NOTÍCIAS

  • Lançadas duas novas categorias de cursos de extensão na modalidade online


    Fonte: ENS - Coordenadoria de Comunicação Social

    Diante do momento atual e acompanhando as novas necessidades do setor educacional, a ENS continua desenvolvendo soluções que atendam à demanda por qualificação profissional. Assim, a Instituição acaba de criar duas novas categorias de cursos de extensão online.

    Uma delas é a Autoinstrucional, que conta com objetos de aprendizagem elaborados especialmente para o modelo construtivista e de autodesenvolvimento. A tutoria é passiva e segue o conceito de respostas a perguntas dos alunos.

    Após a inscrição, o aluno terá dois meses para conclusão do curso e passará por uma avaliação final, recebendo certificado de conclusão caso aprovado. Os programas possuem materiais didáticos específicos, compostos por e-book, conteúdo interativo, infográficos, mapas conceituais e exercícios de autoavaliação.

    Alguns dos temas já disponíveis são Modelos de Gestão Organizacional, Matemática Aplicada, Introdução à Informática, Gestão de Riscos, Comunicação Empresarial, Políticas de RH, entre outros.

    Aulas ao Vivo

    A outra nova categoria é de Aulas ao Vivo. Os encontros são ministrados por docentes da ENS via ferramenta Collaborate, que propicia total interação entre alunos e professores. O programa conta com recursos próprios de aprendizagem.

    Estão com oferta cursos sobre Gestão, Finanças, Direito do Consumidor, Cenários Econômicos, Contabilidade, Treinamento e Desenvolvimento, entre outros. As aulas terão início em maio.

    Nos dois casos, ensino superior completo é pré-requisito. Para mais informações e matrículas os interessados devem acessar o site ens.edu.br.

  • Graduação Tecnológica abre inscrições para processos seletivos online


    Fonte: ENS - Coordenadoria de Comunicação Social

    Interessados em cursar a Graduação Tecnológica em Gestão de Seguros, ministrada pela ENS, já podem se inscrever para as turmas do segundo semestre, que terão início em agosto. O curso está com vagas para as modalidades online e presencial, esta última com aulas no Rio de Janeiro (RJ) e em São Paulo (SP).

    No mês de maio, em virtude da pandemia e visando preservar a saúde dos candidatos e colaboradores, a Instituição desenvolveu um novo modelo de processo seletivo, que será realizado por e-mail com agendamento prévio após efetivação da inscrição. Caso a situação do País volte à normalidade em breve, os processos seletivos seguintes serão presenciais, nos dias 6 e 20 de junho, das 10h às 12h.

    Os egressos do programa, que dura dois anos, garantem diploma de nível superior. Ao longo das aulas, são concedidos certificados profissionais semestrais para alunos que participarem do projeto integrador, o que amplia as chances de ingresso no mercado de trabalho, seja no setor de seguros ou em áreas que demandem formação em Administração e Gestão.

    Com 1.600 horas/aulas, o curso aborda temas como Contabilidade, Comunicação Empresarial, Gestão Organizacional, Cenários Econômicos, Pulverização de Riscos, Gestão de Operações Empresariais e Gestão de Marketing.

    Matriculados até 19 de junho garantem 100% de desconto sobre o valor da primeira mensalidade. Mais informações e inscrições estão disponíveis no site profissaosegura.com.br.

  • 14,5 mil corretores já foram registrados no novo sistema da Susep


    Fonte: N.F. - Revista Apólice

    A plataforma contabilizou em dez dias 2,1 mil novos cadastros e 12,3 mil recadastramentos. O recadastramento deve ser realizado até o dia 31 de julho.

    Mais de 14,5 mil corretores já fizeram seu registro no novo sistema da Susep, lançado há 10 dias. A plataforma online e gratuita contabilizou neste período 2,1 mil novos cadastros e 12,3 mil recadastramentos. O recadastramento deve ser realizado até o dia 31 de julho. A partir de hoje, os corretores também poderão encontrar estes e outros dados estatísticos sobre a categoria na área do site da entidade dedicada aos profissionais deste setor. O objetivo é ampliar os benefícios da modernização trazida com a nova plataforma tecnológica e dar condições aos profissionais de se observarem dentro do contexto da área. Uma das novidades é a possibilidade de visualizar a distribuição de corretores por estados do Brasil.

    A Superintendência criou a plataforma do novo sistema para garantir o registro aos profissionais após o fim da validade da MP 905/2019 e durante a pandemia do covid-19. Outro avanço do sistema é a identificação por meio de foto do corretor portando o documento utilizado na hora de realizar o cadastro, a exemplo das medidas mais atuais adotadas por empresas de tecnologia e instituições financeiras. A medida garante mais segurança aos processos, com a utilização de algoritmos de reconhecimento de imagens e comparações, além do cruzamento de dados com bases oficiais. O formato também contribui para a viabilização das novas carteiras digitais de habilitação profissional que os corretores cadastrados receberão em breve.

    A Justiça Federal do Tocantins negou pedido de liminar contra o recadastramento de corretores. A decisão proferida pelo juiz titular da Segunda Vara Federal do Tocantin está disponível no link.

    Depois da Justiça de Tocantins ter negado liminar, foi a vez da Justiça Federal do Rio de Janeiro negar o mesmo pedido.

    Na decisão o Juiz ressaltou que “acerca da alegação do requerente, de a data limite para os corretores efetuarem o seu recadastramento ser desarrazoada, face a pandemia que acomete a sociedade, o recadastramento é feito eletronicamente, através do referido sistema digital da Requerida, que, aparentemente, é simples e célere. Ademais o prazo restante de mais de 70 dias para que os interessados efetuem o seu cadastramento parece ser absolutamente razoável. … De resto, se a situação for de um sistema tão inútil e inseguro, como afirma a parte autora, a Superintendência certamente trabalhará para a correção de tais falhas”.

    Canal exclusivo

    Os técnicos da autarquia, desde o início do novo processo, seguem dialogando diretamente com os profissionais para fornecer informações e esclarecer dúvidas por meio do canal corretores@susep.gov.br e também com a realização de lives. A entidade recebeu 4,1 mil mensagens com dúvidas e sugestões de aprimoramento para a ferramenta, mais de 70% já foram respondidas. Ao observar que a maioria das questões são comuns, os técnicos prepararam uma seção de perguntas e respostas para facilitar a interação dos usuários com a plataforma, além do Manual do Sistema de Registro de Corretores. Tudo está disponível na área CORRETOR DE SEGUROS no site da Susep, dedicada aos profissionais do setor.

  • Seguradoras apostam na tecnologia para manterem negócios durante quarentena


    Fonte: Nicole Fraga - Revista Apólice

    Segundo executivos, investimento em tecnologia bem estruturado se traduz em um grande diferencial para o sucesso das vendas de seus produtos e suporte aos corretores e clientes.

    A automação dos processos e a utilização cada vez maior da internet como ferramenta para o relacionamento entre organizações e consumidores propiciou uma nova revolução em todas as áreas de negócios. No mercado de seguros não poderia ser diferente.

    Atualmente, devido à pandemia de Covid-19, a rotina de trabalho mudou e muitas seguradoras utilizam os recursos tecnológicos disponíveis e investem em inovação para continuarem a manter negócios com os colaboradores trabalhando em regime de home office e sem atendimento presencial para os segurados.

    Com a recomendação das autoridades para que as pessoas fiquem em casa e evitem aglomerações, muitas empresas estão adotando diversas medidas para proteger seus funcionários e clientes, como, por exemplo, a realização de vistorias online, envio de documentação e aviso de sinistro pela internet, lives para treinar e capacitar a equipe entre outras coisas. Tudo isso com o apoio da tecnologia.

    Veja e entenda como algumas seguradoras estão utilizando o mundo digital em benefício da própria organização e de seus clientes:

    Porto Seguro

    O principal canal de comunicação da companhia com os corretores continua sendo o Portal Corretor Online, onde são divulgadas as informações mais importantes, notícias e orientações. Além disso, cada produto da seguradora possui um canal de vendas que está em contato constante com o profissional para auxiliá-lo em todas as demandas. A empresa está realizando lives e publicando vídeos nas suas redes sociais para fortalecer a comunicação e tirar dúvidas do público.

