aquecido. A tendência é voltar crescer e os usuários que deixaram de ter comprar novamente. Criatividade às operadoras de planos de saúde não está faltando, há duas delas com produtos ambulatoriais que irão competir diretamente com as clínicas populares. Os corretores que já atuam no setor devem investir em mais treinamentos na saúde e ampliar o leque de produtos, como o odontológico e o seguro de vida, para esse novo momento, pois exige mão de obra mais qualificada. A tecnologia é nossa aliada e trará mais benefícios para o setor”, finaliza.

  • A importância do planejamento em uma corretora de seguros


    Fonte: Revista Apólice

    Executivo fala sobre etapas que precisam ser planejadas e executadas dentro de uma seguradora, servindo como plano de ação para quem quer dar um passo e iniciar um ciclo como empresário.

    Com objetivo de auxiliar os corretores de seguros que desejam se tornar pessoa jurídica, o CEO do Grupo Pentagonal Seguros, Bernard Biolcini, relacionou uma série de etapas que precisam ser planejadas e executadas em uma corretora de seguros.

    ”Atualmente, empreender no Brasil não é uma tarefa fácil. Dar continuidade a essa finalidade requer não só investimento financeiro, é preciso ter muita atenção em cada tomada de decisão para não haver equívocos. Quando mencionamos o setor de seguros em ramos a serem comercializados e a quantidade de seguradoras disponíveis na gestão de atendimento ao corretor, temos que ter em mente toda amplitude do relacionamento com os seus executivos”; explicou.

    Balanço anual

    A retrospectiva do ano anterior pode auxiliar não só ao equilibrar as contas, mas a avaliar os acertos e os erros durante a caminhada profissional, para que os mesmos não se repitam. Verifique todas as ações postas em prática no último ano e faça um comparativo entre o crescimento dos números, da composição da carteira de segurados e da entrada de novos clientes.

    Plano de Metas

    Traçar metas não se resume em inserir uma relação de ações a serem concluídas somente no papel. Tenha em mente que para a sua empresa crescer de tamanho, é preciso planejar e executar os objetivos a serem realizados.

    Gestão Financeira

    O planejamento, a análise e o controle das atividades financeiras da empresa são fundamentais, pois determinam onde e como a receita é aplicada para equilibrar as finanças. É preciso priorizar esse quesito, porque muitas vezes a corretora desenvolve a comercialização de apólices, adquire novos clientes, foca no comercial e esquece que sem caixa, não há o que produzir ou vender.

    Gestão de Pessoas

    As atividades de umas empresas e todas suas composições iniciam na atuação dos seus colaboradores. Em uma corretora de seguros não seria diferente. Quando falamos em gestão de pessoas, envolvemos todos que fazem parte da empresa, desde o gestor aos seus funcionários. Manter a equipe alinhada quanto ao objetivo que precisa alcançar, é essencial para que a produção do trabalho tenha sucesso. Portanto, é necessário investir em qualificação e satisfação no trabalho.

    Gestão Comercial

    A área comercial é a mola propulsora do funcionamento de uma corretora de seguros. Para sobreviver, é preciso comercializar apólices e planejar uma meta em relação ao fechamento dos contratos. Ao conduzir todo processo de vendas numa corretora de seguros, é preciso ampliar o relacionamento nas seguradoras e alinhar toda equipe que atua no comercial. Fazer o acompanhamento do plano de vendas e atuar para que o mesmo seja executado requer dedicação e persistência de todos os envolvidos.

    Tecnologia

    No setor de seguros, a tecnologia está presente em todos os debates. Com a finalidade de facilitar o expediente a corretora de seguros, investir em sistemas que organize os dados dos processos de gestão de vendas, administrativo, financeiro, dentre outros, é primordial como ferramenta facilitadora, proporcionando perspicácia em todas as etapas de conclusão do trabalho em cada setor. Buscar informações com um profissional pode ajudar na escolha de qual estratégia aplicar.

    Fidelização da carteira de clientes

    Um dos grandes desafios de uma corretora de seguros atualmente é fidelizar seus segurados. As seguradoras oferecem seguros em diversos ramos e com preços onde nem sempre são satisfatórios em alguns casos. Implantar um setor que cuide das renovações e trabalhar para a criar um pós-vendas eficaz, auxilia na hora de fazer com que o cliente perceba a importância da sua empresa prestar a consultoria em seguros para seu benefício e da sua organização, quando os mesmos são empresários.

