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  • Apólice realiza entrevista exclusiva com o deputado Lucas Vergílio


    Fonte: Revista Apólice

    Durante entrevista para a revista, Vergílio falou sobre a desregulamentação dos corretores de seguro e quais medidas deverão ser tomadas.

    Apólice: A que você atribui esta atitude intempestiva do Governo de desregulamentar a profissão de corretor de seguros?

    Lucas Vergílio: O motivo eu também não sei. Eu acredito que no âmbito da comissão especial nós vamos ter a oportunidade de debater isso e indagar o Governo. Fomos pegos de surpresa, porque a superintendente, durante o Congresso Nacional dos Corretores de Seguros, chegou a citar a autorregulação, que foi um tema que nós levamos para a Susep, uma vez que a autarquia não tem braço para fiscalizar. Estávamos debatendo o texto, mas queríamos conversar. Segundo a Susep, esta foi uma decisão da SPE (Secretaria de Políticas Econômicas do Ministério da Economia).

    Apólice: O Ibracor poder fiscalizar os corretores muda alguma coisa?

    Lucas Vergílio: O Ibracor (Instituto Brasileiro dos Corretores de Seguros) é a única autorreguladora autorizada, criado pela Lei Complementar 137, como braço autorizado pela Susep. A circular número 3 foi uma saída para dar uma resposta rápida para uma condição que o próprio órgão viu que foi errada, açodada. Isso aconteceu para que não haja um limbo. A Fenacor e os Sincor’s estão estudando uma solução para o CNSP (Conselho Nacional de Seguros Privados). Enquanto isso, temos a Comissão Especial mista do Senado e da Câmara para tratar do tema.

    Apólice: Este debate político não é um processo demorado?

    Lucas Vergílio: A MP tem prazo de 120 dias. Se ela não for votada, ela caduca e cai.

    Apólice: A MP é muito abrangente e trata da Carteira Verde e Amarela. Algumas profissões entraram em um pacote…

    Lucas Vergilio: Muitos parlamentares estão questionando o presidente do Senado, David Alcolumbre, para que ele devolva esta MP. Há mais de 1800 emendas para esta MP 905. É um total descontentamento. Eu acredito que ela não passa com a redação que está.

    Apólice: Ela pode ser modificada?

    Lucas Vergílio: Sim. Pode ser totalmente modificada ou pode cair inteiramente. Nós, através do meu partido (Solidariedade) , entramos com um processo de inconstitucionalidade, questionando vários pontos desta MP, principalmente a revogação da Lei 4.594 e o Decreto Lei 73, que, a meu ver, tem força de lei complementar e não poderia ser alterado.

  • Bradesco Auto/RE anuncia novidades para segurados e corretores


    Fonte: Revista Apólice

    Visando atender às demandas de mercado, seguradora aumentou o pagamento de prêmios em até 6x sem juros e realizou mudanças no aplicativo Bradesco Seguros Corretor.

    A Bradesco Auto/RE trouxe uma série de novidades para corretores e segurados no segmento auto. Para facilitar e dar mais agilidade ao trabalho dos corretores, a seguradora investiu em um novo layout e funcionalidades do aplicativo mobile Bradesco Seguros Corretor. Agora é possível acessar consultas de propostas ativas, status e compartilhamento de comprovante de cobrança bancária (CCB) e download de CCB para propostas pagas em carnê. No caso das mudanças no layout, o objetivo foi que o usuário tivesse uma nova experiência de navegação e usabilidade, com uma estética mais harmônica.

    Por sua vez, os clientes do seguro auto já podem contar com condições mais favoráveis de parcelamento de prêmio para produtos da seguradora, passando de 4 vezes sem juros para 6 vezes sem juros no débito em conta ou no cartão de crédito, o que permite ao corretor maior flexibilidade nas negociações e ofertas aos clientes

    “Estamos atentos às demandas do mercado. Por isso, buscamos trazer novidades que aprimorem nossa relação com os corretores e atendam às expectativas dos segurados”, afirma Saint´Clair Lima, diretor técnico e de produtos da seguradora.

  • Seguro de RC serve como proteção em caso de imprevisto


    Fonte: Revista Apólice

    Produto tem como principal objetivo oferecer soluções relativas a eventuais danos causados involuntariamente a terceiros, seja materiais ou corporais.

    Imprevistos acontecem o tempo todo, seja no local de trabalho ou fora dele. Conhecido popularmente como R.C, o seguro de Responsabilidade Civil oferece soluções para proteger o cliente de eventuais reclamações ou ações na justiça, caso o mesmo seja responsabilizado civilmente por causar danos materiais ou corporais a outras pessoas.

    Vanessa Alves, diretora comercial da San Martin Seguros, explica que a função principal deste seguro é de garantir ao segurado o ressarcimento do valor que ele tiver que pagar para reparar perdas ou danos involuntários causados a alguém. “Atualmente esse seguro tem sido procurado por empresas e profissionais, pois o reembolso de indenizações garantido pelo R.C. tem a opção de ressarcimento de custas judiciais e de honorários advocatícios. Contudo, vale lembrar que as garantias são limitadas aos valor contratado na apólice”, afirma.

    Embora os seguros de Responsabilidade Civil sejam ramos isolados, já que são amparados em quatro ramos distintos, sendo eles RC Geral, RC Profissional (E&O), RC Riscos Ambientais e RC Diretores e Administradores (D&O). O produto tem um amplo leque de coberturas, podendo atender desde as necessidades de profissionais autônomos, como médicos, dentistas, advogados, arquitetos, engenheiros, corretores de seguros, contadores, prestadores de serviço etc, além de poder ser contratado como cobertura adicional nas apólices de automóvel e residência, garantindo assim a indenização de prejuízos materiais ou corporais causados involuntariamente a terceiros em caso de um acidente doméstico, por exemplo.

    Alguns seguros de R.C. são direcionados para as chamadas linhas financeiras, como o Seguro de Garantia de Obrigações Contratuais. Esses tipos de seguro estão cada vez mais sofisticados, podendo atender às demandas mais exigentes. “Por isso é importante conversar com um corretor de seguros experiente, que irá identificar o seguro ideal para atender as reais necessidades de cada cliente”, conclui a executiva.

  • DPVAT já indenizou mais de 391 mil ocorrências por morte em todo o país


    Fonte: Revista Apólice

    Pagamentos por acidentes fatais devem ultrapassar a marca de 398 mil até o fim do período de três anos para dar entrada no benefício.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as ocorrências no trânsito causam, todos os anos, cerca de 1,3 milhão de mortes no mundo. No Brasil, os dados do seguro DPVAT mostram que mais de 391 mil acidentes fatais ocorreram no país e foram indenizados pelo seguro obrigatório na última década. Os números ainda podem aumentar, uma vez que vítimas e beneficiários têm até três anos para dar entrada no seguro obrigatório. Após o fim do prazo, estima-se que mais de 398 mil indenizações terão sido pagas por morte no trânsito em toda a região.