    Segundo Roberto Santos, presidente da seguradora, essas ferramentas são recursos fundamentais que possibilitam o contato de forma remota. “Independente da quarentena, é importante para qualquer empresa o investimento em tecnologia e inovação, pois precisamos estar preparados para as possíveis adversidades que ainda surgirão”.

    Liberty

    A maioria dos processos que anteriormente eram manuais, como a assinatura para a contratação de um seguro de vida, por exemplo, ou o envio de documentações para processos de sinistro, já são 100% digitais na seguradora. A empresa notou uma crescente demanda de clientes e corretores por ferramentas com tecnologias que lhes tragam uma maior autonomia na resolução de problemas, por isso implantou a autovistoria, no qual o próprio consumidor envia fotos e dados do bem segurado para a companhia.

    Segundo Patricia Chacon, Diretora de Transformação da organização, ”mudanças como essas são extremamente positivas neste período, pois economizamos um tempo que pode ser dedicado à outros focos e ganhamos agilidade no dia a dia. Desta forma, nossos colaboradores podem utilizar seu tempo para melhorar a experiência dos clientes e pensar em soluções que podem beneficiar todo o mercado”.

    Zurich

    Para os consumidores e parceiros da companhia, a seguradora disponibilizou canais digitais como chatbot e os portais do cliente e do corretor, disponíveis para busca de informações e serviços. Entre as funções oferecidas no portal do segurado, está a emissão de 2ª via de boleto e apólices, além da abertura e acompanhamento de sinistros.

    Já o corretor consegue realizar pelo site a cotação de propostas, emissões de apólices e checar de todas as informações fornecidas pelos seus clientes. Segundo Lucia Sarraceno, head de Canais Digitais da empresa, “a digitalização vai ser uma necessidade básica no novo normal após a pandemia e a organização está trabalhando para conseguir ampliar seus serviços de autoatendimento para todas as linhas de negócio”.

    Capemisa

    Uma nova plataforma foi oferecida para que a área Comercial e o Marketing pudessem montar seus canais de comunicação e fazer uso conforme a necessidade do seu público. Para os colaboradores, há disponível a Rede Colaborativa, uma estrutura de comunicação e informação com um sistema que permite vídeo conferências, compartilhamento de materiais e acesso remoto à rede.

    Segundo Antônio Cláudio Nascimento Fonseca, superintendente de Tecnologia da companhia, “durante esse período tão desafiador, a tecnologia contribui para preservar a conexão e manter a aproximação entre todas as pontas do negócio”.

    Icatu

    A companhia possui um portal corporativo focado na comunicação para os funcionários, além de um perfil no Instagram exclusivo para colaboradores que funciona como um canal para a comunicação interna. Além disso, em parceria com a D’or Consultoria, a empresa disponibilizou um canal direto, por telefone e WhatsApp, no qual os parceiros podem tirar todas as suas dúvidas sobre o coronavírus com uma equipe médica.

    Para os segurados, está disponível o Centro de Relacionamento com Clientes (CRC). Na Área do Cliente no site da seguradora, por exemplo, é possível consultar todas as informações dos produtos de Vida, Previdência e Capitalização, acompanhar reservas em tempo real, acessar documentos, realizar aportes e resgates, editar beneficiários, formas de pagamento e endereço. De acordo com Rafael Caetano, diretor de Marketing da empresa, “momentos como esse são importantes para as organizações reverem seus processos e prioridades. Investimento em tecnologia deve ser uma constante”.

    Ituran

    Durante a quarentena a empresa intensificou a utilização do email e implantou as reuniões virtuais, no qual utiliza a ferramenta Microsoft Teams. Os corretores ainda podem se comunicar com seus consultores comerciais através do whatsapp, além de poder entrar tirar dúvidas pelo chatbox do site e fechar suas vendas. “Para manter nossa rotina de trabalho sem nenhum risco, usamos soluções da própria empresa, como a plataforma em nuvem. Graças aos investimentos em tecnologia a operação continua funcionando em plena conformidade”, afirma Roberto Posternak, diretor comercial da companhia.

    Os segurados podem contar com os meios digitais disponibilizados pela seguradora: aplicativo, que agrupa todos os canais de comunicação da companhia, permitindo interação com o SAC; portal do cliente; e o chat online, que pode ser acessado pelo site.

    Generali

    Uma das ferramentas que a seguradora está utilizando para atender seus clientes durante a pandemia é o Call Center, no qual os consumidores podem tirar suas dúvidas com a equipe da empresa. Além disso, um dos seus produtos, o Seguro Auto Pay Per Use, é operado diretamente através dos canais digitais da companhia, no qual o segurado interage através de aplicativo de celular e pelo portal da insurtech parceira, a Thinkseg.

    De acordo com Alexandre Muniz, diretor de TI da organização, “em contexto onde novas operações surgem todos os meses e precisam estar disponíveis para os clientes em semanas, como ocorre nos mercados de affinity, uma seguradora não consegue atuar nesse mercado sem tecnologia. Por isso, é fundamental que a empresa esteja ligada nas tendências do setor”.

    MetLife

    Atualmente, 100% de seguro individual da empresa é feita digitalmente com uso de reconhecimento facial. Em reuniões os colaboradores, corretores e parceiros comerciais têm usado plataformas virtuais para dar continuidade nas relações comerciais. Além disso, a seguradora está adotando algumas iniciativas internas de comunicação com os colaboradores para manter a interação entre as equipes mesmo durante o regime de home office. Devido a estas iniciativas, a organização percebeu um aumento da produtividade da equipe comercial, principalmente por conta da otimização de tempo de deslocamento para visitas presenciais nas grandes cidades.

    “Com a necessidade do distanciamento social por conta do covid-19, agilizamos nossos projetos para dar continuidade as vendas com as peculiaridades do momento em que estamos vivendo. Iniciativas como o envio de propostas digitais e assinatura por reconhecimento facial (biometria) foram grandes acertos e um diferencial no suporte a equipe de vendas, trazendo agilidade para atender o cliente”, afirma Paula Toguchi, superintendente de Produtos da companhia.

    Prudential

    Com seus mais de 800 funcionários trabalhando de maneira remota, a seguradora tem intensificado a comunicação tanto com seus funcionários e corretores, quanto com seus clientes durante a quarentena. Para o público interno, a companhia tem emitido comunicados por email com informações sobre a operação do negócio, além de dicas de saúde e bem-estar para que os colaboradores possam exercer seus trabalhos de forma produtiva e segura.

    Além disso, para os corretores parceiros estão sendo enviados comunicados sobre os movimentos que a empresa tem feito para apoiá-los no processo das vendas de seguro de vida, disponibilizando ferramentas que possibilitem a operação normal de suas franquias. Para os consumidores a seguradora intensificou, por meio de newsletters, mensagens nas redes sociais e ações na imprensa, o esclarecimento em relação às coberturas contratadas e os canais de atendimento disponíveis.

    “Tudo isso só é possível graças à tecnologia. Possuir um investimento nessa área bem estruturado, ou seja, planejado e alinhado com a estratégia da organização e de seus produtos, se traduz como um grande diferencial para o sucesso nos negócios”, ressalta André Schenkel, chief Information Officer da companhia.

  • Saída da crise da pandemia para mercado será com seguradores e corretores unidos


    Fonte: Kelly Lubiato - Revista Apólice

    CNseg realiza webinar com líderes do mercado para apontar os caminhos pós pandemia. Os temas foram desde o cenário internacional, passando pela atuação dos corretores de seguros e pelo futuro que ainda é incerto.

    Discutir a pandemia da Covid-19 é fundamental para ajudar a entender qual caminho devemos seguir. A Confederação Nacional de Seguros Privados, CNseg, reuniu presidentes de três seguradoras para mostrar o panorama externo e a como pode ser o futuro do mercado brasileiro. O evento foi comandado por Marcio Coriolano, presidente da entidade, que logo na abertura ressaltou que a indústria global de seguros é a principal fonte estabilizadora do mundo atualmente. “Todas as companhias seguiram seus planos de continuidade de negócios, com programas de pagamentos flexíveis, providências voluntárias para a sociedade e medidas de proteção para os seus colaboradores e familiares”.