    Investimento em estratégias de Marketing

    A criação de um conteúdo relevante voltado para o público alvo no qual a corretora quer atingir, pode auxiliar na comunicação com os clientes. Ferramentas de marketing digital quando são eficazes, pode fazer toda diferença no suporte ao departamento comercial da corretora. Verifique todas as possibilidades dentro do marketing que possa agregar para o seu negócio e nunca hesite em investir, independente de qual estratégia escolheu.

  • Valor do seguro dos carros mais vendidos do Brasil no mês de abril


    Fonte: Revista Apólice

    A Minuto Seguros realizou um estudo com base na lista divulgada pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) com os carros mais vendidos no Brasil em março. O Onix, da Chevrolet, continua na liderança e teve o seu melhor mês de vendas em 2019: 19.619 unidades. O HB20, que já se consolida na segunda posição, teve 10.386 unidades comercializadas, cerca de 15% a mais que o mês de março. Desde janeiro as vendas do hatch da Hyundai vêm crescendo: de 7.249 em janeiro, saltou para 8.055 em fevereiro e atingiu 9.051 unidades em março. O KA, terceiro carro mais vendido do mês e do ano, teve um crescimento nas vendas: saiu 8.341 e foi para 8.772 em abril. Só que, mesmo com um bom mês de vendas, os dois veículos não ultrapassaram a quantidade de comercialização do Onix: 19.619 do hatch da Chevrolet contra 19.158 dos dois veículos.

    Em abril, o preço médio do seguro do Onix, entre as cinco capitais cotadas, foi de R$1.922 para o público masculino. A queda, em comparação ao mês de março, é de cerca de 5%, quando o valor estava R$2.017. A queda do preço no seguro para o Onix se dá, principalmente, pela queda do preço do modelo na capital paulista, já que em abril, o valor médio é de R$1.118, o menor entre as cinco capitais cotadas. Além disso, esse valor em São Paulo foi o menor do ano. Em comparação ao último mês, por exemplo, a queda foi de 36%, bem agressiva, já que a média de variação de valores chegava, no máximo, a 5%, para mais ou para menos.

    Sobre o perfil feminino para os preços do seguro do Onix, elas se mantêm pagando menos do que os homens: R$1.577, valor médio das cinco capitais cotadas e, também, o menor do ano. O valor é R$345 mais barato do que o valor médio pago pelos homens, na média. Para as mulheres, o valor da capital paulista também foi o menor entre as cinco capitais cotadas.

    O Kwid, da Renault, teve um excelente mês de vendas e por menos de 1.500 unidades não passou o Ford KA e entrou no TOP3 dos mais vendidos do mês. O mini SUV ficou na quarta posição com a venda de 7.319 unidades. Outro ponto positivo para o Kwid foi em relação ao preço médio do seguro, que ficou em R$1.800 nas cinco capitais cotadas. O público feminino teve uma média de valor mais baixa, de R$1.657.

    O Ford KA, terceiro carro mais vendido do Brasil, teve aumento nas vendas, mas ainda assim, não foi suficiente para alcançar o HB20: foram 431 carros a mais, o que totaliza 5%. Além disso, a Ford pode comemorar pois, pela primeira vez, o Ford Ka Sedan entrou na lista dos mais vendidos do país, ficando na nona posição, com 5.610 unidades, superando, inclusive, o Novo Polo, que ficou em décimo com 5.073 carros comercializados.

    A Ford viu outra boa notícia que pode impactar positivamente as suas vendas para o próximo mês. O preço médio do seguro do KA para os homens foi de R$1.826, mais baixo que os R$1.899 de março. Já para as mulheres, outra queda significativa: para as mulheres de R$1.711 para R$1.502, algo em torno de 12%. Além disso, os moradores da capital paulista podem pagar no seguro do KA, valores abaixo de mil reais. Para os homens, com perfil médio de 35 anos, o valor ficou R$742,96, já para as mulheres, com o mesmo perfil, o preço ficou em R$735. É a primeira vez que um carro que está no TOP3 ficou com valor médio abaixo dos mil reais.

    O preço do seguro médio do Ford KA, por mais um mês, foi o mais barato entre os três modelos mais vendidos do Brasil: R$1.522 para mulheres e R$1.826 para homens. O segundo lugar permanece com o Onix, com R$1.577 para as mulheres e R$1.922 para homens.

    Análise do preço do seguro dos mais vendidos

    A somatória dos 10 carros mais vendidos do Brasil continua apontando crescimento: em janeiro foram 70.889 comercializações; em fevereiro 71.694; em março, o número bateu 76.039 unidades; e em abril, 83.238. Em comparação com janeiro, por exemplo, a venda dos dez modelos mais comercializados do Brasil cresceu 17%. O preço do seguro médio desses 10 veículos ficou no valor de R$2.155 para os homens e de R$1.756 para as mulheres. Para ambos os sexos houve redução nos valores, 19% para as mulheres e 13% para os homens. O seguro, no mês de abril, ficou mais baixo em diversos sentidos e para diversos modelos de carros.

