NOTÍCIAS

  • Confiança e proximidade é foco da nova campanha do Porto Seguro Auto


    Fonte: G.R - Revista Apólice

    A campanha reforça, além dos principais benefícios para o cliente Auto, a importância em atender de forma personalizada os segurados durante situações adversas do dia a dia.

    A nova campanha do Porto Seguro Auto destaca a importância que a empresa dá aos momentos da vida dos segurados. “Além de reafirmar o conhecimento sobre nossos benefícios e a nossa presença em todo o País como uma seguradora completa no segmento de automóveis, queremos mostrar que cuidamos do patrimônio, mas, o mais importante, é cuidar das pessoas e estar presente em qualquer momento para resolver com gentileza, rapidez e qualidade”, diz Jaime Soares, diretor do Porto Seguro Auto.

    Entre os benefícios que serão mostrados na campanha estão as assistências emergenciais como guincho e chaveiro, além dos reparos hidráulicos para a residência. “É também uma oportunidade para os corretores ampliarem os materiais que os ajudam a apresentar o posicionamento do Porto Seguro Auto aos novos segurados”, completa Soares

    De acordo com Alvin Shiguefuzi, diretor-executivo de criação da Wunderman, agência responsável pela campanha, o protagonista dos filmes, além do produto e seus benefícios, é principalmente o atendimento humanizado do Porto Seguro Auto. “São histórias de adversidades que podem fazer parte do cotidiano das pessoas e como o atendimento do Porto Seguro Auto faz diferença na solução”, diz Shiguefuzi.

  • Empresa de planos funerários tem aumento de 150% no faturamento


    Fonte: G.R - Revista Apólice

    Além de ser reflexo da mudança no comportamento, devido à incerteza em relação à segurança, presidente da Riopae, Marcelo Carvalho, acredita que o valor agregado ao serviço potencializou o interesse do público.

    A procura por planos funerários populariza-se no Rio de Janeiro. Nos últimos cinco anos, houve um aumento de 150% no faturamento da instituição, segundo o balanço feito pela Riopae, empresa de assistência familiar. Apenas no primeiro trimestre deste ano, por exemplo, a procura por esses contratos cresceu 21%.

    Marcelo Carvalho, presidente da empresa de assistência familiar, acredita que os números são o reflexo da mudança no comportamento da população, devido à incerteza em relação à segurança, além da crise econômica, que faz com que as pessoas se preocupem com antecedência quanto ao futuro de suas famílias, contratando seguros funerários e de vida.

    “Diante da crise financeira e da crescente onda de violência que assola o estado do Rio de Janeiro, a procura por planos de auxílio funeral aumentou consideravelmente. Nossa meta é orientar a população para que, mesmo com a melhora desse panorama, o que nos deixaria muito felizes, pois também sofremos com esse cotidiano, essa procura não cesse, uma vez que nossos planos proporcionam benefícios para toda a família desfrutar em vida”, destaca Carvalho.

    Vantagens durante a vida

    O estigma que era presente no setor parece diminuir a partir da nova roupagem que as empresas têm dado aos serviços. Para lidar com um tema tão difícil, a Riopae decidiu criar um clube de vantagens para agregar valor ao serviço oferecido e fidelizar os clientes. Na prática, o pagamento das mensalidades garante uma série de descontos que vão desde academias, farmácias, universidades e consultas médicas até atenção veterinária para animais domésticos.

    De acordo com Carvalho, essa mudança na forma de agregar valor a um serviço tão estigmatizado aumentou a taxa de retenção, que hoje é de 56% entre clientes que contratam o serviço durante um ano e renovam o contrato. Ainda segundo balanço da empresa, nos últimos cinco anos houve um aumento de 64% no número de contratos. No mesmo período, crescimento de 56% no número de associados. Atualmente, a empresa conta com 100 mil membros.

    Há 18 anos, o assistente de logística Castilho Araújo da Costa, de 60 anos, contratou o plano de assistência familiar. Além dele, sua mãe utiliza os benefícios, e ele ainda garante não abrir mão das vantagens do contrato.

    “Já utilizei muitos dos benefícios, principalmente a assistência médica. O atendimento é ótimo, preço razoável, gostei muito. Se as pessoas entendessem o que o plano oferece, muita gente teria. Hoje o plano é muito importante para nós”, relata Costa.

    Dados da CNSeg

    Conforme a pesquisa da CNSeg, a arrecadação dos Planos de Riscos em Cobertura de Pessoas, que contemplam seguros de vida, inadimplência e funerário, cresceu consideravelmente no Brasil. Os números mostram que, em janeiro deste ano, a arrecadação de seguros de carros foi de R$ 2,9 bilhões, uma redução de 1,5%. Já os seguros que oferecem cobertura a problemas pessoais no futuro, a receita foi de R$ 3,3 bilhões, um crescimento de 16,2% na comparação com o mesmo período de 2018.

  • Banco fecha parceria com MetLife para ofertar plano dental 100% digital


    Fonte: G.R - Revista Apólice

    O lançamento do Banco Inter também tem o objetivo de reforçar a proposta de valor, com um produto possa atrair diferentes consumidores.

    Banco Inter fecha parceria com a MetLife para ser a primeira empresa no Brasil a oferecer planos odontológicos de forma totalmente digital.

    A contratação pode ser individual ou familiar, com preços a partir de R$ 37,90 por pessoa. O cliente escolhe a data de vencimento e o pagamento é realizado por débito automático. O plano oferece acesso a consultas, radiografias e procedimentos como cirurgia e tratamento de canal, sem limite de idade e sem coparticipação.

    “Estamos muito felizes em firmar essa parceria com uma empresa como a MetLife, que é referência mundial e possui mais de 150 anos de história”, diz Paulo Padilha, diretor executivo da Inter Seguros. “Juntos, vamos oferecer o primeiro plano odontológico do país totalmente digital. O produto possui grande potencial de crescimento, já que atualmente, apenas 12% da população possui plano odontológico”, complementa.

    Segundo Paula Toguchi, superintendente de Produto Dental da MetLife, o acordo fechado com o Banco Inter vai possibilitar a utilização de um novo canal de distribuição, com grande foco na experiência do cliente e expertise de uma instituição totalmente digital. “O cliente entende a importância do Dental e terá à disposição coberturas essenciais a sua saúde bucal e que influenciam diretamente a qualidade de vida”, relata

    “Para viabilizar uma experiência diferenciada, investimos na expansão do nosso negócio priorizando grandes parcerias, como esta com o Inter, e a melhoria contínua da digitalização de todo processo. Para a operação, desenvolvemos APIs que conectam os sistemas do banco com nossa estrutura digital, o que garante agilidade na contratação e acesso à rede de dentistas MetLife”, finaliza Paula

    O Banco Inter prepara o lançamento de um aplicativo para ir além dos produtos bancários. “Esse lançamento também tem o objetivo de reforçar nossa proposta de valor, com uma oferta cada vez mais robusta de produtos e serviços”, explica Padilha.