    “Ninguém estava pronto para uma situação de pandemia, em todos os países e em qualquer setor da economia”, sentenciou Luis Gutierrez, CEO da Mapfre. Na Europa, as associações de seguradoras e reguladoras fizeram algumas recomendações ao mercado, principalmente focando em produtos e na solvência das companhias de seguro.

    Gutierrez lembrou que apesar do seguro de vida ser o maior tema no cenário de pandemia, por conta da exclusão da cobertura, a maior parte das empresas optou por realizar a indenização por morte por qualquer causa. “Um problema interessante são as coberturas por lucros cessantes, que dependem de um evento que de gatilho para a cobertura, como um incêndio. No caso de clientes que não podem mais consumir produtos, não há cobertura”, lamentou o executivo, ressaltando que não se está falando de exclusão mas de falta de cobertura.

    O setor de seguros conseguiu manter a continuidade da sua operação mesmo na fase de transição para o home-office, colocando a segurança de seus colaboradores e suas famílias em primeiro lugar. Os serviços foram mantidos, tanto para segurados quanto para corretores e prestadores de serviços.

    José Adalberto Ferrara, CEO da Tokio Marine, usou como exemplo o sistema de home-office adotado na Ásia, em países que estão retomando suas atividades e onde a companhia opera. “Na Ásia, praticamente todos os países estão em home-office, com exceção da China (com proteção do grupo de risco e horários flexíveis, para garantir o distanciamento social); em Hong Kong, eles chamam de 80-20 (80% no escritório e 20% em casa, com alternância de dias por pessoa); no Japão, 50% dos funcionários estão em home-office, mas somente em 7 de abril decretaram um estado de emergência e 70% do colaboradores passaram a trabalhar em casa e 30% no escritório, em dias alternados”, explicou.

    O que a pandemia ensina

    A primeira lição da Covid-19 é que não se pode ser negacionista ou minimizar o problema. Esta é a opinião do CEO da Zurich, Edson Franco. Esta é a maior crise desde a segunda grande guerra, com agravante do nível de interdependência global. “A consequência é a recessão e o desemprego recorde para todos da nossa geração, com crise arrastada para 2021”.

    Franco disse que é possível perceber que as medidas a serem adotadas não são muito diferentes em qualquer lugar. “A resposta para uma crise desta magnitude são ações de governo com pacotes emergenciais para proteção de emprego, renda e capital de giro, com estímulo ao crédito com linhas incentivadas para pequenas e médias empresas e medidas de redistribuição de renda via programas assistenciais”. Porém, ele chamou atenção para o fato de que a crise não pode ser uma desculpa para distorcer relações privadas com excesso de intervencionismo estatal. As medidas tem que ter caraterística emergencial e transitória, com começo, meio e fim”.

    A digitalização dos processo de todos os processos é uma realidade agora, que deverá ser um legado para o período pós-pandemia. “Se estas mudanças serão permanentes, não sabemos, porém há uma quebra de paradigmas relacionados à virtualização dos processos”, pontuou Franco.

    Outra lembrança importante dos líderes é que as empresas aprenderam que agora não precisam mais de espaço fisico, pois o trabalho remoto se mostrou viável. “Estamos diante de um ponto de inflexão, em que poderemos privilegiar o trabalho em home office, questionando o espaço que ocupamos. Em termos de produtos, acredito que os corretores e seguradores precisam enxergar que tipo de produtos podemos desenvolver para atender a indústria de seguros”, apontou Ferrara.

    Futuro e corretores

    Luis Gutierrez, declarou que ainda não se sabe como será o mercado de seguros no futuro, nem como será a evolução da economia. “O brasileiro e o mercado estarão mais dispostos a escutar sobre produtos de seguro, mas outra coisa é procurar a conversa. Estar junto ao cliente para fazer oferta e o assessoramento para descobrir o que ele necessita será o foco dos corretores de seguros”, garantiu.

    O CEO da Mapfre destacou que é necessário perceber que o mundo está mudando e a tecnologia tem que servir para ajudar no contato com o cliente. “O cliente precisa da venda consultiva, mas temos que chegar até ele”. Para ele, a sociedade está mais aberta mas ela guarda sua memória, portanto, é difícil dizer quais serão as suas necessidades.

    Os corretores de seguros e todos os prestadores estão demonstrando que o setor é capaz de fazer muito mais coisas do que sabia. Temos que ter capacidade de nos reinventar e realizar novos negócios, nas mãos de milhares de pessoas que trabalham no setor segurador.

    Ainda não é possível prever como será o consumidor do futuro, porque a sociedade tende a manter um viés de normalidade após a crise. Não dá para saber qual será o novo normal. “O que sabemos é que o corretor deverá fazer um assessoramento de risco para os clientes e não apenas vender produtos. A ferramenta tecnológica é fundamental, vinda de corretores ou dos seguradoras. Não acredito na desintermediação”, sentenciou Franco.

    Marcio Coriolano concluiu que a confiança que temos é de que o mercado foi construído com muita competência.

  • PASI amplia atendimento psicológico gratuito para corretores


    Fonte: N.F. - Revista Apólice

    Durante a pandemia a empresa disponibilizará também aos corretores as assistências nutricional, social e fitness através de sua Central de Amparo.

    Em março o PASI havia disponibilizado, sem custo, as assistências para todos os seus segurados e familiares no intuito diminuir a ansiedade, amparar e esclarecer dúvidas sobre o isolamento e a contaminação do novo coronavírus. A iniciativa da empresa em disponibilizar as assistências se deu após ser constatado o registro do aumento do número de atendimentos realizados na Central de Amparo durante o período da pandemia.

    Atendendo a pedidos, o serviço agora foi estendido aos corretores de seguro sem nenhum custo e de forma ilimitada. Devido a extensão do período de isolamento e a crescente demanda da Central, o serviço gratuito de amparo foi ampliado até 30 de junho.

    “A repercussão foi tão positiva entre os segurados e seus familiares que após ouvir alguns depoimentos e pedidos de parceiros, decidimos estender também para todos os corretores e seus funcionários, sem nenhum custo, o acesso às assistências neste momento tão delicado que atinge a população”, afirma Andrea Gomes, superintendente de Operações da organização.

    O corretor deve se cadastrar caso deseje ter acesso às assistências, para isso basta preencher o formulário clicando aqui e em até 48 horas o serviço já estará disponível. A disponibilidade da campanha estará sujeita ao limite de capacidade de atendimento da central.

    Os atendimentos estão sendo realizados remotamente, por telefone ou vídeo chamada (pré-agendada), de segunda a segunda, de 08:00h às 21:00h em todo país. A empresa irá manter sua comunicação atualizada através das redes sociais.

  • Coronavírus aumenta procura pelo seguro de vida


    Fonte: N.F. - Revista Apólice

    Desde de que o covid-19 começou a se espalhar pelo Brasil, a procura e venda do produto mais que dobrou na Minuto Seguros. Maioria das seguradoras garante cobertura para morte pela doença.

    A Minuto Seguros acabou de realizar um levantamento que mostra relação do aumento de procura do Seguro de Vida em meio à pandemia de coronavírus, que chegou ao País no final do mês de fevereiro.

    De acordo com o Ministério da Saúde, o primeiro caso oficial de pessoa infectada por coronavírus no Brasil foi registrado no dia 26 de fevereiro. Em março, houve um aumento de 136% nas vendas do produto quando comparado ao mesmo mês em 2019. No contato para contratar o seguro, muitas pessoas citam a covid-19 como motivo para buscar a proteção, segundo o CEO da Minuto Seguros, Marcelo Blay.