    Quem paga menos pelo seguro?

    Dentro destes perfis mencionados pela pesquisa da Minuto Seguros, o preço do seguro para o Kwid é o que apresenta a menor diferença entre as capitais cotadas para homens. O valor mais alto está no Rio de Janeiro com R$2.241 e o menor em São Paulo, por R$1.506, uma distância de R$735. No contraponto de diferença de valores, ainda citando o público masculino, o Renegade é que o que tem a maior diferença entre estados: R$2.914. A mais alta também no Rio de Janeiro, com R$4.113, e a menor em São Paulo, com R$1.119. Para os homens, a capital paulista é a cidade com seguro mais barato para nove dos dez veículos. Nos seguros com valores mais altos, o Rio de Janeiro é a cidade que detém os maiores preços: também nove dos dez modelos. O preço médio do seguro para homens, em São Paulo, cidade com menor custo, para os 10 carros mais vendidos é de R$1.293. Já no Rio de Janeiro, o preço médio foi de R$2.822.

    No perfil feminino, o Kwid também foi o que apresentou a menor diferença entre as capitais cotadas, com uma diferença de R$700, do valor mais alto, que está no Rio de Janeiro, com R$1.968, para o mais baixo, que está em São Paulo, com R$1.268. Falando agora sobre a distância de valores mais alta, o Renegade ficou com a maior: R$2.109. A maior no Rio de Janeiro, com R$3.248 e a menor, também em São Paulo, com R$1.139. No âmbito do público feminino, São Paulo foi a cidade com o seguro mais barato para todos os modelos. Já os valores maiores estão concentrados no Rio de Janeiro, também, com todos os carros por lá. O preço médio do seguro em São Paulo, para as mulheres, ficou com R$1.150 e no Rio de Janeiro, R$2.241.

    Para realizar o estudo, a Minuto Seguros considerou como perfil um condutor homem e uma condutora mulher, de 35 anos, ambos casados. Foram avaliados os preços dos seguros em cinco capitais (São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Teresina e Palmas).

  • Embriaguez ao volante, um prejuízo para toda sociedade


    Fonte: Revista Apólice

    Nos contratos de seguros, a embriaguez ao volante constitui o chamado agravamento de risco. A conduta aumenta probabilidade de ocorrência do sinistro e da severidade do dano decorrente.

    O motorista que conduz veículo automotor sob o efeito de bebida alcoólica pratica um ato ilícito e reconhecidamente perigoso. Nos contratos de seguros, a embriaguez ao volante constitui o chamado agravamento de risco. A conduta aumenta de forma considerável a probabilidade de ocorrência do sinistro e da severidade do dano decorrente. Portanto, é passível de exclusão da cobertura securitária, conforme o Artigo 768 do Código Civil. Esse tem sido um tema recorrente na justiça, nos processos em que se discute a responsabilidade pelo pagamento de indenizações envolvendo acidentes de trânsito.

    Mesmo que não exista intenção de agravar o risco por parte do segurado, a embriaguez ao volante torna o risco previsível. Quando o próprio contrato dispõe que tal comportamento importa na exclusão da cobertura, a conduta é violação manifesta ao princípio da boa-fé. Sob esse aspecto, causa perplexidade a decisão tomada pelo Superior Tribunal de Justiça em Novembro de 2018, no julgamento do Recurso Especial 1.738.247, sob relatoria do ministro Ricardo Villas Bôas Cueva.

    A Terceira Turma do STJ decidiu pela “ineficácia para terceiros” (garantia de responsabilidade civil) da cláusula de exclusão da cobertura securitária na hipótese de o acidente de trânsito advir da embriaguez do segurado ou de quem este confiou a direção do veículo. Segundo o relator, “solução contrária puniria não quem concorreu para a ocorrência do dano, mas as vítimas do sinistro, as quais não contribuíram para o agravamento do risco”. Com esse entendimento, o STJ manteve o pagamento de indenização a terceiro que teve o caminhão atingido pelo veículo do segurado, conduzido por motorista alcoolizado.

    O acórdão da Corte vai na direção contrária da decisão tomada no âmbito do Recurso Especial 1.485.717/SP, do mesmo relator. Ela também se opõe ao que foi decidido no processo em que se discutia apólice de responsabilidade civil de terceiros, no Resp 1.441.620, de relatoria da Ministra Nancy Andrighi, que abordou a questão sob a ótica da função social do contrato e do impacto que o tema carrega.