  • Susep autoriza seguros com vigência reduzida e período intermitente


    Fonte: N.F. - Revista Apólice

    Editando a circular 592, nova medida da Susep traz flexibilidade para o mercado oferecer mais opções de produtos ao consumidor.

    Adequar os produtos de seguro às reais necessidades do consumidor. Sob essa ótica, a Susep editou a Circular 592, publicada nesta quinta-feira (29), no Diário Oficial da União (DOU). O normativo traz as condições gerais para a customização de planos de seguros com vigência reduzida de contrato e período intermitente, uma evolução no mercado brasileiro de seguros.

    Na prática, a partir de agora, as seguradoras poderão oferecer apólices de seguros que são acionadas de acordo com a conveniência do consumidor. “Citando como exemplo o seguro de automóvel, um dos mais populares do País, o segurado terá a opção “liga-desliga” quando comprar o produto ou mesmo optar por intervalos de contratação diferentes da praxe do mercado, que é o plano anual”, explica o diretor da entidade, Rafael Scherre.

    O normativo da Superintendência informa que a vigência reduzida se aplica a períodos que podem ser fixados em meses, dias, horas, minutos ou a viagens, trechos e a quaisquer outros critérios estabelecidos no plano de seguro. Já o período intermitente (“liga-desliga”) levará em conta os critérios de interrupção e recomeço da validade da apólice, bem como a inclusão ou a exclusão de riscos.

  • AXA lança campanha relâmpago para produto Condomínio


    Fonte: G.R - Revista Apólice

    Com o mote “Emitiu, Ganhou!” a companhia oferece recompensa financeira a cada apólice de Seguro Condomínio emitida.

    De 2/9 a 15/10, a AXA vai oferecer R$ 100 para corretores parceiros a cada apólice emitida do produto Condomínio, com a primeira parcela paga. Podem participar corretores já cadastrados no sistema de cotação da seguradora, o e-Solutions, para acessar a plataforma e verificar as regras e aceitar os termos de participação.

    “A campanha relâmpago “Emitiu, Ganhou!” faz parte de uma série de ações para aproximar os parceiros de nosso portfólio. Para muitos corretores, o Condomínio é uma porta de entrada no universo da seguradora. Por isso estamos investindo para que tenham uma experiência marcante, com um produto competitivo e de fácil contratação”, explica Clóvis Silva, superintendente de Massificados da companhia.

    O produto passa por uma repaginação e retorna ao portfólio mais competitivo e com pacote de coberturas e serviços. Além da cobertura básica e modalidades obrigatórias; a Simples, com coberturas e limites determinados; e a Ampla, com All Risk; o novo Condomínio também oferece coberturas acessórias para danos de alagamento e inundação, responsabilidade civil do condomínio e do síndico, vazamento de tanques e tubulações, opção de contratação da cláusula de valor de novo na cobertura de danos elétricos, coberturas acessórias de vida e acidentes pessoais para os funcionários do condomínio e muitas outras.

  • Conseguro: Susep quer mercado aberto, com mais concorrência e menor presença do Estado


    Fonte: Kelly Lubiato, de Brasília - Revista Apólice

    Solange Vieira disse que o Estado deve ter presença menor no setor, incentivando a concorrência e a atuação em novos setores como o seguro desemprego.

    EXCLUSIVO – Durante a abertura da 9a. Conseguro, a superintendente da Susep, Solange Vieira, avisou que o Governo quer o mercado mais ativo na concorrência e que irá incentivar o uso de novas tecnologias. Ela ressaltou que a apólice eletrônica é de extrema importância para o crescimento do setor. Além disso, a abertura do mercado possibilitará maior concorrência.

    Nesta onda de desoneração do Estado, Solange aventou a possibilidade do mercado de seguros passar a atuar também com o seguro-desemprego. “Por que não pensar o seguro desemprego como produto privado, com gestão mais eficiente e que tira do governo um produto que é responsável por 1% do PIB?”, questionou.

    A superintendente ressaltou o papel da autarquia em incentivar a concorrência entre as empresas para oferecer mais cobertura à população, com consequente inclusão social. “O Governo está disposto a encolher, mas precisa que setor esteja pronto para entrar no mercado e a distribuir novos produtos. O mercado deve ver na concorrência um aliado para o desenvolvimento”.

    “Nós administramos riscos e é claro que teremos cuidado para não fazer algo que aumente o risco. Precisamos acreditar no futuro e tentar imaginar a forma de trabalhar em novos mercados”, adiantou, acrescentando que a utilização de novas tecnologias é uma meta da Susep.

    “Fui apresentada a empresas novas cuja venda será totalmente pelo celular. Temos que estar abertos a mudanças porque elas vão acontecer, quer a gente concorde ou não. O mercado informal mostra que precisamos estar presentes em todos os mercados de maneira segura”, avaliou. Por isso, o setor deve contar com a apólice eletrônica e com o seguro contratado pelo celular. A Susep também deve lançar no próximo mês a Sandbox regulatória.

    Solange também fez questão de mostrar que deseja ter um mercado de seguros com mais transparência para o consumidor. “Nós queremos transparência em todos os números e informações do que o cliente paga para a seguradora. A regra de conduta diz que a comissão de corretagem e custos administrativos devem estar abertos na apólice”.

    Ela enfatizou que o seguro no Brasil tem um alto custo de distribuição, mostrando dados sobre vários países do mundo.

    Ela também acredita que é preciso ter mais empresas atuando no setor. “Gostaríamos que o leque de produtos aumentasse e a nós cabe a eliminação de barreiras para isso acontecer, com queda do preço e aumento da qualidade”.

  • Governança e mitigação de riscos na indústria financeira


    Fonte: Javier Duran – diretor de grandes riscos da corretora Marsh Brasil

    Na indústria financeira se tem hoje um dos exemplos mais claros dos desafios dessa transformação digital, que deve levar a uma grande desintermediação financeira e à redução do papel dos bancos tradicionais.

    Grandes poderes trazem grandes responsabilidades. A frase de Stan Lee, criador do personagem dos quadrinhos Homem Aranha, resume bem os reflexos que a tecnologia trouxe para os mais diversos aspectos do mundo dos negócios: grandes facilidades, dinâmica e agilidade, mas, ao mesmo tempo, mais ameaças. Tanto que, a percepção dos riscos provenientes do avanço tecnológico, mudou radicalmente nos últimos três anos.

    O recente Global Risks Report 2019 mostra que ao longo dos últimos 3 anos, as preocupações migraram de questões econômicas, geopolíticas e sociais, para impactos no meio ambiente e tecnológicos (este último ganhou mais força no Brasil com as discussões em torno da Lei Geral de Proteção de Dados – LGDP).

    O risco cibernético, que se concretiza nos casos de ataques de hackers já não é mais uma questão de “se” irá acontecer, e sim “quando” irá acontecer e como responder ao incidente dos impactos (interrupção de negócios ou roubo/furto de informações) das suas operações e de seus clientes. Com a indústria financeira não é diferente. Este cenário exige das empresas mais governança e mitigação de riscos.