    “Desde que começou a se falar mais em coronavírus, principalmente quando a disseminação ficou mais forte na Europa, as pessoas já perguntam sobre a cobertura da covid-19 pelo Seguro de Vida. Quando o surto atingiu o Brasil, as buscas por esse motivo específico aumentaram ainda mais”, afirma Blay.

    No mesmo período que a procura de pessoas físicas aumentou, em março, a venda para empresas que querem oferecer o benefício para os seus funcionários também teve elevação acentuada: 250% maior do que no mesmo período no ano passado. Neste caso, o produto é o Seguro de Vida em Grupo, uma modalidade disponível para segurar a partir de três pessoas. Para Blay, esse é um movimento esperado.

    “As empresas também mostram preocupação com o coronavírus, pois essa doença pode atingir seus colaboradores e querem protegê-los. Com isso, o aumento da procura pelo Vida em Grupo, a exemplo do individual, também é reflexo dessa nova realidade”, diz o executivo.

    Seguradoras mudam condições gerais para cobrirem coronavírus

    No dia 11 de março, a Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou o coronavírus como uma pandemia, que é um risco excluído do Seguro de Vida, o que significa que não haveria cobertura para os segurados no caso da covid-19. No entanto, diante de um cenário diferente de tudo o que se havia visto na história recente, houve uma mudança na prática da maioria das seguradoras, como explica Blay.

    “Em tempos de crise como esse, as pessoas precisam de apoio e sentir que elas e suas famílias estão amparadas. O mercado de seguros entende esse momento e é capaz de se adaptar de acordo com o que a situação exige, pois o combate à pandemia requer esforços em conjunto. Possibilitar que o produto preste assistência para quem é acometido pelo coronavírus faz parte disso”, diz o CEO.

    “As seguradoras fizeram uma avaliação criteriosa do impacto em seus balanços da cobertura para essa pandemia e chegaram à conclusão que poderiam atender os pedidos de indenização sem comprometer sua solidez financeira e, consequentemente, garantir o atendimento aos demais pedidos de pagamento de sinistro”, complementa Blay.

    Coberturas para coronavírus incluem morte e assistência funeral

    Com o coronavírus coberto pelo Seguro de Vida, os beneficiários passam a ter direito à indenização por morte em decorrência da covid-19. No caso da assistência funeral, a cobertura inclui limpeza do corpo, preparação para velório e cremação ou enterro de acordo com as recomendações das autoridades de saúde, por conta do risco de contágio da doença.

    As coberturas citadas acima são livres de carência para quem já havia contratado o seguro antes da pandemia. Para as pessoas que ainda vão adquirir o produto, o indicado é consultar as condições e planos com o corretor ou com a seguradora, pois a questão de carências aplicáveis pode variar.

    Como trata-se de uma situação nova para todo o mundo, o mercado de seguros também se adapta tanto às novas necessidades das pessoas como também ao aumento da demanda por Seguro de Vida. Segundo Blay, o mercado de seguros reafirma sua importância social ao se adaptar à situação totalmente inusitada, garantindo o pagamento de indenização mesmo em caso de exclusão explícita nas apólices.

    “Geralmente menosprezado no Brasil, o seguro é de extrema importância para ajudar as famílias que perderam seu ente querido a ganhar um fôlego financeiro para reconstruir sua trajetória interrompida pelo falecimento” finaliza o executivo.

  • Ibracor divulga nota sobre regulamentação dos corretores de seguros


    Fonte: N.F. - Revista Apólice

    A entidade divulgou um comunicado sobre os últimos acontecimentos com o objetivo de prestar esclarecimento ao mercado de seguros e aos profissionais.

    Após a MP 905/19 ter sido revogada sem desregulamentar os corretores de seguros, o Ibracor (Instituto Brasileiro de Autorregulação do Mercado de Corretagem de Seguros, de Resseguros, de Capitalização e de Previdência Complementar Aberta) divulgou uma nota falando sobre o acontecimento com o objetivo de esclarecer dúvidas dos profissionais do seguro.

    Veja o comunicado na íntegra:

    “Tendo em vista os fatos recentes que envolvem a profissão, o registro e a atividade da valorosa categoria econômica dos corretores de seguros, entendemos por bem prestar alguns esclarecimentos a esses profissionais, ao Mercado de Seguros e a sociedade em geral.

    Em 11 de novembro de 2019 o Governo Federal editou a Medida Provisória nº 905/2019, que, em seu artigo 51, incisos III e IV, pretendia revogar a Lei nº 4.594/64 e alguns dispositivos do Decreto-Lei nº 73/66. Considerando as características de tal normativo, os seus efeitos imediatos ocasionaram a desregulamentação da profissão de corretor de seguros e da atividade de corretagem de seguros, a partir da sua edição.

    Com base na Medida, e considerando a perda de eficácia da Lei e de dispositivos do Decreto-Lei acima citados, a Susep editou a Carta Circular Eletrônica nº 3/2019, mencionando que este Instituto poderia adotar, plenamente, todas as medidas de sua alçada, atribuições e competências estatutárias, institucionais e finalísticas para fins de estabelecer critérios de registro, manter e dar sequência à organização de cadastro de corretores de seguros, de capitalização e de previdência complementar aberta e prepostos, processando os pedidos de inscrição, alteração e recadastramento dos interessados junto à esta entidade autorreguladora.

    A fim de atender e dar efetividade a tal manifestação, após a edição da Carta Circular, este Instituto editou Resoluções, sobre a atividade e a inscrição de corretores de seguros, e envidou esforços para conceder inscrições/registros visando possibilitar que os novos corretores pudessem exercer a atividade, promovendo seus cadastros junto às sociedades seguradoras com o intuito de resguardar os consumidores de seguros. Esses normativos foram publicados não apenas no Portal da entidade, mas também no Diário Oficial da União, sem que se tenha conhecimento ou registro de qualquer oposição ou manifestação contrária.

    Para o desempenho dessas atividades, houve a necessidade de estruturação do Instituto, com o investimento de mão de obra qualificada, equipamentos eletrônicos e demais providências, sendo estabelecidos como parâmetro valores praticados com base na tabela de serviços de 2008, relativos ao antigo Convênio firmado entre Susep e a Fenacor, sem aplicação de atualização ou de reajuste, em total contrapartida de despesas administrativas da prestação de serviços disponibilizada.

    De forma voluntária, os interessados em ingressar na atividade buscaram o Ibracor e, atendidas as condicionantes contidas nas Resoluções anteriormente mencionadas, obtiveram suas inscrições como corretores de seguros no Instituto, o que lhes possibilitou o cadastramento junto às seguradoras, a intermediação de seguros e o consequente recebimento de suas comissões. Enfim, que pudessem praticar os atos pertinentes à sua atividade profissional, com o reconhecimento de suas parceiras. Hoje a entidade já conta com quase 20.000 corretores nos seus cadastros, graças ao esforço estratégico e operacional desempenhado pela sua liderança e equipe profissional.

    Ocorre que, em 20 de abril de 2020, o Governo Federal editou a Medida Provisória nº 955/2020, revogando a Medida Provisória nº 905, de 11 de novembro de 2019, que havia fundamentado a adoção das medidas anteriormente citadas.

    Nesse sentido, solicitamos à Sra. Solange Vieira, superintendente da Susep, o agendamento de reunião virtual para que fossem tratados os passos seguintes acerca dos temas que envolvem a atividade de corretagem de seguros, até mesmo, no caso concreto, em virtude das inscrições/registros concedidos por este Instituto e a existência de processos de inscrição de corretores de seguros que encontram-se em trâmite nesta entidade.

    Naquele momento a Susep ainda não havia dado publicidade da disponibilização do novo Sistema de Cadastro de Corretores de Seguros e, preocupados com esse novo cenário, que trouxe de volta o status anterior a 11 de novembro de 2019, nossa intenção era tratar desse tema com a Superintendência o mais breve possível, ou que nos fossem enviadas instruções a serem adotadas.

    A partir da manifestação da autarquia sobre o novo Sistema de Cadastro de Corretores de Seguros, informamos, por fim, que buscaremos junto à Susep a sensibilidade e o entendimento necessários que o caso requer, com a convalidação dos atos praticados pelo Ibracor relacionados às inscrições concedidas, atitude essa justa e oportuna, considerando tudo que foi exposto nesta manifestação, principalmente em virtude do posicionamento contido na Carta Circular.