    A projeção do total de sinistros pagos após o prazo de três anos para dar entrada na indenização utiliza a base histórica de 2012 a 2017 para calcular o volume médio de pagamento no primeiro, segundo e terceiro anos em todo o país. A partir disso, são projetados os pedidos de indenizações pendentes, chegando ao total de pagamentos a serem realizados até o fim do período de três anos.

    De acordo com o levantamento da Seguradora Líder, São Paulo (61.322) e Minas Gerais (42.778) registram os maiores quantitativos de acidentes fatais ocorridos e indenizados pelo seguro obrigatório. Após o prazo de três anos para solicitar o benefício, a projeção é que tenham sido pagos mais de 62.387 e 43.546 seguros por morte, respectivamente. Na sequência aos dois primeiros colocados, estão Paraná (27.544), Bahia (27.494) e Rio de Janeiro (26.254). Depois do período prescricional, estima-se que terão sido feitos mais de 28 mil pagamentos no Paraná e na Bahia, e mais de 26 mil no Rio de Janeiro em função de acidentes de trânsito fatais.

    Quando são analisadas as capitais, SP lidera o ranking, com 12.112 acidentes fatais e indenizados pelo DPVAT na última década. O Rio de Janeiro vem em segundo lugar, com mais de 8 mil ocorrências indenizadas por morte. Na sequência, estão Fortaleza (3.339), Goiânia (3.125) e Belo Horizonte (3.004). Já Florianópolis (666), Rio Branco (635) e Vitória (428) aparecem nas últimas posições.

    O superintendente de Operações da Seguradora Líder, Arthur Froes, chama atenção para a distância do Brasil em relação ao cumprimento da Década de Ação pela Segurança no Trânsito, lançada pela ONU em 2011, e para a importância de instrumentos de proteção como o DPVAT em um cenário onde milhares perdem a vida todos os anos.

    “Medidas que intensificam a fiscalização, como a Lei Seca, e campanhas de conscientização da população, como o Maio Amarelo e a Semana Nacional de Trânsito, são grandes avanços na busca pela diminuição dos acidentes fatais, mas o cenário continua mostrando a importância de investir em educação para a prevenção de acidentes; na formação de condutores; e reforço da fiscalização em todos os estados do Brasil. Também é fundamental que haja mecanismos de proteção para as vítimas de acidentes, como o seguro, que tem caráter social e dá apoio às vítimas e seus familiares em um momento difícil”, explica o especialista.

  • Fim do DPVAT é erro monumental e deixará milhares sem proteção


    Fonte: Estadão

    Análise de Antonio Penteado Mendonça mostra que este seguro é o único arrimo de mais de 300 mil pessoas anualmente vitimadas pelos acidentes de trânsito.

    A quem interessa acabar com o DPVAT? O DPVAT é o seguro obrigatório de veículos automotores terrestres. Este seguro é o único arrimo de mais de 300 mil pessoas anualmente vitimadas pelos acidentes de trânsito. Na imensa maioria cidadãos abaixo da linha de pobreza, espalhados de norte a sul do País.

    Sem o DPVAT essas pessoas ficarão sem proteção, justamente no momento em que mais necessitam de um suporte para enfrentar as consequências dramáticas de um acidente de trânsito. O seguro obrigatório indeniza morte, invalidez permanente total e parcial e despesas médico-hospitalares. Quer dizer, não estamos falando de uma batidinha atrás na saída de um semáforo. São acidentes de trânsito sérios, capazes de desestabilizar uma família, seja pela morte, seja pela invalidez do seu arrimo.

    De acordo com as estatísticas da Seguradora Líder, que administra o Consórcio do DPVAT, 75% das indenizações são decorrentes de acidentes com motociclistas e a maioria das vítimas é de jovens pobres entre 18 e 30 anos de idade, habitantes do Nordeste.

    O DPVAT é um seguro social que funciona. Indeniza 40 mil mortes e mais de 200 mil casos de invalidez permanente todos os anos. Além disso, indeniza outros mais de 200 mil casos de despesas médico-hospitalares. Menos de 20% da frota de veículos brasileira tem seguro facultativo para indenizar terceiros em caso de acidentes. Extinguir o DPVAT é deixar um número de vítimas superior ao total de mortos na guerra da Síria sem nenhuma proteção efetiva.

    Como se não bastasse, 45% da receita do DPVAT, por lei, é destinada ao Sistema Único de Saúde (SUS). Para quem imagina que o número é pequeno, nos últimos dez anos foram repassados R$ 37 bilhões ou, anualmente, mais ou menos 3% do orçamento total da saúde pública brasileira.

    O artigo poderia se estender longamente a respeito de colocações absolutamente improcedentes do ministro da Economia, entre elas a de que o SUS teria condições de atender as vítimas porque já o faz. Isso não é verdade, até porque o SUS não indeniza morte e invalidez. Como se não bastasse, o SUS, que não tem recursos para fazer frente ao mínimo exigido dele, ainda por cima vai perder a verba destinada pelo seguro.

    A Susep invoca como ponto importante para extinguir o DPVAT os altos custos para a fiscalização da Seguradora Líder. Ora, os custos de fiscalização da Susep são pagos pelas seguradoras e não por ela. Assim, esse argumento também não procede.

    Finalmente, o governo não pode simplesmente tomar as reservas da Seguradora Líder da forma como pretende. Trata-se de uma seguradora privada, que não recebe nenhum aporte do governo, seja a que título for. A operação do DPVAT é uma operação de seguro privado, sem um único centavo de dinheiro público envolvido. O que o governo faz é determinar o capital segurado, por lei; precificar o seguro, por meio do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP); e, também pelo CNSP, determinar a margem de lucro da operação do seguro obrigatório, atualmente na casa de 2%. Entre secos e molhados, esta medida provisória é um erro monumental.

  • Os impactos da extinção do seguro DPVAT para a população


    Fonte: Milton Küster e Emerson Magalhães, advogados da Küster Machado Advogados

    Com a edição da medida provisória nº 904, cerca das 350 mil pessoas que se envolvem em acidentes de trânsito anualmente ficarão desprotegidas.

    No dia de 11 de novembro de 2019, o Poder Executivo surpreendeu a todos os brasileiros com a edição da Medida Provisória nº 904, que dispõe sobre a extinção do Seguro Obrigatório de Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT).