    O contrato de seguro tem função de socialização dos riscos e, como todo contrato, é pautado pela boa-fé que deve ser inerente aos contratantes. Esse é um dever amplamente discutido e demonstrado pelos ministros nos acórdãos mencionados. O mutualismo, outro princípio inerente ao contrato de seguro, tira a análise de tal modalidade contratual do âmbito eminentemente privado. Na ocorrência de sinistro, o impacto financeiro não é somente das seguradoras, mas sim de toda a massa de segurados que de forma desproporcional arcam com o pagamento do dano.

    A embriaguez na direção de veículos automotores vem sendo reprimida pelo Estado através da criminalização da conduta e pelo apelo público da imprensa, que demonstra o perigo e letalidade de tal imprudência. Estudos científicos comprovam que o motorista, quando embriagado ou drogado, tem reduzidos o discernimento e os reflexos imprescindíveis para a direção de veículos.

    O segurado (pessoalmente ou através de preposto), ao dirigir o veículo embriagado, assume o risco de causar o sinistro (dolo eventual), deliberadamente aumenta o risco da seguradora e, por via reflexa, da massa de segurados. A ação de dirigir o veículo sob o efeito de álcool não foi calculada pela seguradora e, portanto, não incluída no valor do prêmio pago. A embriaguez ao volante ofende a mutualidade do contrato de seguro, a boa-fé objetiva, o princípio da confiança no trânsito, é infração administrativa e crime tipificado pelo Artigo 306 da Lei 9.503/97.

    É crime de perigo abstrato e de mera conduta, que se caracteriza pelo simples fato de o agente conduzir veículo automotor em estado de embriaguez, independentemente do resultado. Ou seja, a tipificação penal visa à garantia da paz social.

    O resultado pode ser visto nos atendimentos do SUS, no pagamento do seguro DPVAT, nos custos da segurança pública e no próprio Judiciário, que é instado a se manifestar ora em uma visão superficial de interpretação contratual, ora como poder responsável pela pacificação social. O Judiciário deveria se posicionar vedando o “prêmio” ao segurado imprudente que causa tamanho impacto a toda a sociedade.

    Como observado pela ministra Nancy Andrighi no Resp 1.441.620: “O argumento de que a ineficácia de tal exclusão de cobertura advém da função social do seguro de responsabilidade civil, uma vez que se privilegia a vítima e não o causador do dano, não é de todo sustentável, na medida em que a vítima recebe da seguradora. Mas, com isso, o causador do dano se abstém de pagar, ainda que no limite da cobertura da apólice. As consequências disso são, portanto, a facilitação de conduta danosa intencional – destacando-se aqui que a conduta de vitimar alguém em acidente de trânsito em caso de embriaguez do segurado pode não ser considerada dolosa, vez que não há intenção de matar, mas que dirigir em situação de embriaguez, sim”.

    Com esse artigo, procura chamar a atenção para a incongruência entre as ações do poder público no tocante ao perigo e às consequências desastrosas da embriaguez no trânsito e para as decisões contraditórias do Poder Judiciário acerca da cláusula de exclusão contratual em razão da embriaguez, seja nas apólices de seguro de automóvel seja nas de responsabilidade civil.

  • Qual deve ser a real missão do corretor de seguros?


    Fonte: Salvador Franco - Visafran

    Um profissional moderno e atualizado, que tem por missão não apenas vender ou oferecer um produto de seguro, mas disponibilizar a mais completa assessoria de proteção ao seu cliente.

    Há alguns anos atrás, o canivete era a ferramenta mais eficaz que poderíamos ter nos momentos de emergência. Embora tenha muitas funções e esteja disponível para ser usado nas mais diversas situações, muitas vezes, não aproveitávamos todos seus recursos, seja por desconhecê-los ou mesmo por displicência.

    Salvador Franco

    Hoje, talvez, a imagem que podemos ter de algo muito importante é o celular: podemos utilizá-lo para ligar e falar, consultar algum assunto na internet, receber mensagens, trocar e-mails, fotografar, agendar compromissos, usá-lo como despertador, ouvir música, assistir filmes e muitas outras funções que teremos de descobrir.

    Tendo em isso em mente, podemos usar esse paralelo para pensar o corretor. O profissional moderno e atualizado tem por missão não apenas vender ou oferecer um produto de seguro, mas disponibilizar a mais completa assessoria de proteção ao seu cliente, visando a minimização dos seus riscos quer seja empresarial, pessoal, profissional ou de responsabilidade. Esta missão exige maiores e melhores conhecimentos dos corretores, dos métodos de proteção para cada segmento que se deseja atender.