    Reafirmamos, por fim, que este Instituto continuará à disposição da Susep para colaborar com as suas atividades relacionadas aos corretores de seguros, dada a sua condição legal de órgão auxiliar, bem como dos corretores de seguros para os esclarecimentos que se fizerem necessários”.

  • Mudanças na legislação referente à Habilitação dos Corretores de Seguros


    Fonte: ENS - Coordenadoria de Comunicação

    No dia 20 de abril, a MP 905, que alteraria a regulação sobre a corretagem de seguros, foi revogada. Com isso, voltou a valer o marco regulatório imediatamente anterior, regido pela lei 4594 e decreto lei 73/66, instrumentos nos quais estão previstas as condições de formação profissional e habilitação dos corretores de seguros.

    Nesse momento, a ENS novamente vem declarar seu compromisso e cuidado com a formação da categoria, por meio de Cursos e Exames para Habilitação de Corretores de Seguros. Vale lembrar que, mesmo durante a pandemia do novo coronavírus, todos os nossos cursos estão sendo ministrados normalmente na modalidade online, e a conclusão da primeira turma de corretores de seguros habilitados de 2020 acontecerá no próximo mês de julho.

    Seguimos ofertando os Cursos para Habilitação de Corretores de Seguros nas opções Capitalização, Vida e Previdência, e Demais Ramos para o segundo semestre de 2020. Em caso de estudos já iniciados, o aluno pode prosseguir de onde parou, desde que cumpra os requisitos previstos no regulamento e tenham contrato em vigor.

    As matrículas para turmas presenciais poderão ser feitas a partir de 1º de junho e o início do período letivo acontecerá em agosto. Já as turmas online seguem com inscrições abertas.

    Os próximos Exames para Habilitação de Corretores de Seguros estão agendados para 20 a 23 de julho de 2020, com inscrições a partir de 18 de maio. A segunda edição do ano está prevista para novembro, com inscrições a partir de setembro.

    Em caso de dúvidas, os interessados devem entrar em contato com a ENS pelo e-mail secretariageral@ens.edu.br ou pelo telefone 3003-3949. Conheça no site ens.edu.br o FAQ sobre o assunto.

  • Coronavírus: operadoras passam a oferecer teleorientação odontológica


    Fonte: Nicole Fraga - Revista Apólice

    Com o isolamento social ocasionado pelo covid-19, empresas investem em tecnologia e inovação para continuarem a atender seus beneficiários durante a quarentena.

    Além dos profissionais da área médica expostos ao risco de contrair o coronavírus, os dentistas também estão no grupo de trabalhadores que podem contrair a doença enquanto atendem pacientes, mesmo sem ligação direta com o tratamento do vírus,

    De acordo com o Conselho Regional de Odontologia de Minas Gerais (CRO-MG), os dentistas devem atender apenas casos de emergência e urgentes, seguindo as classificações do Conselho Federal de odontologia (CFO). Além disso, os profissionais que forem do grupo de risco, ou que morarem com alguém que se encontra nesse grupo, não poderão realizar os atendimentos, com exceção para casos extremos.

    Sendo assim, muitas operadoras precisam encontrar formas de continuar atendendo os pacientes que necessitam de tratamento durante a quarentena. Algumas empresas lançaram o serviço de teleorientação odontológica. A iniciativa está de acordo com a deliberação do Ministério da Saúde, que regulamentou a telemedicina no País em caráter excepcional durante a crise da covid-19.

    Uma dessas organizações é a Odontoprev. A companhia lançou o Dentista Online, plataforma de atendimento online, para que seus mais de 7 milhões de beneficiários possam cuidar da saúde bucal sem precisar sair de casa. Para acessar basta o cliente visitar o site da empresa, clicar no banner do serviço e um dentista especializado estará à disposição para esclarecer dúvidas sobre tratamentos ou orientar procedimentos dentários. O benefício é válido para todo o território nacional.

    Segundo Camila Von Muller Vergueiro Caram, superintendente de Estratégia Digital e Marketing da empresa, “a companhia já estudava formas de ajudar o beneficiário na triagem, além de orientar a jornada do tratamento, e a quarentena acelerou o processo, fazendo com que fosse possível desenvolvermos a plataforma em apenas cinco dias”.

    Outra empresa que também adotou essa tendência é a Unimed Odonto. O serviço está disponível no aplicativo da operadora, possibilitando que o usuário agende consultas e conecte-se com profissionais qualificados no horário programado.

    A operadora integrou o novo serviço em sua plataforma em apenas duas semanas, com apoio da sua célula de inovação digital, a Stormia. Além das consultas, a ferramenta também oferece busca por rede credenciada e acesso ao cartão digital do plano. A teleorientação odontológica funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. Após o agendamento, a consulta é realizada por videochamada no próprio aplicativo.

    Para Fábio Nogi, gerente de Negócios da companhia, “durante o isolamento, inevitavelmente ocorrerão problemas odontológicos diversos e as pessoas poderão ficar inseguras sobre quando e em que condições deverão buscar atendimento presencial, tomando maior consciência e se precavendo dos riscos inerentes a esta decisão”.

    O executivo entende que a teleorientação poderá se tornar um recurso adicional na assistência odontológica, porém, sempre de forma complementar ao tratamento convencional, com maior foco para a educação e promoção da saúde bucal dos clientes assistidos.

    “A pandemia fez com que as empresas acelerassem a transformação digital, e esse movimento seguirá cada vez mais forte. Entretanto, isso não quer dizer que o contato presencial não seja muito importante. O equilíbrio e a complementariedade são o caminho. Além disso, a crise resgatou sentimentos que, bem direcionados, fazem com que as empresas entreguem mais para os seus clientes. Gosto de acreditar que isso deve ser mantido no pós-pandemia”, ressalta Camila.

  • Seguro viagem enfrenta o desafio de atravessar a crise


    Fonte: Kelly Lubiato - Revista Apólice

    O seguro viagem não tinha cobertura para pandemias. Entretanto, desde o início desta crise, as empresas se dispuseram a pagar todas as despesas dos segurados que estavam fora do país. Agora, o desafio é encontrar uma forma de recuperar seu faturamento.

    O setor de turismo foi um dos primeiros a parar por conta da pandemia de coronavírus e será um dos últimos a retomar suas atividades. O mercado de seguro viagem sofreu muito com a paralisia do turismo e agora tem o desafio de buscar novas fontes de receita, seja com o desenvolvimento de novos produtos ou com novos investimentos de médio prazo.

    Há muitas empresas de seguro viagem que zeraram o atendimento, com redução de equipe e salários dos colaboradores. Há outras que podem receber capital de seus acionistas.

    O primeiro movimento do setor, logo que as fronteiras de diversos países foram fechadas, foi abrir a possibilidade da contratação de seguro viagem para quem já estava fora do Brasil. Outra atitude, acompanhando a tendência do mercado nacional, foi a cobertura para eventos ocasionados pela pandemia.

    O grande desafio agora é saber para onde vai o mercado e que ações as empresas irão tomar para dar continuidade às suas atividades. Raphael Swierczynski, CEO da Ciclic, explica que muita gente que tinha viagem marcada para os meses de março, abril, maio e junho, por exemplo, já tinham o seguro viagem contratado. “Boa parte dos valores dos contratos já fechados foram revertidos em créditos, com a mesma quantidade de dias e destino contratados originalmente. O contrato está garantido mesmo com a alta do dólar, que aumentou mais de 20% neste período. Mais de 80% dos clientes optaram por ficar com o crédito por mais de dois anos. Estamos com uma grande flexibilidade e dando possibilidade de negociação aos clientes”, informa Swierczynski.

    Alexandre Camargo, Country Manager da Assist Card Brasil, diz que é preciso entender o momento e o quanto o setor vai mudar. Antes as pessoas compravam o seguro viagem pensando apenas no valor da mala extraviada. “O seguro viagem ganha agora relevância, com o consumidor dando mais importância aos serviços que podem ser prestados e no seu bem estar”, ressalta.