    Para que se entenda a extensão dessa medida, é necessário que se tenha em conta o significado de tal modelo de seguro para o cidadão brasileiro. Trata-se de um seguro obrigatório com uma função eminentemente social em razão de que indeniza, independentemente, de verificação de culpa, as vítimas de acidentes de trânsito por veículos em via terrestre. São passíveis de indenização: a morte, a invalidez permanente e as despesas médicas e hospitalares, cada qual com o seu respectivo limitador.

    Não bastasse, como todo seguro, é uma importante fonte de distribuição de renda.

    A justificativa para a extinção foi a existência de fraudes. Sim, elas certamente existem, como existem em quase todos os ramos de seguro. Mas também é certo afirmar que existem golpes em vários programas sociais operados pelo Governo. Nem por isso se cogita da extinção deles. Ao contrário, se existem falsificações elas devem ser apuradas com a responsabilização criminal dos autores, mas em hipótese alguma acabar com uma modalidade de seguro que beneficia milhões de pessoas.

    De acordo com a CNSseg, cerca de 70% dos carros registrados no Brasil não possuem qualquer tipo de seguro ou cobertura privada para proteção do bem e terceiros.

    A operação do seguro DPVAT é eminentemente privada, através de um consórcio de 73 empresas seguradoras, não existindo nenhuma vinculação com dinheiro público. A única atribuição do Governo Federal é determinar o capital segurado, por meio do CNSP (Conselho Nacional de Seguros Privados), portanto, o que pretende o governo é estatizar uma operação privada, indo na contramão de seu dito viés privatizador.

    É importante frisar que o seguro obrigatório é a única proteção para mais de 350 mil pessoas que se envolvem anualmente em acidentes de trânsito. É fato notório que as pessoas menos favorecidas economicamente recorrem apenas ao seguro DPVAT para buscar uma indenização, pois não possuem condições para contratação de um seguro facultativo.

    Ademais, repita-se, o benefício possui um uma importante função social, pois visa amparar as vítimas de acidentes envolvendo veículos de via terrestre, repassando 45% de sua receita para o SUS.

    Os números falam por si. Segundo a Seguradora Líde, em 2018 o DPVAT arrecadou R$ 4,66 bi, repassando para o SUS R$ 2,09 bi e economizando R$ 69,6mi por conta de fraudes descobertas. Como se percebe, são recursos que farão falta a um sistema falido e com orçamento contingenciado.

    A palavra agora está com o Congresso Nacional, que deverá debruçar-se com a devida atenção sobre o tema em razão do alto índice de acidentes de transito e a precariedade de nosso sistema único de saúde.

  • Seguro viagem: quatro problemas cobertos que nem todos sabem


    Fonte: Revista Apólice

    Executivo da AIG listou algumas situações recorrentes que acontecem em viagens e como o seguro pode ajudar caso ocorra algum problema.

    Da passagem, hospedagem e alimentação, até eventuais emergências médicas que possam acontecer com o colaborador durante uma viagem a trabalho, há uma série de incidentes capazes de causar dor de cabeça e gerar custos extras bastante elevados às empresas.

    “Em viagens a trabalho, a empresa é 100% responsável pelo bem-estar do seu funcionário. Ao contar com o seguro viagem, além das coberturas médico-hospitalares, é oferecido aos segurados o apoio total em imprevistos relacionados à bagagem, perda de documentos, atrasos ou cancelamento de voos e até aluguel de veículos”, explica Alexandre Moreno, gerente de Linhas Pessoais da AIG.

    Pensando nessas hipóteses, o executivo elencou algumas situações e como as coberturas do seguro viagem podem ajudar empresas e seus funcionários.

    1 – Meu voo na China foi cancelado. E agora?
    O cliente está na China e tem seu voo cancelado. Para piorar, o próximo voo partirá somente 24 horas depois e a companhia aérea, neste caso, não pagará os custos de hotel, alimentação e transporte. Outro problema: o cliente mal sabe falar o idioma local. O que fazer? Após o envio da comprovação de voo atrasado ou cancelado e, tendo a certeza de que a companhia não arcará com nada, a seguradora ressarce todas as despesas feitas pelo cliente.

    2 – Com que roupa eu vou?
    O segurado teve que viajar a negócios, mas a sua bagagem não chegou e ele não estava com a roupa apropriada para a reunião. Essa ocorrência tem dois tipos de cobertura: o atraso e a perda da bagagem. Se o executivo chegou no local e demorou mais de quatro horas para receber a bagagem, a cobertura o respaldaria. Seriam fornecidos recursos para a roupa e objetos necessários. Se a pessoa foi para o hotel, está só com a roupa do corpo e se passam cinco, seis, dez horas, um dia, cinco dias, a depender das condições da apólice, o sinistro é alterado para perda da bagagem. Sendo perdida, existe outra indenização com valor diferenciado e cobertura da roupa para reunião e para os outros dias. Com relação à documentação que precisaria de um suporte de despachante, por exemplo, a assistência da seguradora auxilia na retirada de segunda via desses documentos em diferentes países.

    3- Caí e quebrei meu tornozelo em outro país. A quem recorro?
    O cliente liga para a central de atendimento do seguro viagem, e os especialistas credenciados pela empresa vão fazer o diagnóstico por telefone sobre o que aconteceu e indicar a clínica mais próxima. Após a formalização das documentações, o atendimento é realizado. Qualquer tipo de lesão por acidente ou doença, é coberta integralmente pela seguradora até o limite contratado. Se for em algum local onde não há rede credenciada ou o cliente não ligou para a assistência, ele poderá ser atendido em qualquer clínica ou hospital e, depois, reunir os comprovantes necessários e solicitar o reembolso.

    4 – Onde está você passaporte?
    O executivo da empresa está em uma viagem de negócios no Japão ou na Europa e precisa ir para outro país com urgência para viabilizar outra situação, mas se dá conta de que não está em posse do seu passaporte. O que fazer? O seguro da companhia tem um serviço que orienta o cliente, no seu próprio idioma, sobre qual procedimento deve seguir para resolver o problema. É fornecida toda a coordenação para que o segurado não fique desamparado.

  • Com 9 milhões de MEIs no país, seguro empresarial ganha importância


    Fonte: Revista Apólice

    Independentemente da estrutura física ou do tamanho da empresa, contar com uma apólice pode garantir que a companhia não sofra prejuízos.

    De acordo os com dados do Portal do Empreendedor, administrado pelo governo federal, o número de microempreendedores individuais (MEIs) no Brasil ultrapassou a marca de 9 milhões de pessoas. O levantamento, divulgado em outubro, mostra que houve aumento de 21,6% em comparação com o mesmo período do ano passado. Esse número só aumenta e reforça também a necessidade de ter um seguro empresarial.