    Alguns corretores têm desenvolvido trabalhos em nichos específicos para atender aos profissionais liberais, como médicos, dentistas, advogados, cartorários etc. O objetivo é protegê-los de eventuais falhas profissionais ou ainda dar a proteção adequada à sua família nos casos de falecimento ou impossibilidade de continuar a exercer suas tarefas com consequência da perda de renda.

    Para as pequenas e médias empresas, também deve ser desenvolvido o conhecimento das suas necessidades operacionais e seus riscos, sejam eles patrimoniais, na área de responsabilidade civil de suas operações, empregador, produto ou ainda na proteção e garantia de seus colaboradores.

    Como nos exemplos citados acima: tanto do canivete suíço quanto do celular, o corretor de seguros se tornou multifacetado sabendo a importância de investir e desenvolver junto com o mercado segurador produtos e garantias a fim de minimizar os eventuais prejuízos possíveis. A busca deve ser constante e incessante.

  • Generali anuncia parceria com Lojas Americanas


    Fonte: Revista Apólice

    Empresa terá exclusividade de cinco anos para distribuir seguros de smartphones nos pontos de vendas da rede varejista.

    A Generali terá exclusividade de cinco anos para distribuir seguros de smartphones nos pontos de vendas das Lojas Americanas. A parceria se dá em duas modalidades: a primeira é o seguro de Roubo ou Furto Qualificado com cobertura de quebra acidental para smartphones e tablets adquiridos na rede. Há também a opção do seguro para quem possui aparelhos com até 12 meses de uso (comprovado via nota fiscal da compra).

    As Lojas operam em dois formatos: tradicional e express, além do modelo de conveniência, em desenvolvimento. A rede varejista também conta com a plataforma de serviços +AQUI, que oferece cartão de crédito e de conteúdo, empréstimo pessoal, vales presentes e seguros. “Esse é mais um passo para o crescimento da +AQUI, que segue buscando parceiros, destaques em seus setores de atuação, para atender cada vez melhor as demandas dos clientes”, explica Carlos Padilha, diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Lojas Americanas.

    “Estamos muito entusiasmados com a oportunidade de desenvolver nosso relacionamento com a rede e dar um passo significativo no mercado brasileiro de seguros de consumo em massa”, afirma Claudia Papa, head de Mass Channels da Generali. “Tenho certeza que essa parceria solidificará ainda mais o modelo de negócios que a área de massificados vem construindo e, certamente, a estratégia de B2B2C é um trilho de sucesso para o futuro”.

    Esta parceria conta com os serviços da TRR Corretora, que assessora a rede nos projetos de seguros massificados. “É uma nova etapa para a Americanas, que evoluiu continuamente em suas operações de seguros massificados”, comenta Paulo Davidoff, superintendente de Afinidades da corretora.

    Os dados relativos ao mercado de celulares demonstram o potencial do negócio no Brasil. Segundo a consultoria Teleco, especializada no setor de telecomunicações, o País terminou o mês de setembro de 2018 com 234,3 milhões de aparelhos, alcançando 111,84 celulares/100 habitantes.

    Em relação ao mercado de seguros para celulares, a procura por parte dos consumidores cresce. Segundo levantamento da FenSeg, o montante pago pelos clientes avançou 82% entre 2016 e 2017. O aumento pela procura por este tipo de proteção pode ser explicado pelo alto número de brasileiros que já tiveram um celular roubado ou furtado, que chega a 49%, segundo pesquisa realizada pelo Mobile Time em parceria com a Opinion Box. “Ou seja, é um mercado amplo e com enorme potencial à frente”, conclui Claudia”.

  • Chuvas no Rio: seguradoras atendem pedidos de indenização


    Fonte: Revista Apólice

    Empresas reforçaram equipes de Assistência 24 horas para atender aos segurados que necessitam de ajuda ou tiveram seus bens danificados pelas chuvas e enchentes.

    As seguradoras montaram um plano de contingência no Rio de Janeiro para fazer frente às ocorrências relacionas às fortes chuvas que atingem a cidade desde a noite de segunda-feira (8). As empresas reforçaram as suas equipes de Assistência 24 horas para atender aos segurados que necessitam de ajuda ou tiveram seus bens danificados pelas chuvas e enchentes. A medida vale tanto para as apólices de seguro automóvel quanto residencial, condomínio e empresarial.

    Tokio Marine

    Diante da situação crítica, a Tokio Marine acionou um plano de contingência para tornar ainda mais ágil o processo de atendimento aos segurados da região. Com uma equipe exclusiva de operadores e com vistoriadores alocados em pátio previamente selecionado para concentrar todas as operações, a companhia consegue antecipar os diagnósticos e regulação de sinistros de Automóvel e demais riscos segurados.