    A contratação de seguro viagem irá aumentar no período pós pandemia. Atualmente, as estimativas mostram que apenas 30% dos viajantes possuem algum tipo de seguro viagem, seja contratado diretamente ou via cartão de crédito. “A expectativa é quando o período de quarentena acabar, as viagens sejam retomadas. Por isso, haverá uma demanda reprimida, com as pessoas contratando mais seguro”, prevê Swierczynski.

    O futuro do setor

    O primeiro movimento das empresas do setor foi garantir a cobertura em caso de pandemia. Camargo afirma que, acima de tudo, as empresas precisam buscar as inovações. “O momento nos forçou a sermos criativos e a tomar certas decisões”. A Assist Card aproveitou a sua estrutura de atendimento de urgência e emergência montada em diversos países para atender clientes que estejam em dificuldade mesmo que elas não estejam viajando. O produto, que está em fase de testes na Argentina, e que deve chegar ao Brasil em maio, oferece um primeiro atendimento em domicílio ou por telemedicina para os novos contratantes. “Hoje, ninguém quer ir ao hospital, mas as pessoas continuam tendo problemas de saúde”, constata Camargo. É uma estrutura para desafogar o sistema de saúde.

    A distribuição do novo produto seguirá na mesma linha dos produtos já oferecidos pela empresa. Na Ciclic, o objetivo é continuar divulgando os produtos de seguro viagem, mesmo que as vendas estejam menores neste momento. “Não vamos deixar de investir em levar informação e fazer marketing do produto, continuando presente nas mídias para não desaparecer com produto e marca. Na volta, viremos com uma campanha forte para buscar os clientes. Queremos atrair uma grande parcela das pessoas que precisam viajar”, antecipa Swierczynski.

  • Apólice realiza entrevista exclusiva com o deputado Lucas Vergílio


    Fonte: Revista Apólice

    Durante entrevista para a revista, Vergílio falou sobre a desregulamentação dos corretores de seguro e quais medidas deverão ser tomadas.

    Apólice: A que você atribui esta atitude intempestiva do Governo de desregulamentar a profissão de corretor de seguros?

    Lucas Vergílio: O motivo eu também não sei. Eu acredito que no âmbito da comissão especial nós vamos ter a oportunidade de debater isso e indagar o Governo. Fomos pegos de surpresa, porque a superintendente, durante o Congresso Nacional dos Corretores de Seguros, chegou a citar a autorregulação, que foi um tema que nós levamos para a Susep, uma vez que a autarquia não tem braço para fiscalizar. Estávamos debatendo o texto, mas queríamos conversar. Segundo a Susep, esta foi uma decisão da SPE (Secretaria de Políticas Econômicas do Ministério da Economia).

    Apólice: O Ibracor poder fiscalizar os corretores muda alguma coisa?

    Lucas Vergílio: O Ibracor (Instituto Brasileiro dos Corretores de Seguros) é a única autorreguladora autorizada, criado pela Lei Complementar 137, como braço autorizado pela Susep. A circular número 3 foi uma saída para dar uma resposta rápida para uma condição que o próprio órgão viu que foi errada, açodada. Isso aconteceu para que não haja um limbo. A Fenacor e os Sincor’s estão estudando uma solução para o CNSP (Conselho Nacional de Seguros Privados). Enquanto isso, temos a Comissão Especial mista do Senado e da Câmara para tratar do tema.

    Apólice: Este debate político não é um processo demorado?

    Lucas Vergílio: A MP tem prazo de 120 dias. Se ela não for votada, ela caduca e cai.

    Apólice: A MP é muito abrangente e trata da Carteira Verde e Amarela. Algumas profissões entraram em um pacote…

    Lucas Vergilio: Muitos parlamentares estão questionando o presidente do Senado, David Alcolumbre, para que ele devolva esta MP. Há mais de 1800 emendas para esta MP 905. É um total descontentamento. Eu acredito que ela não passa com a redação que está.

    Apólice: Ela pode ser modificada?

    Lucas Vergílio: Sim. Pode ser totalmente modificada ou pode cair inteiramente. Nós, através do meu partido (Solidariedade) , entramos com um processo de inconstitucionalidade, questionando vários pontos desta MP, principalmente a revogação da Lei 4.594 e o Decreto Lei 73, que, a meu ver, tem força de lei complementar e não poderia ser alterado.

  • Bradesco Auto/RE anuncia novidades para segurados e corretores


    Fonte: Revista Apólice

    Visando atender às demandas de mercado, seguradora aumentou o pagamento de prêmios em até 6x sem juros e realizou mudanças no aplicativo Bradesco Seguros Corretor.

    A Bradesco Auto/RE trouxe uma série de novidades para corretores e segurados no segmento auto. Para facilitar e dar mais agilidade ao trabalho dos corretores, a seguradora investiu em um novo layout e funcionalidades do aplicativo mobile Bradesco Seguros Corretor. Agora é possível acessar consultas de propostas ativas, status e compartilhamento de comprovante de cobrança bancária (CCB) e download de CCB para propostas pagas em carnê. No caso das mudanças no layout, o objetivo foi que o usuário tivesse uma nova experiência de navegação e usabilidade, com uma estética mais harmônica.

    Por sua vez, os clientes do seguro auto já podem contar com condições mais favoráveis de parcelamento de prêmio para produtos da seguradora, passando de 4 vezes sem juros para 6 vezes sem juros no débito em conta ou no cartão de crédito, o que permite ao corretor maior flexibilidade nas negociações e ofertas aos clientes

    “Estamos atentos às demandas do mercado. Por isso, buscamos trazer novidades que aprimorem nossa relação com os corretores e atendam às expectativas dos segurados”, afirma Saint´Clair Lima, diretor técnico e de produtos da seguradora.

  • Seguro de RC serve como proteção em caso de imprevisto


    Fonte: Revista Apólice

    Produto tem como principal objetivo oferecer soluções relativas a eventuais danos causados involuntariamente a terceiros, seja materiais ou corporais.

    Imprevistos acontecem o tempo todo, seja no local de trabalho ou fora dele. Conhecido popularmente como R.C, o seguro de Responsabilidade Civil oferece soluções para proteger o cliente de eventuais reclamações ou ações na justiça, caso o mesmo seja responsabilizado civilmente por causar danos materiais ou corporais a outras pessoas.

    Vanessa Alves, diretora comercial da San Martin Seguros, explica que a função principal deste seguro é de garantir ao segurado o ressarcimento do valor que ele tiver que pagar para reparar perdas ou danos involuntários causados a alguém. “Atualmente esse seguro tem sido procurado por empresas e profissionais, pois o reembolso de indenizações garantido pelo R.C. tem a opção de ressarcimento de custas judiciais e de honorários advocatícios. Contudo, vale lembrar que as garantias são limitadas aos valor contratado na apólice”, afirma.

    Embora os seguros de Responsabilidade Civil sejam ramos isolados, já que são amparados em quatro ramos distintos, sendo eles RC Geral, RC Profissional (E&O), RC Riscos Ambientais e RC Diretores e Administradores (D&O). O produto tem um amplo leque de coberturas, podendo atender desde as necessidades de profissionais autônomos, como médicos, dentistas, advogados, arquitetos, engenheiros, corretores de seguros, contadores, prestadores de serviço etc, além de poder ser contratado como cobertura adicional nas apólices de automóvel e residência, garantindo assim a indenização de prejuízos materiais ou corporais causados involuntariamente a terceiros em caso de um acidente doméstico, por exemplo.

    Alguns seguros de R.C. são direcionados para as chamadas linhas financeiras, como o Seguro de Garantia de Obrigações Contratuais. Esses tipos de seguro estão cada vez mais sofisticados, podendo atender às demandas mais exigentes. “Por isso é importante conversar com um corretor de seguros experiente, que irá identificar o seguro ideal para atender as reais necessidades de cada cliente”, conclui a executiva.