    “É muito importante que quem empreende no Brasil se atente a esse tipo de situação. Independentemente da estrutura física ou do tamanho da empresa, os locais sempre estão sujeitos a imprevistos e é preciso resguardar-se com possíveis danos”, afirma Antonio Santos, gerente de Ramos Elementares da Porto Seguro.

    O seguro empresarial conta, por exemplo, com cobertura para danos materiais causados à empresa por incêndio, explosão, implosão, queda de aeronave ou fumaça, mesmo se iniciarem fora do local segurado. Essa cobertura pode amparar tanto a estrutura física quanto o mobiliário e as mercadorias.

    “No caso de um incêndio, por exemplo, o prejuízo para quem não conta com o seguro pode ser incalculável e muitos brasileiros tem empreendido para garantir ou reforçar sua renda. Por isso, é importante garantir essa tranquilidade”, ressalta o executivo.

  • Confiança e proximidade é foco da nova campanha do Porto Seguro Auto


    Fonte: G.R - Revista Apólice

    A campanha reforça, além dos principais benefícios para o cliente Auto, a importância em atender de forma personalizada os segurados durante situações adversas do dia a dia.

    A nova campanha do Porto Seguro Auto destaca a importância que a empresa dá aos momentos da vida dos segurados. “Além de reafirmar o conhecimento sobre nossos benefícios e a nossa presença em todo o País como uma seguradora completa no segmento de automóveis, queremos mostrar que cuidamos do patrimônio, mas, o mais importante, é cuidar das pessoas e estar presente em qualquer momento para resolver com gentileza, rapidez e qualidade”, diz Jaime Soares, diretor do Porto Seguro Auto.

    Entre os benefícios que serão mostrados na campanha estão as assistências emergenciais como guincho e chaveiro, além dos reparos hidráulicos para a residência. “É também uma oportunidade para os corretores ampliarem os materiais que os ajudam a apresentar o posicionamento do Porto Seguro Auto aos novos segurados”, completa Soares

    De acordo com Alvin Shiguefuzi, diretor-executivo de criação da Wunderman, agência responsável pela campanha, o protagonista dos filmes, além do produto e seus benefícios, é principalmente o atendimento humanizado do Porto Seguro Auto. “São histórias de adversidades que podem fazer parte do cotidiano das pessoas e como o atendimento do Porto Seguro Auto faz diferença na solução”, diz Shiguefuzi.

  • Empresa de planos funerários tem aumento de 150% no faturamento


    Fonte: G.R - Revista Apólice

    Além de ser reflexo da mudança no comportamento, devido à incerteza em relação à segurança, presidente da Riopae, Marcelo Carvalho, acredita que o valor agregado ao serviço potencializou o interesse do público.

    A procura por planos funerários populariza-se no Rio de Janeiro. Nos últimos cinco anos, houve um aumento de 150% no faturamento da instituição, segundo o balanço feito pela Riopae, empresa de assistência familiar. Apenas no primeiro trimestre deste ano, por exemplo, a procura por esses contratos cresceu 21%.

    Marcelo Carvalho, presidente da empresa de assistência familiar, acredita que os números são o reflexo da mudança no comportamento da população, devido à incerteza em relação à segurança, além da crise econômica, que faz com que as pessoas se preocupem com antecedência quanto ao futuro de suas famílias, contratando seguros funerários e de vida.

    “Diante da crise financeira e da crescente onda de violência que assola o estado do Rio de Janeiro, a procura por planos de auxílio funeral aumentou consideravelmente. Nossa meta é orientar a população para que, mesmo com a melhora desse panorama, o que nos deixaria muito felizes, pois também sofremos com esse cotidiano, essa procura não cesse, uma vez que nossos planos proporcionam benefícios para toda a família desfrutar em vida”, destaca Carvalho.

    Vantagens durante a vida

    O estigma que era presente no setor parece diminuir a partir da nova roupagem que as empresas têm dado aos serviços. Para lidar com um tema tão difícil, a Riopae decidiu criar um clube de vantagens para agregar valor ao serviço oferecido e fidelizar os clientes. Na prática, o pagamento das mensalidades garante uma série de descontos que vão desde academias, farmácias, universidades e consultas médicas até atenção veterinária para animais domésticos.

    De acordo com Carvalho, essa mudança na forma de agregar valor a um serviço tão estigmatizado aumentou a taxa de retenção, que hoje é de 56% entre clientes que contratam o serviço durante um ano e renovam o contrato. Ainda segundo balanço da empresa, nos últimos cinco anos houve um aumento de 64% no número de contratos. No mesmo período, crescimento de 56% no número de associados. Atualmente, a empresa conta com 100 mil membros.

    Há 18 anos, o assistente de logística Castilho Araújo da Costa, de 60 anos, contratou o plano de assistência familiar. Além dele, sua mãe utiliza os benefícios, e ele ainda garante não abrir mão das vantagens do contrato.

    “Já utilizei muitos dos benefícios, principalmente a assistência médica. O atendimento é ótimo, preço razoável, gostei muito. Se as pessoas entendessem o que o plano oferece, muita gente teria. Hoje o plano é muito importante para nós”, relata Costa.

    Dados da CNSeg

    Conforme a pesquisa da CNSeg, a arrecadação dos Planos de Riscos em Cobertura de Pessoas, que contemplam seguros de vida, inadimplência e funerário, cresceu consideravelmente no Brasil. Os números mostram que, em janeiro deste ano, a arrecadação de seguros de carros foi de R$ 2,9 bilhões, uma redução de 1,5%. Já os seguros que oferecem cobertura a problemas pessoais no futuro, a receita foi de R$ 3,3 bilhões, um crescimento de 16,2% na comparação com o mesmo período de 2018.

  • Banco fecha parceria com MetLife para ofertar plano dental 100% digital


    Fonte: G.R - Revista Apólice

    O lançamento do Banco Inter também tem o objetivo de reforçar a proposta de valor, com um produto possa atrair diferentes consumidores.

    Banco Inter fecha parceria com a MetLife para ser a primeira empresa no Brasil a oferecer planos odontológicos de forma totalmente digital.

    A contratação pode ser individual ou familiar, com preços a partir de R$ 37,90 por pessoa. O cliente escolhe a data de vencimento e o pagamento é realizado por débito automático. O plano oferece acesso a consultas, radiografias e procedimentos como cirurgia e tratamento de canal, sem limite de idade e sem coparticipação.

    “Estamos muito felizes em firmar essa parceria com uma empresa como a MetLife, que é referência mundial e possui mais de 150 anos de história”, diz Paulo Padilha, diretor executivo da Inter Seguros. “Juntos, vamos oferecer o primeiro plano odontológico do país totalmente digital. O produto possui grande potencial de crescimento, já que atualmente, apenas 12% da população possui plano odontológico”, complementa.