    A seguradora tem o compromisso de tomar medidas imediatas que visam amenizar os impactos que possam afetar seus Clientes. A ação, portanto, tem como objetivo viabilizar que, em no máximo 24 horas.

    Mapfre

    Em situações atípicas, como a das chuvas dos últimos dias no Rio de Janeiro, a Mapfre se mobiliza por meio de um plano emergencial de contingência para atendimento imediato aos clientes com danos em seus veículos ou residências. Desta maneira, as vistorias e liberações de indenizações são feitas de forma imediata.

    A abertura de sinistros para carros na cidade aumentou em quase 150%, das 19 horas da segunda-feira (8), quando as chuvas começaram, até meio-dia de terça-feira (9). A maior parte dos casos está relacionada a panes gerais e entrada de água no automóvel.

    FenSeg explica

    De acordo com a FenSeg, a cobertura compreensiva do seguro automóveis – a mais completa, que engloba a maioria das apólices – garante indenização ao segurado em caso de prejuízos provocados por enchentes e eventos climáticos. Nesse caso, proprietários de veículos terão suas perdas cobertas pelo seguro. O pagamento de indenização é feito no prazo de até cinco dias úteis, em média, após a entrega da documentação completa.

    Para entidade, o mais importante é garantir agilidade e segurança no atendimento aos clientes, como forma de minimizar as perdas. Daí a importância de entrar logo em contato com a seguradora e comunicar o sinistro. Basta informar todos os dados do veículo, explicando exatamente o que ocorreu. Além do acesso via central de atendimento, várias empresas já oferecem auxílio pela Internet ou pelo aplicativo do telefone celular.

    O segurado pode ficar confiante. Aquele que contrata seguro não deixará de receber sua indenização por falta de dinheiro em caixa. Para fazer frente aos pedidos de indenização, as seguradoras contam com reservas técnicas e a supervisão da Susep. É importante registrar que as empresas seguradoras são previamente autorizadas a operar de acordo com a legislação vigente, seguindo exigências de patrimônio para garantia do cumprimento de todas as responsabilidades com os seus segurados.

  • Porto Seguro começa a utilizar drones para vistorias de sinistros


    Fonte: Revista Apólice

    A Porto Seguro começou a realizar o processo de vistoria com uso de drones para determinadas situações após sinistros em imóveis residenciais e empresariais. Brasília e Goiás são as primeiras regiões a operarem com a novidade, que contribui para maior agilidade e segurança para o cliente e dos prestadores de serviço em casos de sinistros nestes locais.

    A iniciativa, que reforça o compromisso da Porto Seguro com a inovação e melhora contínua de seu atendimento aos clientes, parceiros e corretores, otimiza o tempo de todos os envolvidos em um sinistro para a averiguação dos danos causados ao local. “O que antes só poderia ser feito com equipamentos de proteção, andaimes, escadas e outros acessórios para chegar em ambientes de difícil acesso, agora pode ser feito por drones. A tecnologia permite averiguar o sinistro com menor tempo, além de maior segurança”, destaca Claudio Cruz, superintendente de Sinistros Patrimoniais e Financeiros da Porto Seguro.

    A implementação dessa novidade deve contribuir para a checagem de sinistros no seguro residencial e empresarial, como desmoronamentos e quebras de telhados, duas modalidades que registraram crescimento em 2018 na seguradora.

    Brasília e Goiás serão as primeiras regiões a receberem os drones, pois são estratégicas para a companhia nessas modalidades. Segundo o IBGE, Brasília foi a unidade de Federação com maior crescimento populacional de 2012 a 2017. A região ampliou 11,4% o seu número de habitantes e contribuiu para que o Distrito Federal atingisse mais de 3 milhões de pessoas, tornando-se a quarta maior capital do país. Além disso, o DF teve quase o dobro da média nacional de renda domiciliar per capita no Brasil. Goiás também é um estado com constante crescimento populacional. Em 2017, os dados do IBGE apontaram para um crescimento de 1,24% de habitantes em relação ao ano anterior e com destaque para a renda domiciliar, que representa a oitava maior do País.

    Em 2018, a seguradora fez alguns ajustes operacionais na comercialização dos seguros patrimoniais, além de campanhas de vendas e reformulação na oferta de benefícios. Esses fatores foram significativos para o crescimento de 4% nos prêmios consolidados dos ramos patrimoniais da empresa no ano. “Para 2019, as expectativas são positivas, já que o mercado de seguros como um todo ainda mantém boas possibilidades e expansão no Brasil. Para atender a essa demanda do setor, é que buscamos o que há de mais inovador e tecnológico no mercado como o uso de drones na averiguação de sinistros”, afirma o superintendente da companhia.