  • DPVAT já indenizou mais de 391 mil ocorrências por morte em todo o país


    Fonte: Revista Apólice

    Pagamentos por acidentes fatais devem ultrapassar a marca de 398 mil até o fim do período de três anos para dar entrada no benefício.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as ocorrências no trânsito causam, todos os anos, cerca de 1,3 milhão de mortes no mundo. No Brasil, os dados do seguro DPVAT mostram que mais de 391 mil acidentes fatais ocorreram no país e foram indenizados pelo seguro obrigatório na última década. Os números ainda podem aumentar, uma vez que vítimas e beneficiários têm até três anos para dar entrada no seguro obrigatório. Após o fim do prazo, estima-se que mais de 398 mil indenizações terão sido pagas por morte no trânsito em toda a região.

    A projeção do total de sinistros pagos após o prazo de três anos para dar entrada na indenização utiliza a base histórica de 2012 a 2017 para calcular o volume médio de pagamento no primeiro, segundo e terceiro anos em todo o país. A partir disso, são projetados os pedidos de indenizações pendentes, chegando ao total de pagamentos a serem realizados até o fim do período de três anos.

    De acordo com o levantamento da Seguradora Líder, São Paulo (61.322) e Minas Gerais (42.778) registram os maiores quantitativos de acidentes fatais ocorridos e indenizados pelo seguro obrigatório. Após o prazo de três anos para solicitar o benefício, a projeção é que tenham sido pagos mais de 62.387 e 43.546 seguros por morte, respectivamente. Na sequência aos dois primeiros colocados, estão Paraná (27.544), Bahia (27.494) e Rio de Janeiro (26.254). Depois do período prescricional, estima-se que terão sido feitos mais de 28 mil pagamentos no Paraná e na Bahia, e mais de 26 mil no Rio de Janeiro em função de acidentes de trânsito fatais.

    Quando são analisadas as capitais, SP lidera o ranking, com 12.112 acidentes fatais e indenizados pelo DPVAT na última década. O Rio de Janeiro vem em segundo lugar, com mais de 8 mil ocorrências indenizadas por morte. Na sequência, estão Fortaleza (3.339), Goiânia (3.125) e Belo Horizonte (3.004). Já Florianópolis (666), Rio Branco (635) e Vitória (428) aparecem nas últimas posições.

    O superintendente de Operações da Seguradora Líder, Arthur Froes, chama atenção para a distância do Brasil em relação ao cumprimento da Década de Ação pela Segurança no Trânsito, lançada pela ONU em 2011, e para a importância de instrumentos de proteção como o DPVAT em um cenário onde milhares perdem a vida todos os anos.

    “Medidas que intensificam a fiscalização, como a Lei Seca, e campanhas de conscientização da população, como o Maio Amarelo e a Semana Nacional de Trânsito, são grandes avanços na busca pela diminuição dos acidentes fatais, mas o cenário continua mostrando a importância de investir em educação para a prevenção de acidentes; na formação de condutores; e reforço da fiscalização em todos os estados do Brasil. Também é fundamental que haja mecanismos de proteção para as vítimas de acidentes, como o seguro, que tem caráter social e dá apoio às vítimas e seus familiares em um momento difícil”, explica o especialista.

  • Fim do DPVAT é erro monumental e deixará milhares sem proteção


    Fonte: Estadão

    Análise de Antonio Penteado Mendonça mostra que este seguro é o único arrimo de mais de 300 mil pessoas anualmente vitimadas pelos acidentes de trânsito.

    A quem interessa acabar com o DPVAT? O DPVAT é o seguro obrigatório de veículos automotores terrestres. Este seguro é o único arrimo de mais de 300 mil pessoas anualmente vitimadas pelos acidentes de trânsito. Na imensa maioria cidadãos abaixo da linha de pobreza, espalhados de norte a sul do País.

    Sem o DPVAT essas pessoas ficarão sem proteção, justamente no momento em que mais necessitam de um suporte para enfrentar as consequências dramáticas de um acidente de trânsito. O seguro obrigatório indeniza morte, invalidez permanente total e parcial e despesas médico-hospitalares. Quer dizer, não estamos falando de uma batidinha atrás na saída de um semáforo. São acidentes de trânsito sérios, capazes de desestabilizar uma família, seja pela morte, seja pela invalidez do seu arrimo.

    De acordo com as estatísticas da Seguradora Líder, que administra o Consórcio do DPVAT, 75% das indenizações são decorrentes de acidentes com motociclistas e a maioria das vítimas é de jovens pobres entre 18 e 30 anos de idade, habitantes do Nordeste.

    O DPVAT é um seguro social que funciona. Indeniza 40 mil mortes e mais de 200 mil casos de invalidez permanente todos os anos. Além disso, indeniza outros mais de 200 mil casos de despesas médico-hospitalares. Menos de 20% da frota de veículos brasileira tem seguro facultativo para indenizar terceiros em caso de acidentes. Extinguir o DPVAT é deixar um número de vítimas superior ao total de mortos na guerra da Síria sem nenhuma proteção efetiva.

    Como se não bastasse, 45% da receita do DPVAT, por lei, é destinada ao Sistema Único de Saúde (SUS). Para quem imagina que o número é pequeno, nos últimos dez anos foram repassados R$ 37 bilhões ou, anualmente, mais ou menos 3% do orçamento total da saúde pública brasileira.

    O artigo poderia se estender longamente a respeito de colocações absolutamente improcedentes do ministro da Economia, entre elas a de que o SUS teria condições de atender as vítimas porque já o faz. Isso não é verdade, até porque o SUS não indeniza morte e invalidez. Como se não bastasse, o SUS, que não tem recursos para fazer frente ao mínimo exigido dele, ainda por cima vai perder a verba destinada pelo seguro.

    A Susep invoca como ponto importante para extinguir o DPVAT os altos custos para a fiscalização da Seguradora Líder. Ora, os custos de fiscalização da Susep são pagos pelas seguradoras e não por ela. Assim, esse argumento também não procede.

    Finalmente, o governo não pode simplesmente tomar as reservas da Seguradora Líder da forma como pretende. Trata-se de uma seguradora privada, que não recebe nenhum aporte do governo, seja a que título for. A operação do DPVAT é uma operação de seguro privado, sem um único centavo de dinheiro público envolvido. O que o governo faz é determinar o capital segurado, por lei; precificar o seguro, por meio do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP); e, também pelo CNSP, determinar a margem de lucro da operação do seguro obrigatório, atualmente na casa de 2%. Entre secos e molhados, esta medida provisória é um erro monumental.

  • Os impactos da extinção do seguro DPVAT para a população


    Fonte: Milton Küster e Emerson Magalhães, advogados da Küster Machado Advogados

    Com a edição da medida provisória nº 904, cerca das 350 mil pessoas que se envolvem em acidentes de trânsito anualmente ficarão desprotegidas.

    No dia de 11 de novembro de 2019, o Poder Executivo surpreendeu a todos os brasileiros com a edição da Medida Provisória nº 904, que dispõe sobre a extinção do Seguro Obrigatório de Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT).

    Para que se entenda a extensão dessa medida, é necessário que se tenha em conta o significado de tal modelo de seguro para o cidadão brasileiro. Trata-se de um seguro obrigatório com uma função eminentemente social em razão de que indeniza, independentemente, de verificação de culpa, as vítimas de acidentes de trânsito por veículos em via terrestre. São passíveis de indenização: a morte, a invalidez permanente e as despesas médicas e hospitalares, cada qual com o seu respectivo limitador.

    Não bastasse, como todo seguro, é uma importante fonte de distribuição de renda.

    A justificativa para a extinção foi a existência de fraudes. Sim, elas certamente existem, como existem em quase todos os ramos de seguro. Mas também é certo afirmar que existem golpes em vários programas sociais operados pelo Governo. Nem por isso se cogita da extinção deles. Ao contrário, se existem falsificações elas devem ser apuradas com a responsabilização criminal dos autores, mas em hipótese alguma acabar com uma modalidade de seguro que beneficia milhões de pessoas.