    Não por menos, os ataques cibernéticos são considerados hoje um dos riscos com a maior probabilidade de ocorrência e os prejuízos superam cifras inimagináveis, segundo relatório da corretora Marsh. Os prejuízos no mundo decorrentes desse tipo de crime já geram perdas de US$ 1 trilhão para as empresas de todos os segmentos de negócios, bem acima dos US$ 300 bilhões de perdas com desastres naturais em 2017, segundo o estudo Cyber Handbook 2019. Outro dado preocupante: na Europa, em um ano de funcionamento do Conselho de Proteção de Dados, foram registradas 94 mil reclamações, 64 mil notificações de vazamentos de informações e cobrados 56 milhões de euros em multas.

    Na indústria financeira se tem hoje um dos exemplos mais claros dos desafios dessa transformação digital, que deve levar a uma grande desintermediação financeira e à redução do papel dos bancos tradicionais. Não por acaso, as autoridades financeiras, tanto no Brasil quanto no exterior, acompanham atentamente esse processo e buscam modernizar suas regras para organizar essa transição. No Brasil, Banco Central (BC) e Comissão de Valores Mobiliários (CVM) vem desde 2013 criando regulamentações para preparar o Sistema Financeiro Nacional para esse grande salto, dentro da Agenda BC+, substituída agora pela Agenda BC#.

    No CIAB 2019, congresso de tecnologia da informação para instituições financeiras promovido pela Febraban, estudos indicaram que os investimentos em soluções contra fraudes de identidade vão chegar a US$ 10,4 bilhões até 2023, enquanto os prejuízos decorrentes de fraudes de cartão de crédito alcançarão os US$ 35 bilhões até 2020. Outro estudo apresentado no congresso apontou o prejuízo de US$ 15 milhões que o sistema bancário mexicano sofreu após um ataque de cibercriminosos. Dados da Fecomercio também mostram que o Brasil amarga R$ 60 bilhões em prejuízos oriundos transações comerciais fraudulentas.

    A preocupação dos órgãos que regulam o setor também faz mais sentido para fazer frente à amplitude dos riscos. As ameaças não se limitam aos riscos cibernéticos e às operações da própria instituição. Elas se espalham também pelos agentes externos, ou seja, seus fornecedores e clientes. Quando um banco entra no financiamento de um projeto por exemplo, os riscos (fatores climáticos em caso de uma usina eólica, sucroalcooleira, entre outros) que podem impactar a não conclusão de um determinado empreendimento, também precisam ser considerados e amparados com garantias que serão solicitadas para viabilizar estes investimentos.

    Por conta destas exposições, as instituições financeiras enfrentam um ambiente marcado pela alta volatilidade de ameaças que demanda uma grande atenção que exige delas uma visão mais holística do mapeamento, identificação e financiamento dos riscos. Uma estratégia alinhada com os objetivos dos negócios e que dê segurança para seus executivos nos momentos de tomadas de decisões.

  • 21º Congresso: inscrições serão encerradas no dia 11 de setembro


    Fonte: N.F. Revista Apólice

    Além de oferecer debates sobre temas relevantes para o mercado segurador, o 21º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros irá realizar sorteios entre participantes, contando também com shows e atividades de lazer.

    A Fenacor informa que encerrará as inscrições para o 21º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros no dia 11 de setembro. Restam, portanto, apenas poucos dias para quem deseja aproveitar as condições especiais obtidas pela Abalonne, agência oficial do evento, para os pacotes das pousadas do resort Costa do Sauípe, local do evento.

    Condições

    O pagamento dos pacotes pode ser parcelado em 10 vezes sem juros no cartão de crédito. As parcelas variam de R$ 198,00 (pacote duplo, por pessoa) a R$ 265,00 (Pacote Single, individual). A agência também pode parcelar o pagamento da sua passagem aérea.

    A confirmação de presença no evento deve ser feita exclusivamente através de aquisição de “pacote” pelo site da Fenacor.

    Leia mais: Paulo Guedes confirma presença no 21º Congresso

    História

    O Congresso deste ano, marcado para os dias 10, 11 e 12 de outubro, será diferente de todas as edições anteriores e reúne todas as condições para ficar marcado na história. Para começar, será oferecida aos congressistas a possibilidade de ficarem quatro dias em um resort, com tudo incluso, 24 horas por dia.

    Além disso, outra boa razão para participar é que os congressistas e acompanhantes poderão assistir a shows, a começar por Claudia Leitte, que fará o show de abertura (10 de outubro). No dia seguinte, estão confirmados o stand up com Rafael Cortez e, logo em seguida, um show com a cantora Ju Moraes.

    Já para comemorar o “Dia do Corretor” (12 de outubro), a entidade contratou um trio elétrico, que fará mini micareta a cargo da banda Araketu.

    Carros zero km

    Outro atrativo será o sorteio de seis belos carros zero km entre todos os corretores de seguros que participarem do evento. A intenção é oferecer uma experiência única aos congressistas, conciliando atividades técnicas e de lazer para toda a família em um ambiente típico de férias.

    Para maior conforto dos participantes, a Costa do Sauípe oferecerá diversas opções de entretenimento e gastronomia, com hospedagem no sistema all inclusive (refeições, bebidas alcoólicas e não alcoólicas, games e lazer).

    Programação

    Além dos shows com artistas que reúnem uma imensa legião de fãs e das atrações do local do Congresso, haverá também uma programação técnica de altíssimo interesse, contendo temas relevantes como o cenário econômico e seus reflexos no mercado de seguros e a efetiva participação do corretor nesse processo.

    Serão debatidas as alternativas na distribuição, as insurtechs, plataformas digitais e a venda por meio remoto, abordando o protagonismo do corretor de seguros e outros temas relevantes, incluindo a reforma da previdência, o seguro saúde e as associações de proteção veicular. Estão confirmados também painéis sobre os seguros de pessoas e os benefícios, mercado que tende a crescer nos próximos anos.

    Exposeg

    Paralelamente ao evento, será realizada a 20ª Exposeg com a participação das principais seguradoras e prestadores de serviços do mercado, um espaço para o network e a realização de negócios e novas parcerias para os corretores presentes.

    Pacote

    A compra do “pacote” dará direito a três noites de hospedagem em Resort (de 10 a 13 de outubro); cortesia de hospedagem de até duas crianças (menores de 12 anos) no mesmo quarto que os pais; sistema all inclusive; transfer (aeroporto/hotel, no dia 10; e hotel/aeroporto, no dia 13); inscrição; palestras; workshops interativos; shows; sorteios de carros zero km; programação social (shows); e acesso à Exposeg.

    No dia 10 de outubro (quinta-feira), o transfer será disponibilizado para os congressistas das 08 às 16 horas na área de desembarque do Aeroporto de Salvador, onde haverá sinalização. O retorno será feito dia 13 de outubro (domingo), das 03 hs às 15 horas.

    Em ambos os casos, os intervalos para saída serão de 30 minutos. O tempo de viagem entre o aeroporto e o resort é de aproximadamente 90 minutos.