    Segundo Paula Toguchi, superintendente de Produto Dental da MetLife, o acordo fechado com o Banco Inter vai possibilitar a utilização de um novo canal de distribuição, com grande foco na experiência do cliente e expertise de uma instituição totalmente digital. “O cliente entende a importância do Dental e terá à disposição coberturas essenciais a sua saúde bucal e que influenciam diretamente a qualidade de vida”, relata

    “Para viabilizar uma experiência diferenciada, investimos na expansão do nosso negócio priorizando grandes parcerias, como esta com o Inter, e a melhoria contínua da digitalização de todo processo. Para a operação, desenvolvemos APIs que conectam os sistemas do banco com nossa estrutura digital, o que garante agilidade na contratação e acesso à rede de dentistas MetLife”, finaliza Paula

    O Banco Inter prepara o lançamento de um aplicativo para ir além dos produtos bancários. “Esse lançamento também tem o objetivo de reforçar nossa proposta de valor, com uma oferta cada vez mais robusta de produtos e serviços”, explica Padilha.

  • Susep autoriza seguros com vigência reduzida e período intermitente


    Fonte: N.F. - Revista Apólice

    Editando a circular 592, nova medida da Susep traz flexibilidade para o mercado oferecer mais opções de produtos ao consumidor.

    Adequar os produtos de seguro às reais necessidades do consumidor. Sob essa ótica, a Susep editou a Circular 592, publicada nesta quinta-feira (29), no Diário Oficial da União (DOU). O normativo traz as condições gerais para a customização de planos de seguros com vigência reduzida de contrato e período intermitente, uma evolução no mercado brasileiro de seguros.

    Na prática, a partir de agora, as seguradoras poderão oferecer apólices de seguros que são acionadas de acordo com a conveniência do consumidor. “Citando como exemplo o seguro de automóvel, um dos mais populares do País, o segurado terá a opção “liga-desliga” quando comprar o produto ou mesmo optar por intervalos de contratação diferentes da praxe do mercado, que é o plano anual”, explica o diretor da entidade, Rafael Scherre.

    O normativo da Superintendência informa que a vigência reduzida se aplica a períodos que podem ser fixados em meses, dias, horas, minutos ou a viagens, trechos e a quaisquer outros critérios estabelecidos no plano de seguro. Já o período intermitente (“liga-desliga”) levará em conta os critérios de interrupção e recomeço da validade da apólice, bem como a inclusão ou a exclusão de riscos.

  • AXA lança campanha relâmpago para produto Condomínio


    Fonte: G.R - Revista Apólice

    Com o mote “Emitiu, Ganhou!” a companhia oferece recompensa financeira a cada apólice de Seguro Condomínio emitida.

    De 2/9 a 15/10, a AXA vai oferecer R$ 100 para corretores parceiros a cada apólice emitida do produto Condomínio, com a primeira parcela paga. Podem participar corretores já cadastrados no sistema de cotação da seguradora, o e-Solutions, para acessar a plataforma e verificar as regras e aceitar os termos de participação.

    “A campanha relâmpago “Emitiu, Ganhou!” faz parte de uma série de ações para aproximar os parceiros de nosso portfólio. Para muitos corretores, o Condomínio é uma porta de entrada no universo da seguradora. Por isso estamos investindo para que tenham uma experiência marcante, com um produto competitivo e de fácil contratação”, explica Clóvis Silva, superintendente de Massificados da companhia.

    O produto passa por uma repaginação e retorna ao portfólio mais competitivo e com pacote de coberturas e serviços. Além da cobertura básica e modalidades obrigatórias; a Simples, com coberturas e limites determinados; e a Ampla, com All Risk; o novo Condomínio também oferece coberturas acessórias para danos de alagamento e inundação, responsabilidade civil do condomínio e do síndico, vazamento de tanques e tubulações, opção de contratação da cláusula de valor de novo na cobertura de danos elétricos, coberturas acessórias de vida e acidentes pessoais para os funcionários do condomínio e muitas outras.

  • Conseguro: Susep quer mercado aberto, com mais concorrência e menor presença do Estado


    Fonte: Kelly Lubiato, de Brasília - Revista Apólice

    Solange Vieira disse que o Estado deve ter presença menor no setor, incentivando a concorrência e a atuação em novos setores como o seguro desemprego.

    EXCLUSIVO – Durante a abertura da 9a. Conseguro, a superintendente da Susep, Solange Vieira, avisou que o Governo quer o mercado mais ativo na concorrência e que irá incentivar o uso de novas tecnologias. Ela ressaltou que a apólice eletrônica é de extrema importância para o crescimento do setor. Além disso, a abertura do mercado possibilitará maior concorrência.

    Nesta onda de desoneração do Estado, Solange aventou a possibilidade do mercado de seguros passar a atuar também com o seguro-desemprego. “Por que não pensar o seguro desemprego como produto privado, com gestão mais eficiente e que tira do governo um produto que é responsável por 1% do PIB?”, questionou.

    A superintendente ressaltou o papel da autarquia em incentivar a concorrência entre as empresas para oferecer mais cobertura à população, com consequente inclusão social. “O Governo está disposto a encolher, mas precisa que setor esteja pronto para entrar no mercado e a distribuir novos produtos. O mercado deve ver na concorrência um aliado para o desenvolvimento”.

    “Nós administramos riscos e é claro que teremos cuidado para não fazer algo que aumente o risco. Precisamos acreditar no futuro e tentar imaginar a forma de trabalhar em novos mercados”, adiantou, acrescentando que a utilização de novas tecnologias é uma meta da Susep.

    “Fui apresentada a empresas novas cuja venda será totalmente pelo celular. Temos que estar abertos a mudanças porque elas vão acontecer, quer a gente concorde ou não. O mercado informal mostra que precisamos estar presentes em todos os mercados de maneira segura”, avaliou. Por isso, o setor deve contar com a apólice eletrônica e com o seguro contratado pelo celular. A Susep também deve lançar no próximo mês a Sandbox regulatória.

    Solange também fez questão de mostrar que deseja ter um mercado de seguros com mais transparência para o consumidor. “Nós queremos transparência em todos os números e informações do que o cliente paga para a seguradora. A regra de conduta diz que a comissão de corretagem e custos administrativos devem estar abertos na apólice”.

    Ela enfatizou que o seguro no Brasil tem um alto custo de distribuição, mostrando dados sobre vários países do mundo.

    Ela também acredita que é preciso ter mais empresas atuando no setor. “Gostaríamos que o leque de produtos aumentasse e a nós cabe a eliminação de barreiras para isso acontecer, com queda do preço e aumento da qualidade”.