    De acordo com a CNSseg, cerca de 70% dos carros registrados no Brasil não possuem qualquer tipo de seguro ou cobertura privada para proteção do bem e terceiros.

    A operação do seguro DPVAT é eminentemente privada, através de um consórcio de 73 empresas seguradoras, não existindo nenhuma vinculação com dinheiro público. A única atribuição do Governo Federal é determinar o capital segurado, por meio do CNSP (Conselho Nacional de Seguros Privados), portanto, o que pretende o governo é estatizar uma operação privada, indo na contramão de seu dito viés privatizador.

    É importante frisar que o seguro obrigatório é a única proteção para mais de 350 mil pessoas que se envolvem anualmente em acidentes de trânsito. É fato notório que as pessoas menos favorecidas economicamente recorrem apenas ao seguro DPVAT para buscar uma indenização, pois não possuem condições para contratação de um seguro facultativo.

    Ademais, repita-se, o benefício possui um uma importante função social, pois visa amparar as vítimas de acidentes envolvendo veículos de via terrestre, repassando 45% de sua receita para o SUS.

    Os números falam por si. Segundo a Seguradora Líde, em 2018 o DPVAT arrecadou R$ 4,66 bi, repassando para o SUS R$ 2,09 bi e economizando R$ 69,6mi por conta de fraudes descobertas. Como se percebe, são recursos que farão falta a um sistema falido e com orçamento contingenciado.

    A palavra agora está com o Congresso Nacional, que deverá debruçar-se com a devida atenção sobre o tema em razão do alto índice de acidentes de transito e a precariedade de nosso sistema único de saúde.

  • Seguro viagem: quatro problemas cobertos que nem todos sabem


    Fonte: Revista Apólice

    Executivo da AIG listou algumas situações recorrentes que acontecem em viagens e como o seguro pode ajudar caso ocorra algum problema.

    Da passagem, hospedagem e alimentação, até eventuais emergências médicas que possam acontecer com o colaborador durante uma viagem a trabalho, há uma série de incidentes capazes de causar dor de cabeça e gerar custos extras bastante elevados às empresas.

    “Em viagens a trabalho, a empresa é 100% responsável pelo bem-estar do seu funcionário. Ao contar com o seguro viagem, além das coberturas médico-hospitalares, é oferecido aos segurados o apoio total em imprevistos relacionados à bagagem, perda de documentos, atrasos ou cancelamento de voos e até aluguel de veículos”, explica Alexandre Moreno, gerente de Linhas Pessoais da AIG.

    Pensando nessas hipóteses, o executivo elencou algumas situações e como as coberturas do seguro viagem podem ajudar empresas e seus funcionários.

    1 – Meu voo na China foi cancelado. E agora?
    O cliente está na China e tem seu voo cancelado. Para piorar, o próximo voo partirá somente 24 horas depois e a companhia aérea, neste caso, não pagará os custos de hotel, alimentação e transporte. Outro problema: o cliente mal sabe falar o idioma local. O que fazer? Após o envio da comprovação de voo atrasado ou cancelado e, tendo a certeza de que a companhia não arcará com nada, a seguradora ressarce todas as despesas feitas pelo cliente.

    2 – Com que roupa eu vou?
    O segurado teve que viajar a negócios, mas a sua bagagem não chegou e ele não estava com a roupa apropriada para a reunião. Essa ocorrência tem dois tipos de cobertura: o atraso e a perda da bagagem. Se o executivo chegou no local e demorou mais de quatro horas para receber a bagagem, a cobertura o respaldaria. Seriam fornecidos recursos para a roupa e objetos necessários. Se a pessoa foi para o hotel, está só com a roupa do corpo e se passam cinco, seis, dez horas, um dia, cinco dias, a depender das condições da apólice, o sinistro é alterado para perda da bagagem. Sendo perdida, existe outra indenização com valor diferenciado e cobertura da roupa para reunião e para os outros dias. Com relação à documentação que precisaria de um suporte de despachante, por exemplo, a assistência da seguradora auxilia na retirada de segunda via desses documentos em diferentes países.

    3- Caí e quebrei meu tornozelo em outro país. A quem recorro?
    O cliente liga para a central de atendimento do seguro viagem, e os especialistas credenciados pela empresa vão fazer o diagnóstico por telefone sobre o que aconteceu e indicar a clínica mais próxima. Após a formalização das documentações, o atendimento é realizado. Qualquer tipo de lesão por acidente ou doença, é coberta integralmente pela seguradora até o limite contratado. Se for em algum local onde não há rede credenciada ou o cliente não ligou para a assistência, ele poderá ser atendido em qualquer clínica ou hospital e, depois, reunir os comprovantes necessários e solicitar o reembolso.

    4 – Onde está você passaporte?
    O executivo da empresa está em uma viagem de negócios no Japão ou na Europa e precisa ir para outro país com urgência para viabilizar outra situação, mas se dá conta de que não está em posse do seu passaporte. O que fazer? O seguro da companhia tem um serviço que orienta o cliente, no seu próprio idioma, sobre qual procedimento deve seguir para resolver o problema. É fornecida toda a coordenação para que o segurado não fique desamparado.

  • Com 9 milhões de MEIs no país, seguro empresarial ganha importância


    Fonte: Revista Apólice

    Independentemente da estrutura física ou do tamanho da empresa, contar com uma apólice pode garantir que a companhia não sofra prejuízos.

    De acordo os com dados do Portal do Empreendedor, administrado pelo governo federal, o número de microempreendedores individuais (MEIs) no Brasil ultrapassou a marca de 9 milhões de pessoas. O levantamento, divulgado em outubro, mostra que houve aumento de 21,6% em comparação com o mesmo período do ano passado. Esse número só aumenta e reforça também a necessidade de ter um seguro empresarial.

    “É muito importante que quem empreende no Brasil se atente a esse tipo de situação. Independentemente da estrutura física ou do tamanho da empresa, os locais sempre estão sujeitos a imprevistos e é preciso resguardar-se com possíveis danos”, afirma Antonio Santos, gerente de Ramos Elementares da Porto Seguro.

    O seguro empresarial conta, por exemplo, com cobertura para danos materiais causados à empresa por incêndio, explosão, implosão, queda de aeronave ou fumaça, mesmo se iniciarem fora do local segurado. Essa cobertura pode amparar tanto a estrutura física quanto o mobiliário e as mercadorias.

    “No caso de um incêndio, por exemplo, o prejuízo para quem não conta com o seguro pode ser incalculável e muitos brasileiros tem empreendido para garantir ou reforçar sua renda. Por isso, é importante garantir essa tranquilidade”, ressalta o executivo.

  • Confiança e proximidade é foco da nova campanha do Porto Seguro Auto


    Fonte: G.R - Revista Apólice

    A campanha reforça, além dos principais benefícios para o cliente Auto, a importância em atender de forma personalizada os segurados durante situações adversas do dia a dia.

    A nova campanha do Porto Seguro Auto destaca a importância que a empresa dá aos momentos da vida dos segurados. “Além de reafirmar o conhecimento sobre nossos benefícios e a nossa presença em todo o País como uma seguradora completa no segmento de automóveis, queremos mostrar que cuidamos do patrimônio, mas, o mais importante, é cuidar das pessoas e estar presente em qualquer momento para resolver com gentileza, rapidez e qualidade”, diz Jaime Soares, diretor do Porto Seguro Auto.

    Entre os benefícios que serão mostrados na campanha estão as assistências emergenciais como guincho e chaveiro, além dos reparos hidráulicos para a residência. “É também uma oportunidade para os corretores ampliarem os materiais que os ajudam a apresentar o posicionamento do Porto Seguro Auto aos novos segurados”, completa Soares

    De acordo com Alvin Shiguefuzi, diretor-executivo de criação da Wunderman, agência responsável pela campanha, o protagonista dos filmes, além do produto e seus benefícios, é principalmente o atendimento humanizado do Porto Seguro Auto. “São histórias de adversidades que podem fazer parte do cotidiano das pessoas e como o atendimento do Porto Seguro Auto faz diferença na solução”, diz Shiguefuzi.