  • Setor segurador avança 8,4% e registra maior crescimento desde 2015


    Fonte: N.F. Revista Apólice

    Desempenho do setor é avaliado na edição da Conjuntura da CNseg. Arrecadação do mercado segurador foi de R$ 125,4 bilhões somente no primeiro semestre de 2019.

    A arrecadação do setor segurador foi de R$ 125,4 bilhões no primeiro semestre do ano (sem DPVAT e saúde suplementar), representando expansão de 8,4% sobre a receita acumulada de janeiro a junho de 2018, sendo o maior crescimento desde 2015, informa o presidente da CNseg, Marcio Coriolano, em editorial da publicação Conjuntura CNseg nº10.

    Segundo ele, o resultado é fruto da expansão de 5,5% do segmento de danos e responsabilidades e da evolução ainda maior apresentada pelos seguros de pessoas, com taxa de 9,3% no acumulado de janeiro a junho. Nesse grupo, o comportamento se deve à forte reação dos planos VGBL e PGBL (de 8,2% e 5,7%, respectivamente, sobre os seis primeiros meses do ano passado), além da expansão dos planos de risco, cujos prêmios avançaram 12,8% no acumulado do ano até junho.

    Já no segmento de danos e responsabilidades, as maiores taxas de crescimento foram obtidas pelos ramos marítimos e aeronáuticos, com 32,4%; crédito e garantias, 29,5%; responsabilidade civil, rural e patrimonial, com 20,7%, 11,9% e 11,5%, respectivamente. O ramo de automóveis, a principal carteira de seguros de propriedade, decresceu 0,7% no semestre.

    Na série móvel de 12 meses, a alta de seguros alcançou 3,1% até junho sobre os 12 meses encerrados em junho de 2018. Este resultado mantém a trajetória de alta apresentada nos 12 meses fechados em maio, com 1,5%.

    Junho foi um mês favorável para puxar o resultado do mercado. A receita totalizou R$ 21,9 bilhões, alta de 15,6% sobre o mesmo mês de junho de 2018. O resultado foi marcado pela desigualdade: enquanto houve queda de arrecadação de 3,9% entre as apólices de danos e responsabilidades, as coberturas de pessoas avançaram 27,4%, em razão da recuperação mensal dos planos de acumulação, com 35,4%; e dos planos de risco, com 13,7% de evolução.

    As causas do crescimento em meio à crise econômica brasileira, a atualização do escopo regulatório do setor de seguros e os planos de expansão para novos mercados e consumidores, entre outros temas, serão debatidos no evento realizado pela CNseg, que ocorrerá em Brasília nos dias 4 e 5 de setembro com o tema “As novas fronteiras do desenvolvimento”.

  • Nova modalidade para formação de Corretores


    Fonte: Escola Nacional de Seguros

    Ainda resta tempo para participar do Curso para Habilitação de Corretores de Seguros ministrado pela Escola Nacional de Seguros (ENS). Atualmente, há vagas para os programas de Capitalização e Vida e Previdência, com início das aulas previsto para esta primeira quinzena de agosto.

    Além das opções online e presencial, neste semestre o curso está sendo lançado também na modalidade semipresencial. Com a novidade, a ENS combina a praticidade e a flexibilidade oferecidas pela versão digital com a troca de experiências e o networking da opção presencial.

    As aulas serão realizadas em oito localidades: Cabo Frio (RJ), Chapecó (SC), Feira de Santana (BA), Mossoró (RN), Ponta Grossa (PR), Pouso Alegre (MG), Vitoria da Conquista (BA) e Xangri-Lá (RS). Alunos que efetuarem pagamento à vista no boleto bancário terão 5% de desconto sobre o valor do curso.

    Modalidade presencial

    Além da nova versão, o Curso para Habilitação de Corretores de Seguros também segue com vagas para as modalidades presencial e online. O início também será na primeira quinzena de agosto.

    As aulas presenciais acontecerão em 11 cidades: Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Campinas (SP), Curitiba (PR), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), Santo André (SP) e São Paulo – Consolação e Tatuapé (SP). Mensalidades quitadas à vista no boleto bancário garantem 5% de desconto sobre o valor do curso.

    Já para a modalidade online o início das aulas é imediato. Os estudos são realizados em ambiente integralmente digital e, ao final do curso, os alunos devem prestar o Exame para Habilitação de Corretores de Seguros, que será aplicado presencialmente, nas Unidades e parcerias da ENS.

    Outras informações e matrículas em qualquer modalidade do curso estão disponíveis no endereço sercorretor.com.br.

  • Aumenta procura por seguros para riscos transacionais


    Fonte: N.F. - Revista Apólice

    Segundo o relatório Transactional Risk Insurance Report, realizado pela Marsh, o movimento de fusões e aquisições aumentou a procura por seguros para riscos transacionais em 31%.

    A maior movimentação no mercado global de fusões e aquisições ampliou a demanda por seguros de riscos transacionais. Segundo o mais recente Transactional Risk Insurance Report, em 2018 a corretora Marsh fez a colocação de 1089 apólices de seguro de risco transacional no mercado internacional e o volume é 31% maior se comparado a 2017. De acordo com o relatório, os limites agregados colocados (US$ 36,5 bilhões) também cresceram 35% no período, impulsionados pelo tamanho e número das transações em grandes e médias empresas.

    O levantamento da corretora também traz indicadores da maior demanda por esta modalidade na América Latina. Segundo Daniel Gettings, líder da prática de Private Equity and M&A da companhia na América Latina, a procura cresceu significativamente devido a busca por ativos em países como Brasil, Colômbia, México, Argentina, e também Chile, Peru e Costa Rica. Com este movimento, mais de dez seguradoras demonstraram interesse em ofertar o seguro de risco transacional na região, considerando a atual conjuntura econômica dos respectivos países.

    “A retomada do mercado de M&A é um dos principais motivos pelo aumento da procura por este tipo de proteção por parte dos investidores. O seguro de risco transacional está agora bem estabelecido no mercado de risk M&A como uma ferramenta importante que pode ajudar a mitigar o risco do negócio, evidenciado por sua ampla adoção entre empresas de private equity e investidores estratégicos”, afirma. “O seguro de riscos transacionais está sendo comercializado no Brasil já há cinco anos e a apólice é elaborada conforme as necessidades da operação e se baseia na cláusula de declarações e garantias do contrato de compra e venda”, complementa.

    América do Norte

    Em 2018, o limite total de seguro de riscos transacionais colocados pela Marsh nos Estados Unidos e Canadá cresceu 53% em 2017, chegando em US$16.56 bilhões. Reduções de preços, transações maiores e maior utilização por compradores estratégicos/corporativos têm estimulado um aumento nos limites adquiridos e o número de transações cobertas.

    América Latina

    A empresa reportou aumento do interesse dos investidores no seguro de risco transacional, mesmo que as taxas médias de prêmio sejam significativamente mais elevadas do que em outras regiões. A procura cresceu significativamente devido a busca por ativos em países como Brasil, Colômbia, México, Argentina, e também Chile, Peru e Costa Rica.