  • Governança e mitigação de riscos na indústria financeira


    Fonte: Javier Duran – diretor de grandes riscos da corretora Marsh Brasil

    Na indústria financeira se tem hoje um dos exemplos mais claros dos desafios dessa transformação digital, que deve levar a uma grande desintermediação financeira e à redução do papel dos bancos tradicionais.

    Grandes poderes trazem grandes responsabilidades. A frase de Stan Lee, criador do personagem dos quadrinhos Homem Aranha, resume bem os reflexos que a tecnologia trouxe para os mais diversos aspectos do mundo dos negócios: grandes facilidades, dinâmica e agilidade, mas, ao mesmo tempo, mais ameaças. Tanto que, a percepção dos riscos provenientes do avanço tecnológico, mudou radicalmente nos últimos três anos.

    O recente Global Risks Report 2019 mostra que ao longo dos últimos 3 anos, as preocupações migraram de questões econômicas, geopolíticas e sociais, para impactos no meio ambiente e tecnológicos (este último ganhou mais força no Brasil com as discussões em torno da Lei Geral de Proteção de Dados – LGDP).

    O risco cibernético, que se concretiza nos casos de ataques de hackers já não é mais uma questão de “se” irá acontecer, e sim “quando” irá acontecer e como responder ao incidente dos impactos (interrupção de negócios ou roubo/furto de informações) das suas operações e de seus clientes. Com a indústria financeira não é diferente. Este cenário exige das empresas mais governança e mitigação de riscos.

    Não por menos, os ataques cibernéticos são considerados hoje um dos riscos com a maior probabilidade de ocorrência e os prejuízos superam cifras inimagináveis, segundo relatório da corretora Marsh. Os prejuízos no mundo decorrentes desse tipo de crime já geram perdas de US$ 1 trilhão para as empresas de todos os segmentos de negócios, bem acima dos US$ 300 bilhões de perdas com desastres naturais em 2017, segundo o estudo Cyber Handbook 2019. Outro dado preocupante: na Europa, em um ano de funcionamento do Conselho de Proteção de Dados, foram registradas 94 mil reclamações, 64 mil notificações de vazamentos de informações e cobrados 56 milhões de euros em multas.

    Na indústria financeira se tem hoje um dos exemplos mais claros dos desafios dessa transformação digital, que deve levar a uma grande desintermediação financeira e à redução do papel dos bancos tradicionais. Não por acaso, as autoridades financeiras, tanto no Brasil quanto no exterior, acompanham atentamente esse processo e buscam modernizar suas regras para organizar essa transição. No Brasil, Banco Central (BC) e Comissão de Valores Mobiliários (CVM) vem desde 2013 criando regulamentações para preparar o Sistema Financeiro Nacional para esse grande salto, dentro da Agenda BC+, substituída agora pela Agenda BC#.

    No CIAB 2019, congresso de tecnologia da informação para instituições financeiras promovido pela Febraban, estudos indicaram que os investimentos em soluções contra fraudes de identidade vão chegar a US$ 10,4 bilhões até 2023, enquanto os prejuízos decorrentes de fraudes de cartão de crédito alcançarão os US$ 35 bilhões até 2020. Outro estudo apresentado no congresso apontou o prejuízo de US$ 15 milhões que o sistema bancário mexicano sofreu após um ataque de cibercriminosos. Dados da Fecomercio também mostram que o Brasil amarga R$ 60 bilhões em prejuízos oriundos transações comerciais fraudulentas.

    A preocupação dos órgãos que regulam o setor também faz mais sentido para fazer frente à amplitude dos riscos. As ameaças não se limitam aos riscos cibernéticos e às operações da própria instituição. Elas se espalham também pelos agentes externos, ou seja, seus fornecedores e clientes. Quando um banco entra no financiamento de um projeto por exemplo, os riscos (fatores climáticos em caso de uma usina eólica, sucroalcooleira, entre outros) que podem impactar a não conclusão de um determinado empreendimento, também precisam ser considerados e amparados com garantias que serão solicitadas para viabilizar estes investimentos.

    Por conta destas exposições, as instituições financeiras enfrentam um ambiente marcado pela alta volatilidade de ameaças que demanda uma grande atenção que exige delas uma visão mais holística do mapeamento, identificação e financiamento dos riscos. Uma estratégia alinhada com os objetivos dos negócios e que dê segurança para seus executivos nos momentos de tomadas de decisões.

  • 21º Congresso: inscrições serão encerradas no dia 11 de setembro


    Fonte: N.F. Revista Apólice

    Além de oferecer debates sobre temas relevantes para o mercado segurador, o 21º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros irá realizar sorteios entre participantes, contando também com shows e atividades de lazer.

    A Fenacor informa que encerrará as inscrições para o 21º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros no dia 11 de setembro. Restam, portanto, apenas poucos dias para quem deseja aproveitar as condições especiais obtidas pela Abalonne, agência oficial do evento, para os pacotes das pousadas do resort Costa do Sauípe, local do evento.

    Condições

    O pagamento dos pacotes pode ser parcelado em 10 vezes sem juros no cartão de crédito. As parcelas variam de R$ 198,00 (pacote duplo, por pessoa) a R$ 265,00 (Pacote Single, individual). A agência também pode parcelar o pagamento da sua passagem aérea.

    A confirmação de presença no evento deve ser feita exclusivamente através de aquisição de “pacote” pelo site da Fenacor.

    Leia mais: Paulo Guedes confirma presença no 21º Congresso

    História

    O Congresso deste ano, marcado para os dias 10, 11 e 12 de outubro, será diferente de todas as edições anteriores e reúne todas as condições para ficar marcado na história. Para começar, será oferecida aos congressistas a possibilidade de ficarem quatro dias em um resort, com tudo incluso, 24 horas por dia.

    Além disso, outra boa razão para participar é que os congressistas e acompanhantes poderão assistir a shows, a começar por Claudia Leitte, que fará o show de abertura (10 de outubro). No dia seguinte, estão confirmados o stand up com Rafael Cortez e, logo em seguida, um show com a cantora Ju Moraes.

    Já para comemorar o “Dia do Corretor” (12 de outubro), a entidade contratou um trio elétrico, que fará mini micareta a cargo da banda Araketu.

    Carros zero km

    Outro atrativo será o sorteio de seis belos carros zero km entre todos os corretores de seguros que participarem do evento. A intenção é oferecer uma experiência única aos congressistas, conciliando atividades técnicas e de lazer para toda a família em um ambiente típico de férias.

    Para maior conforto dos participantes, a Costa do Sauípe oferecerá diversas opções de entretenimento e gastronomia, com hospedagem no sistema all inclusive (refeições, bebidas alcoólicas e não alcoólicas, games e lazer).