    “A expansão para outros estados deve acontecer em breve, mas ainda não há um calendário definido. As estatísticas de atendimentos a partir dessa implementação, direcionarão os próximos passos para a ampliação geográfica da iniciativa”, completa Cruz.

  • Governo quer trabalhar com setor privado para destravar crescimento


    Fonte: Revista Apólice

    Bom funcionamento dos mercados de seguro e resseguro é fundamental para a retomada da confiança e do desenvolvimento econômico.

    O secretário de Desenvolvimento de Comércio, Indústria e Inovação do Ministério da Economia, Caio Megale, afirmou, na abertura do 8º Encontro de Resseguros do Rio de Janeiro, que o bom funcionamento dos mercados de seguro e resseguro é fundamental para a retomada da confiança e do desenvolvimento econômico.

    Ele ressaltou a importância das reformas de setores essenciais, como a da previdência, para que o Governo volte a ter suas contas equilibradas. Para ele, 2018, apesar da turbulência por conta de ter sido um ano eleitoral, começou a mostrar sinais de leve recuperação, ainda que com uma velocidade aquém da desejada. “Devemos ter confiança no cenário de reformas e na quebra do excesso de regulação, além da agenda de melhorias do ambiente de negócios”, destacou Megale.

    O grande problema se deu pelo crescimento acelerado dos gastos públicos nas últimas décadas, que atingiu um nível de obstrução para o desenvolvimento da economia. “Estamos em uma situação em que não se aceita a volta da inflação nem o aumento dos gastos públicos. A carga tributária precisa ser reduzida, se possível”. Assim como a nova superintendente da Susep, Solange Vieira, Megale defendeu a menor participação do Estado na iniciativa privada e o foco para a resolução de problemas que envolvem a infraestrutura, as questões trabalhistas e a carga tributária, fatores que influenciam negativamente o desenvolvimento econômico.

    O presidente da Federação Nacional das Empresas de Resseguros, Paulo Pereira, mostrou a relevância das conquistas do setor de resseguros, como o assento no Conselho Nacional de Seguros Privados e a inversão do entendimento da Receita Federal sobre o imposto das resseguradoras admitidas. Ele falou sobre a confiança do setor na capacidade do novo Governo de aprovar as reformas necessárias.

    “Vemos como oportunidades os seguros para riscos cibernéticos, que podem atingir valores catastróficos, e o resseguro para o setor de saúde suplementar e previdência. Acreditamos no empenho da Susep em avaliar estas questões”, antecipou Pereira.

    A capacidade de negócios do setor agrícola foi lembrado pelo presidente da FenSeg, Antonio Trindade. Já o presidente da CNseg, Marcio Coriolano, lamentou o avanço lento das melhorias econômicas necessárias para o desenvolvimento do setor.

    “2018 não foi tão bom quanto o esperado, mas criou bases para o desenvolvimento de 2019. O atual Governo já mostrou seu ímpeto reformista e a equipe econômica sinaliza com a aceleração das conversas com o setor privado”. Coriolano apontou que renda, emprego e produto são os alicerces para que o setor de seguros volte a crescer na casa de dois dígitos.

  • Mercado discute o resseguro em meio ao caos do Rio de Janeiro


    Fonte: Revista Apólice

    Mais de 200 mm de chuva castigaram a cidade do Rio de Janeiro no primeiro dia do evento de resseguro, que contou com mais de 700 participantes.

    O 8º Encontro de Resseguro do Rio de Janeiro, organizado pela Fenaber em parceira com a CNseg, acontece em meio a um estado de crise decretado pela Prefeitura do Rio de Janeiro, em virtude ao intenso volume de chuva que caiu sobre a cidade.

    O presidente da Fenaber, Paulo Pereira, lembrou que o crescimento do resseguro é diretamente proporcional ao aumento do Produto Interno Bruto (PIB), e expressou confiança na aprovação das reformas. Pereira citou outros fatores que podem contribuir para o crescimento do setor: oportunidades, como o risco cibernético; a aprovação da nova Lei das Licitações; a simplificação regulatória; e a necessidade de rever a carga tributária das resseguradoras para melhorar sua competitividade. “Enquanto os locais pagam no Brasil 40% de imposto e contribuição social, além de PIS e COFINS, o americano paga 34%, o suíço e alemão pagam 30%, o inglês paga 20%, o irlandês paga 12 % e o de Bermudas zero.”