    Europa, Oriente Médio e África

    A companhia fez 479 transações de colocação em seguro de risco transacional em 2018, um aumento de 31%. A empresa relatou um aumento de 26% no total de limites de seguro de risco transacional colocados no EMEA (Middle East and Africa) em 2018 de U$15.93 bilhões. As taxas médias de prêmios aumentaram apesar de um aumento significativo da nova capacidade.

    Ásia

    No ano passado foi notável o crescimento no uso do seguro de risco transacional na Coréia do Sul e na China, especialmente o seguro de representações e garantias (R&W) e o seguro de indenização fiscal para transações imobiliárias.

    Pacífico

    Em 2018 houve um aumento significativo nos limites colocados ao longo do ano anterior, refletindo um aumento de 36.4% em negócios e um aumento no número de grandes transações utilizando o seguro.

  • Seguro Auto Popular: uma alternativa para outra geração de veículos


    Fonte: Gabriel Rocha - Revista Apólice

    Produto é oferecido por apenas duas seguradoras do mercado. O seguro auto popular pode ser alternativa para trazer novos consumidores para o setor.

    Exclusiva – Ao alcançar a maioridade, um desejo unânime entre os jovens era ter a habilitação e comprar o primeiro carro. Porém, entre as novas gerações, Y e Z, o carro não é considerado um bem necessário. Essas gerações preferem aproveitar as experiências dos serviços compartilhados, aplicativos e outros modos de locomoção.

    Uma pesquisa feita pela Global Automotive Consumer Study: Future of Automotive Technologie, realizada em 17 países, aponta que 62% dos jovens da geração Y e Z utilizam o serviço de compartilhamento de transporte para locomoção; enquanto 55% dos brasileiros, dessa faixa etária, questionam a necessidade de ter um carro.

    Despesas com combustível, manutenção, custo para tirar a habilitação e, inclusive, o preço seguro do veículo, são gastos colocados na ponta do lápis que fazem o futuro cliente pensar duas vezes antes de ter um automóvel.

    As seguradoras se esforçam para oferecer produtos mais baratos em seu portfólio, como o seguro Auto Popular, que atende a uma parcela da população que está interessada em ser mais sustentável e aproveitar os veículos que já estão disponíveis no mercado. Gilmar Pires, diretor da Azul Seguros, relata a importância oferecer um produto mais rentável. “Os produtos populares são fundamentais para a inclusão securitária do brasileiro, possibilitam ao consumidor contar com soluções simples sem pesar em seus respectivos orçamentos”, avalia.

    Pires atribui o aumento ao esforço das seguradoras em oferecer um produto que caiba no bolso do consumidor. “Acreditamos que apresentar um produto com coberturas essenciais e com condições de pagamento que caibam no orçamento é fundamental para possibilitar que novos consumidores, que ainda não têm seguro, possam proteger seu patrimônio com e contar com a orientação de um corretor de seguros habilitado”, cita.

    Eduardo Minc, diretor regional do Sincor-SP em Osasco, alega que o seguro Auto Popular pode ser uma boa alternativa para trazer os jovens novamente para o mercado. “Observamos os jovens de até 25 anos que não estão nem preocupados em tirar a habilitação. Eles gostam de andar de Uber, carro compartilhado e táxi. Realmente, o Auto Popular é a chance de pegar esse mercado que está escapando da mão do corretor”, afirma.

    Entrave

    Apesar da alta na adesão, o seguro Auto Popular não é tão difundido entre as seguradoras. Apenas duas comercializam o produto. Por ter uma baixa adesão das companhias, o seguro tem o crescimento limitado. “Acredito que por falha de divulgação, falta trabalhar o marketing do produto para que se possa alavancar as vendas do produto”, relata Minc.

    Projeção

    O seguro para veículos com preços mais acessíveis possui oportunidade de crescimento em virtude das particularidades do mercado. Segundo a Susep, o produto tem como intenção aumentar a oferta do seguro de automóvel para os usuários que possuem automóveis com idade mais avançada. De acordo com o Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças), a frota brasileira é a mais velha dos últimos 18 anos.

    Gilmar Pires

    “Pelo atual cenário, esta é uma boa oportunidade de crescimento, em virtude das particularidades do mercado e da ainda baixa, porém crescente, inclusão securitária de milhares de brasileiros. Esse é um panorama que modificou com o passar do tempo, como podemos observar nos dados de comercialização do Azul Auto Leve, por exemplo, nos estados de São Paulo e Bahia. Ambos os estados, entre os meses de abril de 2018 e 2019, contabilizaram crescimento, o que mostra o interesse crescente neste tipo de produto diante do mercado”, conclui Pires.

  • Seguradora fala sobre os benefícios dos serviços de proteção digital


    Executivo da Allianz Partners mostra como a proteção digital pode ajudar empresas e usuários finais no combate ao ciberataque.

    Fonte: N.F. - Revista Apólice

    Em um mundo cada vez mais conectado, com as informações percorrendo quilômetros de distância em poucos minutos, a proteção virtual é um assunto que vem ganhando proporção. Afinal, segundo o estudo realizado pelo Global State of Information Security Survey (GSISS), apenas 45% das empresas checam periodicamente os seus dados e menos da metade possui uma análise da inteligência de segurança da informação. Já no que diz respeito aos usuários finais, de acordo com o Relatório de Ameaças à Segurança na Internet (ISTR), o Brasil é o sétimo país que mais gerou ciberataques no mundo em 2017.

    Segundo Carlos Cortez, diretor de Marketing da Allianz Partners, ter uma solução que garanta proteção contra riscos cibernéticos e roubo de dados pessoais e financeiros se tornou algo essencial para uma navegação tranquila e segura. “Mesmo que o usuário não navegue muito na internet, o risco de já ter dados pessoais registrados em algum servidor do mundo é muito alto. O uso da internet está cada mais amplo e informações, de qualquer âmbito, ficam mais vulneráveis a vazamentos ou golpes”, afirma o executivo.

    Para entender melhor os benefícios desse serviço, confira em quais casos a proteção digital faz toda a diferença:

    Fraudes online

    Em caso de dados expostos na web, que resulte em suspeita ou ocorrência de crime online, o serviço de proteção digital passa as orientações e recomendações necessárias para o usuário reduzir as chances de adulteração de identidade. Entre elas estão o auxílio no bloqueio de cartões, no contato com instituições financeiras, no acionamento de órgãos de defesa do consumidor e até sugestões de cartas para a formalização da situação junto aos órgãos ou empresas envolvidas.

    Perda de dados e arquivos

    Além da proteção das informações armazenadas em tempo real, caso o usuário sofra com a perda de dados que comprometam a integridade do mesmo, será disponibilizada uma intervenção técnica online para diversos equipamentos portáteis (notebook, celular, tablet, etc). Por meio desta análise será determinada a possibilidade da extração dos dados, chances de sucesso e tempo necessário para o procedimento de recuperação.