    Programação

    Além dos shows com artistas que reúnem uma imensa legião de fãs e das atrações do local do Congresso, haverá também uma programação técnica de altíssimo interesse, contendo temas relevantes como o cenário econômico e seus reflexos no mercado de seguros e a efetiva participação do corretor nesse processo.

    Serão debatidas as alternativas na distribuição, as insurtechs, plataformas digitais e a venda por meio remoto, abordando o protagonismo do corretor de seguros e outros temas relevantes, incluindo a reforma da previdência, o seguro saúde e as associações de proteção veicular. Estão confirmados também painéis sobre os seguros de pessoas e os benefícios, mercado que tende a crescer nos próximos anos.

    Exposeg

    Paralelamente ao evento, será realizada a 20ª Exposeg com a participação das principais seguradoras e prestadores de serviços do mercado, um espaço para o network e a realização de negócios e novas parcerias para os corretores presentes.

    Pacote

    A compra do “pacote” dará direito a três noites de hospedagem em Resort (de 10 a 13 de outubro); cortesia de hospedagem de até duas crianças (menores de 12 anos) no mesmo quarto que os pais; sistema all inclusive; transfer (aeroporto/hotel, no dia 10; e hotel/aeroporto, no dia 13); inscrição; palestras; workshops interativos; shows; sorteios de carros zero km; programação social (shows); e acesso à Exposeg.

    No dia 10 de outubro (quinta-feira), o transfer será disponibilizado para os congressistas das 08 às 16 horas na área de desembarque do Aeroporto de Salvador, onde haverá sinalização. O retorno será feito dia 13 de outubro (domingo), das 03 hs às 15 horas.

    Em ambos os casos, os intervalos para saída serão de 30 minutos. O tempo de viagem entre o aeroporto e o resort é de aproximadamente 90 minutos.

  • Setor segurador avança 8,4% e registra maior crescimento desde 2015


    Fonte: N.F. Revista Apólice

    Desempenho do setor é avaliado na edição da Conjuntura da CNseg. Arrecadação do mercado segurador foi de R$ 125,4 bilhões somente no primeiro semestre de 2019.

    A arrecadação do setor segurador foi de R$ 125,4 bilhões no primeiro semestre do ano (sem DPVAT e saúde suplementar), representando expansão de 8,4% sobre a receita acumulada de janeiro a junho de 2018, sendo o maior crescimento desde 2015, informa o presidente da CNseg, Marcio Coriolano, em editorial da publicação Conjuntura CNseg nº10.

    Segundo ele, o resultado é fruto da expansão de 5,5% do segmento de danos e responsabilidades e da evolução ainda maior apresentada pelos seguros de pessoas, com taxa de 9,3% no acumulado de janeiro a junho. Nesse grupo, o comportamento se deve à forte reação dos planos VGBL e PGBL (de 8,2% e 5,7%, respectivamente, sobre os seis primeiros meses do ano passado), além da expansão dos planos de risco, cujos prêmios avançaram 12,8% no acumulado do ano até junho.

    Já no segmento de danos e responsabilidades, as maiores taxas de crescimento foram obtidas pelos ramos marítimos e aeronáuticos, com 32,4%; crédito e garantias, 29,5%; responsabilidade civil, rural e patrimonial, com 20,7%, 11,9% e 11,5%, respectivamente. O ramo de automóveis, a principal carteira de seguros de propriedade, decresceu 0,7% no semestre.

    Na série móvel de 12 meses, a alta de seguros alcançou 3,1% até junho sobre os 12 meses encerrados em junho de 2018. Este resultado mantém a trajetória de alta apresentada nos 12 meses fechados em maio, com 1,5%.

    Junho foi um mês favorável para puxar o resultado do mercado. A receita totalizou R$ 21,9 bilhões, alta de 15,6% sobre o mesmo mês de junho de 2018. O resultado foi marcado pela desigualdade: enquanto houve queda de arrecadação de 3,9% entre as apólices de danos e responsabilidades, as coberturas de pessoas avançaram 27,4%, em razão da recuperação mensal dos planos de acumulação, com 35,4%; e dos planos de risco, com 13,7% de evolução.

    As causas do crescimento em meio à crise econômica brasileira, a atualização do escopo regulatório do setor de seguros e os planos de expansão para novos mercados e consumidores, entre outros temas, serão debatidos no evento realizado pela CNseg, que ocorrerá em Brasília nos dias 4 e 5 de setembro com o tema “As novas fronteiras do desenvolvimento”.

  • Nova modalidade para formação de Corretores


    Fonte: Escola Nacional de Seguros

    Ainda resta tempo para participar do Curso para Habilitação de Corretores de Seguros ministrado pela Escola Nacional de Seguros (ENS). Atualmente, há vagas para os programas de Capitalização e Vida e Previdência, com início das aulas previsto para esta primeira quinzena de agosto.

    Além das opções online e presencial, neste semestre o curso está sendo lançado também na modalidade semipresencial. Com a novidade, a ENS combina a praticidade e a flexibilidade oferecidas pela versão digital com a troca de experiências e o networking da opção presencial.

    As aulas serão realizadas em oito localidades: Cabo Frio (RJ), Chapecó (SC), Feira de Santana (BA), Mossoró (RN), Ponta Grossa (PR), Pouso Alegre (MG), Vitoria da Conquista (BA) e Xangri-Lá (RS). Alunos que efetuarem pagamento à vista no boleto bancário terão 5% de desconto sobre o valor do curso.

    Modalidade presencial

    Além da nova versão, o Curso para Habilitação de Corretores de Seguros também segue com vagas para as modalidades presencial e online. O início também será na primeira quinzena de agosto.

    As aulas presenciais acontecerão em 11 cidades: Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Campinas (SP), Curitiba (PR), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), Santo André (SP) e São Paulo – Consolação e Tatuapé (SP). Mensalidades quitadas à vista no boleto bancário garantem 5% de desconto sobre o valor do curso.

    Já para a modalidade online o início das aulas é imediato. Os estudos são realizados em ambiente integralmente digital e, ao final do curso, os alunos devem prestar o Exame para Habilitação de Corretores de Seguros, que será aplicado presencialmente, nas Unidades e parcerias da ENS.

    Outras informações e matrículas em qualquer modalidade do curso estão disponíveis no endereço sercorretor.com.br.

  • Aumenta procura por seguros para riscos transacionais


    Fonte: N.F. - Revista Apólice

    Segundo o relatório Transactional Risk Insurance Report, realizado pela Marsh, o movimento de fusões e aquisições aumentou a procura por seguros para riscos transacionais em 31%.