    CNseg

    Marcio Coriolano, presidente da CNseg, falou sobre projetos que podem influenciar no crescimento do mercado segurador em 2019, como o projeto de seguro de garantia de obras contratuais, uma aposta do setor junto ao novo Governo. Ele informou que existe na Susep um projeto de seguros inclusivos, que podem atingir uma parcela mais significativa da população, mas cujo desenvolvimento depende de mais renda, emprego e produtos mais acessíveis. “É preciso trazer o seguro para perto do bolso das pessoas”, sentenciou Coriolano. Ele lembrou as propostas do setor seguros para 2019 a 2022, que visam contribuir para o desenvolvimento do País e já foram apresentadas ao Congresso Nacional e entregues aos representantes dos poderes executivo e legislativo.

    Seguro-catástrofe – Rubem Hofliger, responsável pela área de soluções para o setor público na América Latina da SwissRe, defendeu a adoção do seguro paramétrico para enfrentamento de catástrofes. “O número de catástrofes naturais cresce em ritmo muito mais rápido do que o crescimento do seguro desses eventos. A cobertura é de cerca de 40%, o que obriga os governos a arcar com os custos de reconstrução e atendimento à população mais vulnerável”. Hofliger explicou que os seguros paramétricos estabelecem em contrato um limite que, quando atingido, dispara um gatilho de pagamento. No caso de chuvas, por exemplo, é possível estabelecer que a partir de determinado índice de precipitação o seguro é acionado. “As vantagens desse produto, ainda pouco usado no Brasil, são a agilidade e a liberdade para alocar os recursos de acordo com as necessidades mais urgentes”, argumentou afirmando que mundialmente, os setores onde o seguro paramétrico mais tem crescido são agricultura e energia, e os governos começam a se interessar pelo produto.

    Contratos – “Princípios da Lei Contratual de Resseguro” foi o tema da palestra de Helmut Heiss, professor do Instituto de Direito de Zurich. Ele trouxe a metodologia utilizada para criação dos Princípios da Lei Europeia de Contratos de Seguros (Pricls), que, segundo ele, não tem a intenção de ser uma lei global, o que demoraria muito. “Há quem diga que ela poderia ser um exemplo modelo para a lei nacional, mas não acho que traria as respostas para tudo. Como a arbitragem pode escolher as regras de direito, que são maiores que o direito como um todo, os Pricls talvez possam ser utilizados, pois são mais sólidos e, portanto, vão além das declarações de juízo”.

    Blockchain – Encerrando o dia, foram realizados dois painéis: Aplicações de blockchain em seguros e resseguro e RC Ambiental. O painel sobre aplicações de blockchain em seguros e resseguros teve como palestrante o chairman da B3i, Anthony Elliott, e como debatedores Marcelo Hirata, diretor de Tecnologia e Inovação do IRB Brasil Re, Keiji Sakaim country head Brazil da R3, e Adilson Lavrador, diretor executivo de Operações, Tecnologia e Sinistros da Tokio Marine Seguradora. Elliott descreveu os benefícios que o blockchain trará para o mercado brasileiro: economia de 30% nos custos de transação, mais eficiência, melhoria na qualidade de informação e maior transparência. Para Elliott, o mundo vive um momento de inflexão, em que “os dados são o novo petróleo”.

    RC Ambiental – O painel técnico sobre RC Ambiental trouxe a evolução do setor nos últimos 10 anos, as mudanças recentes em acionamentos, as oportunidades existentes, tendo como parâmetro os mercados americano e europeu, bem como a complexidade do conceito que ainda gera barreiras. O superintendente da HDI Global, Marcio Guerreiro, mostrou as diversas possibilidades de classificação e monitoramento de riscos que facilitam o processo de subscrição, destacando, sob esse aspecto, as oportunidades de aproximação das companhias de resseguros. Já o Latam Regional Manager da Chubb, Fabio Barreto, abordou as principais diferenças em comparação ao mercado americano que já possui 40 anos. “O mercado de seguros em riscos ambientais é de US$ 22 milhões, enquanto o mercado americano, que é o mais desenvolvido nesse setor, é de US$ 2 bilhões em prêmio”.

    A gerente de responsabilidade civil geral e ambiental da AIG Seguros Brasil, Nathália Gallinari, trouxe uma visão prática, abordando os tipos de acionamentos de sinistros, fazendo um paralelo ao mercado europeu. Segundo ela, a construção civil teve o dobro de acionamentos, com foco em gestão de resíduos de obra, assim como incêndio, seja pelas emissões atmosféricas, seja pela água de rescaldo (usada no combate a incêndios). No Brasil, hoje, 20% dos acionamentos são de efluentes sanitários humanos e biológicos, o que mostra que esse produto está cada vez mais presente em todos os segmentos da economia.