    Riscos de Exposição

    Em uma plataforma online, o cliente conseguirá controlar a exposição indevida dos dados na internet. Caso alguma informação pessoal ou financeira (de risco) seja localizada, será emitido um alerta ao usuário. Varreduras são realizadas regularmente e o consumidor fica protegido 24h por dia.

    Vale destacar que o serviço pode ser personalizado e contratado de acordo com o perfil e a necessidade do usuário. O pacote mais básico contempla o monitoramento on-line e a orientação em casos de fraudes on-line. Já a versão mais robusta contempla uma visão geral do ataque e inclui a recuperação de dados e arquivos que estavam em um notebook, tablet ou smartphone.

  • Operação prende suspeitos de fraudar seguro DPVAT no Paraná


    Fonte: N.F. - Revista Apólice

    Acusados falsificavam prontuários médicos e laudos do IML de vítimas para dar entrada no pedido de indenização por invalidez permanente, havendo um desvio de mais de R$ 1 milhão.

    O Núcleo de Combate à Corrupção da polícia civil do Paraná deflagrou a Operação Calejado para cumprir nove mandados de prisão e 12 de busca e apreensão por conta de fraudes contra o seguro DPVAT na cidade de Umuarama, no noroeste do Estado. As investigações começaram a partir de uma notícia-crime enviada pela Seguradora Líder à polícia civil. A empresa constatou fraude em 365 processos de recebimento do seguro na região, o que representa um montante de mais de R$ 1 milhão em pagamentos indevidos.

    As fraudes decorrem de adulteração de documentos médico-hospitalares (prontuários médicos) do Instituto Nossa Senhora Aparecida e de laudos do Instituto Médico Legal da cidade para a cobertura por invalidez permanente prevista pelo DPVAT a vítimas de acidentes de trânsito. Segundo as investigações, o esquema envolvia um procurador, um auxiliar administrativo do hospital e funcionários do IML que falsificavam assinaturas e alteravam os laudos das vítimas para que elas recebessem o seguro por sequelas que não existiam ou não eram indenizáveis.

    As investigações mostram que o procurador direcionava as vítimas para o Instituto Nossa Senhora Aparecida, onde eram atendidas e recebiam o prontuário com carimbo e assinatura falsificados. A partir daí, o intermediário agendava a perícia no IML e o beneficiário era recebido por médicos que faziam parte do grupo criminoso e também produziam laudos periciais falsos, indicando lesões inexistentes. Em seguida, o procurador dava entrada no pedido de indenização para a vítima.

    Ao monitorar os pedidos, a equipe de prevenção e combate às fraudes da Líder analisou, por meio de ferramentas sistêmicas, os documentos e suspeitou das fraudes.

    “Verificamos que as numerações dos prontuários e registros eram sempre as mesmas, assim como as assinaturas dos médicos. Além disso, todas as solicitações partiram do mesmo procurador. Nossos peritos também foram a campo e refizeram as perícias com um grupo de vítimas. Todas as análises identificaram que os beneficiários não apresentavam sequelas e, por isso, não tinham direito à indenização do seguro. Uma vez identificadas as irregularidades, encaminhamos uma notícia-crime à polícia civil de Curitiba”, afirmou Jorge Sodré, gerente Jurídico Criminal da seguradora.

    De acordo com o executivo, a empresa vem investindo cada vez mais no combate às fraudes para evitar casos como o de Umuarama. O uso da tecnologia tem sido um grande aliado neste trabalho. Todos os pedidos de indenização do seguro recebem monitoramento contínuo, sendo avaliados por softwares de inteligência artificial, que contêm ferramentas de filtros sistêmicos de ocorrências suspeitas, além de controle de risco. A equipe utiliza ferramentas de Analytics, com mais de 200 variáveis; realiza uma análise documental; e aplica um filtro capaz de cruzar as informações dos documentos apresentados e o banco de dados da seguradora. Além disso, quando necessário, são realizadas investigações de campo. Ao identificar uma irregularidade, uma notícia crime é encaminhada aos órgãos competentes.

    Como resultado destas iniciativas, foram identificadas, no ano passado, 11.898 fraudes ao Seguro DPVAT em todo o país, sendo 457 apenas no Paraná. Neste ano, de janeiro a junho, as iniciativas proativas da empresa já resultaram em 20 sentenças condenatórias, 25 condenados, 24 cancelamentos, suspensões ou cassações de registros em órgãos de classe e duas prisões em todo o Brasil. O quantitativo chega a 3.750 fraudes detectadas, representando o montante de perda máxima evitada de R$ 26,2 milhões.

    A companhia ainda esclarece que qualquer pessoa pode denunciar casos suspeitos relacionados a pedidos de indenização do DPVAT. As denúncias podem ser feitas por meio do 0800 022 12 05 ou pelo site. As ligações são gratuitas e, em nenhum dos dois canais, é necessário se identificar.

  • Parcerias digitais atuam como consultoras para seguradoras em expansão


    Fonte: Rossana Costa, diretora da GEO

    Com a transformação digital, é importante seguradoras fazerem esse tipo de parceria para gerar impulsionamento na contratação dos seus produtos.

    O dicionário Houaiss define o consultor como aquele que “tem a função de aconselhar, emitir parecer técnico sobre determinado assunto de sua especialidade e/ou sugerir
    soluções”. Apesar dos enormes avanços tecnológicos em automação e inteligência artificial no setor de seguros, o trabalho de consultoria técnica do meio digital aparece entre as prioridades de corretores, seguradoras e da indústria como um todo.

    Se antigamente o pensamento vigente era o de desenvolver todos os processos necessários de forma interna, com a atual expansão de mercados securitários essa
    obrigação ganhou mais complexidade em um mundo cada vez mais imediato e com exigência pela inovação. Nesse sentido, o suporte externo de empresas que oferecem
    soluções de rápida integração com a estrutura das grandes corporações virou um dos novos pilares da transformação digital.


    No mercado de seguros, parte desta transformação veio das chamadas insurtechs, empresas de tecnologia que se propõem a resolver desafios do setor com
    desenvolvimento ágil, geralmente com soluções digitais e baseadas em big data. Por conta destas características, tornou-se comum que seguradoras busquem aliar-se a essas empresas para terceirizar ou incorporar serviços que, de outra forma, levariam meses e dezenas de milhões de reais para serem implementados por conta própria. Até alguns anos atrás, muitas dessas companhias ainda apostavam a maior parte das suas fichas simplesmente na força de suas marcas, o que se provou ineficiente diante da explosão do mercado de startups.

    A medida que esse tipo de parceria se consolida, é normal que as seguradoras cobrem mais inteligência de negócio e visão estratégica de longo prazo. Assim, o que poderia ser visto apenas como um suporte tecnológico pontual, hoje é encarado como um suporte especializado. Por isso, é importante que as insurtechs entendam também os gargalos nas áreas de legislação e regulação, estudem a demanda da área de atuação e analisem projeções futuras, que são algumas das medidas que qualificam o produto no momento de ser ofertado ao mercado. Infelizmente, não é sempre esse o caso.