    A maior movimentação no mercado global de fusões e aquisições ampliou a demanda por seguros de riscos transacionais. Segundo o mais recente Transactional Risk Insurance Report, em 2018 a corretora Marsh fez a colocação de 1089 apólices de seguro de risco transacional no mercado internacional e o volume é 31% maior se comparado a 2017. De acordo com o relatório, os limites agregados colocados (US$ 36,5 bilhões) também cresceram 35% no período, impulsionados pelo tamanho e número das transações em grandes e médias empresas.

    O levantamento da corretora também traz indicadores da maior demanda por esta modalidade na América Latina. Segundo Daniel Gettings, líder da prática de Private Equity and M&A da companhia na América Latina, a procura cresceu significativamente devido a busca por ativos em países como Brasil, Colômbia, México, Argentina, e também Chile, Peru e Costa Rica. Com este movimento, mais de dez seguradoras demonstraram interesse em ofertar o seguro de risco transacional na região, considerando a atual conjuntura econômica dos respectivos países.

    “A retomada do mercado de M&A é um dos principais motivos pelo aumento da procura por este tipo de proteção por parte dos investidores. O seguro de risco transacional está agora bem estabelecido no mercado de risk M&A como uma ferramenta importante que pode ajudar a mitigar o risco do negócio, evidenciado por sua ampla adoção entre empresas de private equity e investidores estratégicos”, afirma. “O seguro de riscos transacionais está sendo comercializado no Brasil já há cinco anos e a apólice é elaborada conforme as necessidades da operação e se baseia na cláusula de declarações e garantias do contrato de compra e venda”, complementa.

    América do Norte

    Em 2018, o limite total de seguro de riscos transacionais colocados pela Marsh nos Estados Unidos e Canadá cresceu 53% em 2017, chegando em US$16.56 bilhões. Reduções de preços, transações maiores e maior utilização por compradores estratégicos/corporativos têm estimulado um aumento nos limites adquiridos e o número de transações cobertas.

    América Latina

    A empresa reportou aumento do interesse dos investidores no seguro de risco transacional, mesmo que as taxas médias de prêmio sejam significativamente mais elevadas do que em outras regiões. A procura cresceu significativamente devido a busca por ativos em países como Brasil, Colômbia, México, Argentina, e também Chile, Peru e Costa Rica.

    Europa, Oriente Médio e África

    A companhia fez 479 transações de colocação em seguro de risco transacional em 2018, um aumento de 31%. A empresa relatou um aumento de 26% no total de limites de seguro de risco transacional colocados no EMEA (Middle East and Africa) em 2018 de U$15.93 bilhões. As taxas médias de prêmios aumentaram apesar de um aumento significativo da nova capacidade.

    Ásia

    No ano passado foi notável o crescimento no uso do seguro de risco transacional na Coréia do Sul e na China, especialmente o seguro de representações e garantias (R&W) e o seguro de indenização fiscal para transações imobiliárias.

    Pacífico

    Em 2018 houve um aumento significativo nos limites colocados ao longo do ano anterior, refletindo um aumento de 36.4% em negócios e um aumento no número de grandes transações utilizando o seguro.

  • Seguro Auto Popular: uma alternativa para outra geração de veículos


    Fonte: Gabriel Rocha - Revista Apólice

    Produto é oferecido por apenas duas seguradoras do mercado. O seguro auto popular pode ser alternativa para trazer novos consumidores para o setor.

    Exclusiva – Ao alcançar a maioridade, um desejo unânime entre os jovens era ter a habilitação e comprar o primeiro carro. Porém, entre as novas gerações, Y e Z, o carro não é considerado um bem necessário. Essas gerações preferem aproveitar as experiências dos serviços compartilhados, aplicativos e outros modos de locomoção.

    Uma pesquisa feita pela Global Automotive Consumer Study: Future of Automotive Technologie, realizada em 17 países, aponta que 62% dos jovens da geração Y e Z utilizam o serviço de compartilhamento de transporte para locomoção; enquanto 55% dos brasileiros, dessa faixa etária, questionam a necessidade de ter um carro.

    Despesas com combustível, manutenção, custo para tirar a habilitação e, inclusive, o preço seguro do veículo, são gastos colocados na ponta do lápis que fazem o futuro cliente pensar duas vezes antes de ter um automóvel.

    As seguradoras se esforçam para oferecer produtos mais baratos em seu portfólio, como o seguro Auto Popular, que atende a uma parcela da população que está interessada em ser mais sustentável e aproveitar os veículos que já estão disponíveis no mercado. Gilmar Pires, diretor da Azul Seguros, relata a importância oferecer um produto mais rentável. “Os produtos populares são fundamentais para a inclusão securitária do brasileiro, possibilitam ao consumidor contar com soluções simples sem pesar em seus respectivos orçamentos”, avalia.

    Pires atribui o aumento ao esforço das seguradoras em oferecer um produto que caiba no bolso do consumidor. “Acreditamos que apresentar um produto com coberturas essenciais e com condições de pagamento que caibam no orçamento é fundamental para possibilitar que novos consumidores, que ainda não têm seguro, possam proteger seu patrimônio com e contar com a orientação de um corretor de seguros habilitado”, cita.

    Eduardo Minc, diretor regional do Sincor-SP em Osasco, alega que o seguro Auto Popular pode ser uma boa alternativa para trazer os jovens novamente para o mercado. “Observamos os jovens de até 25 anos que não estão nem preocupados em tirar a habilitação. Eles gostam de andar de Uber, carro compartilhado e táxi. Realmente, o Auto Popular é a chance de pegar esse mercado que está escapando da mão do corretor”, afirma.

    Entrave

    Apesar da alta na adesão, o seguro Auto Popular não é tão difundido entre as seguradoras. Apenas duas comercializam o produto. Por ter uma baixa adesão das companhias, o seguro tem o crescimento limitado. “Acredito que por falha de divulgação, falta trabalhar o marketing do produto para que se possa alavancar as vendas do produto”, relata Minc.

    Projeção

    O seguro para veículos com preços mais acessíveis possui oportunidade de crescimento em virtude das particularidades do mercado. Segundo a Susep, o produto tem como intenção aumentar a oferta do seguro de automóvel para os usuários que possuem automóveis com idade mais avançada. De acordo com o Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças), a frota brasileira é a mais velha dos últimos 18 anos.

    Gilmar Pires

    “Pelo atual cenário, esta é uma boa oportunidade de crescimento, em virtude das particularidades do mercado e da ainda baixa, porém crescente, inclusão securitária de milhares de brasileiros. Esse é um panorama que modificou com o passar do tempo, como podemos observar nos dados de comercialização do Azul Auto Leve, por exemplo, nos estados de São Paulo e Bahia. Ambos os estados, entre os meses de abril de 2018 e 2019, contabilizaram crescimento, o que mostra o interesse crescente neste tipo de produto diante do mercado”, conclui Pires.