    Nesse sentido, algumas plataformas passaram a aliar experiência no mercado de seguros com a capacidade tecnológica de big data e análise de dados para entregar insights às seguradoras e não limitar-se a processamento e entrega de grandes quantidades de dados estruturados. Assim, a visão estratégica compartilhada resulta também em dividendos para ambas as partes, seja para as apólices que já fazem parte do portfólio atual das seguradoras ou para novas adições.

    Com esse arcabouço de qualidades desenvolvidas, esses parceiros também ganham destaque no mercado segurador como agentes de impulsionamento na contratação de
    seguros. Considerando que o Brasil faz parte das dez maiores economias globais, ocupar a 12ª posição no ranking de seguros e apenas a 45ª em arrecadação per capita em seguros demonstra o potencial que o segmento pode atingir nos próximos anos.

    Analisando dessa forma, fica claro a necessidade das seguradoras por uma consultoria estratégica em um cenário que elas são desafiadas a investir em todos os segmentos securitários com o mesmo know-how e estrutura, enquanto convivem com demandas mais complexas de infraestrutura tecnológica e de relacionamento com parceiros e clientes. Esse tipo de solução também atrai os corretores de seguros, que teriam à disposição uma ferramenta que permite a entrada em novos segmentos sem ter que passar por um período extenso de especificação, que já teria sido feito pela empresa desenvolvedora e oferecida de forma didática.

    Essa é uma estrutura em que todos podem se beneficiar ao expandir suas áreas de atuação e, assim, aumentar a contratação de ofertas de seguros. Seguros para a construção civil e o setor imobiliário, assim como seguros para a oferta de crédito com garantia de imóvel são alguns dos exemplos que podem se beneficiar ao ganhar mais visibilidade já que muitas vezes suas ofertas se concentram nas mãos de poucos players. Um cenário de baixa concorrência que tradicionalmente não estimula inovações como processos 100% digitais e com taxas mais baixas.

  • Marcio Coriolano apresenta setor ao vice-presidente da República


    G.R - Revista Apólice

    Ao participar de audiência com Hamilton Mourão, na última segunda-feira (29), em Brasília, o presidente da CNseg, Marcio Coriolano, deu informações sobre o setor segurador.

    Ao participar de audiência com o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, na última segunda-feira (29), em Brasília, o presidente da CNseg, Marcio Coriolano, deu informações sobre o setor segurador e destacou sua importância como um dos setores econômicos que podem contribuir decisivamente para o crescimento do País e esclareceu sobre a atuação da CNseg e as federações que a compõem.

    Ao entregar as “Propostas do Setor Segurador Brasileiro 2019/2002” ao vice-presidente e sua equipe, Coriolano ressaltou que o setor protege pessoas, seus negócios e patrimônios e figura entre os maiores investidores institucionais no Brasil, com reservas técnicas superiores a R$ 1 trilhão. Segundo Coriolano, o vice-presidente e equipe demonstraram especial interesse pelos números do setor e pelo seguro garantia, rural e os produtos de previdência privada.

    No encontro, o presidente da CNseg e a diretora de Relações Institucionais, Miriam Mara, anunciaram a 9º Conseguro – a ser realizada em setembro (4 e 5), no Distrito Federal. Marcio Coriolano convidou o vice-presidente para participar da abertura do evento, promovido pela Confederação e considerado o mais importante do setor segurador brasileiro.

    Ao abordar a Conseguro, Coriolano reforçou o papel da CNseg de promover inciativas que contribuam para a sociedade aprimorar o entendimento sobre o setor segurador e sua participação na economia do país. Nesse sentido, apresentou o “Programa Educação em Seguros” e as diversas iniciativas que o compõem, e entregou a coletânea de livretos que integram o Programa.

  • Evento debate o papel do corretor e a transformação tecnológica


    Fonte: Nicole Fraga - Revista Apólice

    Promovido pelo Sincor-SP, o evento "Agenda Digital – tecnologia no universo do seguro" teve como objetivo debater com o corretor de seguros as novas tendências do setor e qual a importância da adaptação do profissional neste cenário.

    As novidades no modo de fazer a corretagem de seguros, insurtechs, novas oportunidades, desafios e tendências do setor segurador foram alguns temas abordados durante o evento “Agenda Digital – tecnologia no universo do seguro”, realizado pelo Sincor-SP em sua sede. O objetivo dos painéis foi trazer empreendedores e empresários de tecnologia e do mercado de seguros para debater as inovações do setor, além de orientar o corretor a como se adaptar às novas tecnologias.

    Na abertura do evento, o coordenador do Comitê de Inovação da entidade e CEO da Minuto Seguros, Marcelo Blay, trouxe um breve resumo do mercado atual e reforçou a importância da transformação do corretor de seguros nessa era digital. Blay disse que independente das tecnologias usadas na hora de oferecer o produto, quem não deve e não pode ser esquecido é o consumidor. “Não adianta ter tecnologia se não valorizar e priorizar o cliente. Não estamos sendo mais comparados com os nossos concorrentes, mas sim com outras grandes empresas de diversos setores”, afirmou.

    Já falando sobre o mercado de insurtechs no Brasil e as suas consequências na distribuição de seguros, José Prado, CEO da Insurtech Brasil, mostrou no primeiro painel a importância do setor em auxiliar os profissionais a se digitalizarem. “O mercado tem espaço para todo mundo. Os corretores, que trabalham diretamente com o cliente no dia a dia, são os mais aptos para trazer as soluções que o setor precisa. Estamos falando de insurtechs, mas há soluções digitais que estão vendendo os mesmos produtos que já são trabalhados”, ressaltou.

    No debate “Oportunidades e desafios da tecnologia na corretagem de seguros”, executivos mostraram cases de algumas das companhias presentes no evento, ressaltando que os corretores devem levar as demandas do setor às empresas de tecnologia visando fazer parcerias. No painel, que foi mediado por Blay, estavam presentes Henrique Volpi, CEO da Kakau Seguros; Daniel Hatkoff, CEO da Pitzi; e Henrique Mazieiro, CEO do Grupo Planetun. Segundo Hatkoff, “o grande desafio do setor é descobrir quais os produtos que podem ser oferecidos em quais canais e para qual perfil de consumidor. O corretor pode auxiliar muito nisto, já que é o principal interessado em manter seu negócio e conquistar mais clientes”.

    No painel “Tendências – caminhos inevitáveis e o que está por vir”, Sergio Furio, CEO da Creditas, trouxe dados sobre o consumo no Brasil e debateu a relevância da tecnologia para solucionar os problemas no setor. “A tecnologia acaba trazendo a democratização, pois tanto uma empresa pequena quanto uma grande pode inovar”. O executivo ainda ressaltou que a maneira de consumir não é a mesma de anos atrás e que é necessário se reinventar para se manter no mercado em tempos de crise.

    Encerrando o evento, o presidente da entidade, Alexandre Camilo, disse que o Agenda Digital cumpriu sua proposta inicial, já que o sindicato acredita que é necessário, e de extrema importância, para a sobrevivência do corretor entender e discutir as mudanças que afetam o setor. “O mundo está em transformação. Nossa missão como representante do corretor de seguros é trazer a resposta de qual caminho seguir e qual papel que o profissional desse ramo deve cumprir para continuar protegendo os brasileiros”.

  • Extensões online têm ampla oferta nos próximos meses


    Fonte: Escola Nacional de Seguros

    Uma das maneiras mais eficientes de adquirir conhecimentos direcionados e de forma dinâmica é por meio da educação continuada. Seguindo esta premissa, a Escola Nacional de Seguros (ENS) está com oferta, nos meses de junho e julho, para oito cursos de extensão online.

    Os programas contam com a vantagem de unir o conteúdo e a qualidade das versões presenciais à praticidade e à flexibilidade que só a plataforma digital oferece. As opções abordam assuntos como Cultura e Poder nas Organizações, Gestão de Pessoas e Equipes, Ética e Responsabilidade Social Corporativa, Cenários Econômicos, entre outros.

    Por fazerem parte da grade dos MBAs oferecidos pela ENS, as extensões permitem aos aprovados solicitar aproveitamento dos respectivos créditos em caso de ingresso no MBA com matéria equivalente.

    De acordo com o curso escolhido, a duração varia entre 16 e 32 horas/aula e o investimento de R$ 500,00 a R$ 983,00. Há diferentes opções de parcelamento e desconto de 5% para pagamentos à vista no boleto.

    Outras informações podem ser acessadas no site ens.edu.br, onde também é possível realizar inscrições.

  • Ter um carro mais barato torna o seguro auto mais em conta?


    Fonte: Revista Apólice

    Antes de comprar um carro é importante levar em consideração outros fatores além do valor do veículo, como o IPVA, combustível e o valor do seguro. Nem sempre o carro mais barato terá o seguro mais em conta e isso pode pesar no orçamento na hora de pagar as contas mensalmente. Para esclarecer algumas dúvidas, a ComparaOnline realizou o levantamento dos valores cobrados pelas seguradoras para os carros mais baratos do Brasil em 2019.

    “Carros com menor preço tendem a ser populares, ou seja, podem ser alvo de criminosos com a intenção de desmanchá-los e vender as peças no mercado clandestino, onde a liquidez é alta. Isso faz com que as seguradoras sejam mais cautelosas na hora da precificação e os seguros fiquem mais caros do que veículos de maior valor”, explica Paulo Marchetti, CEO da empresa no Brasil.

    Entre os carros mais baratos no mercado brasileiro estão o Ônix, UP!, Picanto, Mobi e Kwid, sendo o último o veículo com o menor preço. Se levarmos em consideração o seguro para um homem solteiro, fora da faixa de risco, ou seja, acima de 25 anos, o valor chega a R$ 4.489,40 para o Ônix e R$ 3.089,69 para o UP!. Pensando no perfil feminino, também fora da faixa de risco e solteira, a diferença entre os valores é ainda maior, chegando a R$ 5.739,03 para o Picanto e R$ 3.516,21 para o Mobi.

    “Apesar da ocorrência de roubos e furtos, as seguradoras também levam em consideração o valor do veículo, já que quanto mais caro o carro, maior será o valor a ser indenizado pela seguradora na ocorrência de um sinistro. A dica é sempre colocar na ponta do lápis todos os valores a serem gastos, não apenas o da compra e comparar os preços dos seguros em várias seguradoras antes de bater o martelo”, finaliza o executivo.

  • Seguradoras buscam deixar o ambiente mais diversificado


    Fonte: Revista Apólice

    A diversidade é um tema em alta no mercado, porém, enfrenta dificuldades para ser colocado em prática. Algumas seguradoras observam não somente o retorno financeiro que a diversidade pode proporcionar, mas a oportunidade de passar a enxergar o mundo com um olhar diferente.

    Instituições como o IDIS (Instituto pela Diversidade e Inclusão no Mercado de Seguros) e AMMS (Associação das Mulheres do Mercado de Seguros) realizam ações para conscientizar sobre a importância de haver mais pluralidade nas empresas do setor.

    A AIG seguros apareceu na lista da Diversity Inc como uma das 50 melhores empresas em práticas de diversidade e inclusão. Além do retorno financeiro, a seguradora visa agregar valor humano em seus processos, conforme relata Vinicius Mercado, subscritor de Linhas financeiras. “Este movimento traz para o mercado de seguros mais inovação. Um ambiente plural agrega,, além de tudo, valor humano. Em uma empresa nesse molde o trabalhador pode ser quem ele é”, comenta.


    Vinicius Mercado, subscritor de Linhas financeiras
    O executivo destaca que o trabalho de conscientizar as seguradoras é diário, sendo necessário para quebrar tabus. “O trabalho é construindo aos poucos, como formiguinhas, através de palestras dentro das corporações para mostrar outra realidade. Transexuais já vieram mais de uma vez. Existem pessoas que nunca nem viram uma, então existe muito estereótipo”, complementa.

    Mesmo caminhando a passos curtos para a diversidade, o mercado segurador se mostra resistente em relação a algumas mudanças. As apólices de seguro, por exemplo, ainda não possuem o “Nome social” como opção. “Possuímos um órgão regulador que deve dispor dessas alterações. Para que estejam em documentos oficiais, elas devem passar pela Susep”, relata Mercado.

    Os desafios são muitos. Colocar o tema de uma empresa mais plural, desafiar o status quo, exige muito no dia a dia. É necessário observar que a diversidade não agrega somente valor financeiro, mas capital humano. “O setor de seguros é um mercado conservador, mas não podemos colocar isso como desculpa, porque o mercado de TI e o financeiro também são conservadores. Isso não pode ser um empecilho, porque isso não é uma peculiaridade do nosso mercado”, conclui o executivo.

    Indo pelo mesmo caminho, a Metlife ganhou o prêmio da empresa Great Place to Work como uma das melhores empresas para o público feminino. “A seguradora segue na promoção de discussões relacionadas à diversidade, em especial, sobre pessoas com deficiências, orientação sexual e empoderamento feminino. Nosso objetivo é buscar o fortalecimento das diferenças, na abertura de diálogos para que os colaboradores exerçam suas habilidades com maestria e atinjam todo o seu potencial”, afirma Daniela Dall´Acqua, diretora de RH.

    A executiva alerta sobre os desafios que a seguradora enfrenta ao pautar um ambiente mais diverso. “Hoje temos várias gerações no mercado de trabalho e precisamos de um olhar atento para rever a forma como organizamos o negócio e conduzimos a relação com nossos colaboradores. A pauta precisa estar ativa em todos os fóruns, não apenas em iniciativas internas de diversidade. Com isso, conheceremos melhor as necessidades dos nossos clientes e parceiros para atuarmos de forma mais ativa”, aponta.

    Daniela conclui e ressalta a importância do ambiente diverso. “É mais agradável trabalhar com a multiplicidade do que se rodear de pessoas que são exatamente iguais a você. Proporcionar um local de trabalho no qual as pessoas se sentem mais à vontade para serem elas próprias traz um enorme impacto motivacional. É bom para o indivíduo, para os negócios e para a sociedade”.